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Postado em 16 de Novembro às 16h44

Garantia de abate halal deve aumentar exportação a países muçulmanos

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 (Mapa) divulgou nesta semana que encaminhará à Congregação Fikh, entidade de jurisprudência muçulmana, estudo que comprova a aplicação no Brasil do método halal. A...

(Mapa) divulgou nesta semana que encaminhará à Congregação Fikh, entidade de jurisprudência muçulmana, estudo que comprova a aplicação no Brasil do método halal.

A medida deverá facilitar negócios e ampliar as exportações brasileiras de carne de frangos e de bovinos para mais de 50 países que integram a congregação.

O ministro interino do Mapa, Eumar Novacki, comprometeu-se a enviar estudo realizado pela Embrapa e pela USP sobre abate que atende a princípios religiosos desses países.

Novacki recebeu comitiva integrada pelo secretário-geral da Congregação Fikh, Abdel Salam Al Abadi, pelo primeiro conselheiro da Liga Mundial Muçulmana, Abdul Al Aziz Mohamad Al Souli, e pelo vice-presidente do Centro de Divulgação do Islã para a América Latina (Cdial Halal), Ali Ahmad Saifi.

Em São Paulo, no fim de semana, a comitiva participou do primeiro congresso halal do Brasil.

O questionamento ao ministro foi quanto à confirmação formal da prática de abate, em complemento a visitas técnicas já realizadas a empresas brasileiras exportadoras. Os muçulmanos fazem questão de informações científicas e oficiais de governo.

Fonte: Carnetec


Postado em 16 de Novembro às 16h40

Vendas à China se aproximam de 40% das exportações de carne bovina

Notícias do Setor (117)

Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o apetite chinês pela carne bovina brasileira não dá sinais de arrefecimento. "E ele vem compensando amplamente as quedas de vendas para os países da União Europeia, devido à Operação Carne Fraca, e a não confirmação da abertura do mercado norte-americano sobre o qual se alimentavam muitas expectativas", disse a entidade em nota.

Até outubro, segundo informações da associação, com dados compilados da Secex/Mdic, essas importações cresceram 16,5%, somadas as movimentações realizadas pela cidade-Estado de Hong Kong e as feitas diretamente pelo continente, passando de 375 mil toneladas no mesmo período de 2016 para 449,2 mil toneladas até outubro de 2017, o que significou 37,2% do total exportado pelo país.

Para se ter uma ideia do impacto que a China está causando no setor, em 2014 as importações chinesas de carne bovina significavam 25% do que o Brasil comercializava com o exterior, e em 2005 apenas 4%. De acordo com a Abrafrigo, essas importações têm potencial de crescimento ainda maior porque calcula-se que o aumento da demanda por carnes bovina, suína e de aves na China, devido ao recente movimento de urbanização do país e a mudança nos hábitos alimentares, seja superior a 300 mil toneladas por ano.

"O Brasil acabou de receber a autorização para que 22 novas plantas frigoríficas possam exportar para aquele mercado. Há ainda outras 36 plantas na fila para exportar, em processo de habilitação", lembrou a entidade.

Ainda segundo a Abrafrigo, essas vendas para a China e a retomada de grandes e tradicionais compradores como Rússia, Egito, Irã e Arábia Saudita, garantiram que 2017 será melhor que 2016 para o setor. No acumulado do ano, as exportações já alcançaram 1,2 milhão de toneladas e receita de US$ 4,929 bilhões, contra 1,14 milhão de toneladas e US$ 4,491 bilhões em 2016, num crescimento de 6% em volume e 10% na arrecadação, o que pode levar ao cumprimento da meta de crescimento estimada em 10% para o ano.

O resultado ainda está um pouco distante do recorde brasileiro de 2014, quando o país exportou 1,54 milhão de toneladas, obtendo receita de US$ 7,149 bilhões. "O país caminha para recuperar esse patamar nos próximos anos", finalizou a Abrafrigo.

Fonte: Carnetec


Postado em 16 de Novembro às 16h36

Pif Paf aposta na diversificação de produtos, lança esfirra de frango

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A Pif Paf Alimentos, empresa mineira de alimentos processados de proteína animal, ampliou sua linha de produtos ao longo de 2017 com foco na praticidade, diversificando ainda mais a produção para além do...

A Pif Paf Alimentos, empresa mineira de alimentos processados de proteína animal, ampliou sua linha de produtos ao longo de 2017 com foco na praticidade, diversificando ainda mais a produção para além do frango congelado.

A estratégia de diversificação de produtos colabora para manter a Pif Paf entre as principais empresas do país no segmento, segundo o gerente de Relações Institucionais da companhia, Cláudio Faria.

“Percebendo a falta de tempo das pessoas no dia a dia e a necessidade de praticidade para o preparo de suas refeições, nós da Pif Paf, através de equipes multidisciplinares, desenvolvemos e aprimoramos constantemente nosso portfólio de produtos, para cada dia mais facilitar o preparo dos alimentos”, disse Faria à CarneTec.

O portfólio de produtos da empresa conta com mais de 300 itens. Somente em 2017, a companhia lançou o Kit Churrasco, fatiados de presunto, apresuntado e mortadela, peito de frango defumado, pizzas duplas, torta de frango, cortes suínos resfriados nas opções filé mignon, barriga, lombo, alcatra, costela e picanha, entre outros.

Neste mês de novembro, a Pif Paf anunciou o lançamento da esfirra árabe de frango, expandindo produtos dentro de sua marca de salgadinhos Ladelli.

Noventa e três por cento da produção da Pif Paf segue para atendimento ao mercado consumidor brasileiro, afetado negativamente neste ano pela crise econômica.

Faria disse que houve leve queda no consumo de carne de frango no primeiro semestre, quando comparado ao mesmo período de 2016, mas que tende haver recuperação neste último semestre. Para 2018, é esperada retomada gradativa do crescimento com consequente melhora nas vendas.

A Pif Paf também espera expandir exportações no futuro. Atualmente, a companhia exporta para 15 países, incluindo Japão, Hong Kong, Cingapura, Rússia, Angola, Cuba e Vietnã. Os principais produtos exportados são cortes de frangos e de suínos.

“Projetamos uma expansão das exportações atrelada ao aumento do volume produzido, neste sentido, pretendemos dobrar a participação das exportações no faturamento da Pif Paf”, disse Faria, sem detalhar quando a empresa deverá alcançar esta meta.

“Para isso, estamos investindo nas fábricas - com o aprimoramento e adequação das linhas de produção, além de estreitarmos o relacionamento com os mercados onde já atuamos.”

A Pif Paf tem dez unidades industriais, 12 unidades produtivas e 11 centros de distribuição. A empresa produz 20 mil toneladas de produtos por mês, entre cortes de aves e suínos, embutidos e massas, e abate 74 milhões de aves e 554 mil suínos por ano.

Fonte: Carnetec


Postado em 10 de Novembro às 12h32

BRF lucra R$ 138 milhões no 3º tri e eleva receita líquida em 2,6%

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A BRF S.A. teve um lucro de R$ 137,6 milhões no terceiro trimestre, ante R$ 18 milhões no mesmo período do ano passado, em função dos melhores resultados operacionais e impacto positivo da...

A BRF S.A. teve um lucro de R$ 137,6 milhões no terceiro trimestre, ante R$ 18 milhões no mesmo período do ano passado, em função dos melhores resultados operacionais e impacto positivo da adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) no resultado financeiro, informou a empresa na noite de quinta-feira (09).

A companhia registrou uma alta de 2,6% na receita líquida, para R$ 8,7 bilhões, e crescimento de 21,3% no EBITDA (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação), para R$ 1,1 bilhão. A margem EBITDA subiu 1,9 ponto percentual (p.p.) em relação ao terceiro trimestre de 2016, para 12,3%.

No Brasil, a BRF verificou aumento de volumes de vendas nas comparações trimestral (+8,8%) e anual (+4,5%), totalizando 539 mil toneladas no terceiro trimestre.

A empresa ganhou 1,3 p.p. em participação de mercado na categoria Pratos Prontos no terceiro trimestre, na comparação com o segundo trimestre, chegando a 57,2%, segundo dados da empresa de pesquisa de mercado Nielsen. A BRF atribui esse aumento à volta da Lasanha e aos Pratos Prontos da marca Perdigão.

Na categoria Embutidos, a participação de mercado da BRF cresceu 0,8 p.p. ante o segundo trimestre, com impacto positivo da mortadela. Já na categoria Frios, houve uma queda de 0.8 p.p. na participação de mercado, para 54,6%.

A OneFoods, unidade da BRF dedicada aos mercados muçulmanos, registrou crescimento na receita operacional líquida de 23,7% na comparação anual, para R$ 1,9 bilhão, refletindo a consolidação dos resultados da Banvit, maior produtora de aves da Turquia adquirida pela BRF neste ano.

“O sucesso da integração pós-consolidação atrelado às condições favoráveis de demanda e preço proporcionaram resultados acima do esperado, reafirmando o acerto da aquisição”, informou a BRF.

A operação turca da BRF teve margem EBITDA de 23% no terceiro trimestre, acima de sua média histórica.
A Divisão Internacional da BRF, que congrega operações na Ásia, Europa/Eurásia, África e Américas, teve queda de 9,6% na receita líquida, para R$ 2,3 bilhões.

Houve queda de volumes de vendas em todas as regiões, com exceção das Américas, onde o volume de vendas subiu 22% para 16 mil toneladas no terceiro trimestre ante igual período do ano passado.

Na região do Cone Sul, a receita líquida da BRF somou R$ 459 milhões, queda de 3,5% ante o terceiro trimestre do ano passado.

Fonte: Carnetec


Postado em 10 de Novembro às 12h27

Minerva tem alta de 81% no lucro do 3º tri; eleva produção

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A Minerva Foods teve um lucro líquido de R$ 85,8 milhões no terceiro trimestre, alta de 80,9% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, como resultado do aumento da...

A Minerva Foods teve um lucro líquido de R$ 85,8 milhões no terceiro trimestre, alta de 80,9% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, como resultado do aumento da produção no Brasil e consolidação de ativos adquiridos da JBS no Mercosul, informou no início da noite de quinta-feira (09).

A receita líquida da companhia subiu 34,9%, para R$ 3,4 bilhões, recorde para um terceiro trimestre, impulsionada pelo crescimento do volume de vendas e da produção. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado da companhia subiu 25,1%, para R$ 311,8 milhões.

Nos últimos meses, a Minerva elevou a utilização da capacidade instalada das unidades brasileiras para acima de 80%, reabriu planta em Mirassol D’Oeste (MS) e iniciou o processo de integração das unidades adquiridas da JBS no Mercosul.

O início da integração dessas unidades impactou a margem EBITDA total, que caiu 0,7 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado, para 9,1%.

A Minerva abateu 804,2 mil cabeças de gado no terceiro trimestre, 36,3% acima do volume total abatido no mesmo período de 2016.

Ao longo do terceiro trimestre, a Minerva teve aumento na participação nas exportações de carne bovina em todos os países onde tem operações, na comparação com o segundo trimestre.

No Brasil, a participação da Minerva nas exportações foi de 20%. No Paraguai, a participação passou a 32%, e no Uruguai, a 16%.

“Entendemos que a América do Sul possui todas as vantagens competitivas para se transformar na principal plataforma mundial de produção de carne bovina, seja pela estrutura de custos de produção, seja pelas vantagens naturais que a região oferece”, disse o presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, em comunicado de divulgação dos resultados.

“Por isso, acreditamos que o ano de 2018 deverá ser um ano de crescimento expressivo da participação desta região no mercado mundial.”

Fonte: Carnetec


Postado em 08 de Novembro às 16h11

Exportações de carne bovina sobem 5,2% no ano

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 As exportações brasileiras de carne bovina somam 1,2 milhão de toneladas de janeiro a outubro deste ano, alta de 5,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da...

As exportações brasileiras de carne bovina somam 1,2 milhão de toneladas de janeiro a outubro deste ano, alta de 5,2% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

O faturamento do setor com as exportações nos primeiros dez meses do ano foi de US$ 4,9 bilhões, alta de 9,6% ante janeiro a outubro de 2016, sinalizando recuperação do setor do impacto da Operação Carne Fraca mais cedo neste ano.

Apenas em outubro, o crescimento das exportações foi de 39,7%, para 144,6 mil toneladas. A receita decorrente dessas vendas somou US$ 605 milhões, crescimento de 38,1% na comparação anual.

A elevação das compras por Hong Kong colaborou para o forte aumento nas exportações brasileiras de carne bovina em outubro, tendo gerado um faturamento 73,1% maior para a indústria brasileira com suas compras no mês passado (US$ 138 milhões), na comparação anual. A cidade-Estado importou 35,7 mil toneladas de carne bovina em outubro, alta de 67,2% ante outubro de 2016.

A China é o segundo maior importador de carne bovina brasileira e comprou 20,6 mil toneladas, gerando faturamento de US$ 92 milhões. Em terceiro lugar, o Egito comprou 19,1 mil toneladas, o equivalente a US$ 66 milhões.

A carne bovina in natura é a principal categoria de produto exportada em outubro (119,1 mil toneladas), com elevação de 42,8% no volume embarcado na comparação com outubro do ano passado. O Brasil também exportou 13,3 mil toneladas de miúdos, 8,5 mil toneladas de carnes industrializadas, 3,2 mil toneladas de tripas e 532 toneladas de carne bovina salgada.

São Paulo foi o principal estado brasileiro exportador de carne bovina, responsável por 33,5 mil toneladas embarcadas, 17,9% a mais que em setembro. O faturamento gerado pelas exportações paulistas foi de US$ 154 milhões, alta de 21,5% em relação à receita de setembro.

Mato Grosso (31,3 mil toneladas), Goiás (18,4 mil), Rondônia (14,9 mil) e Minas Gerais (14,1 mil) vêm em seguida no ranking dos principais estados exportadores de carne bovina do Brasil em outubro.

Fonte: Carnetec


Postado em 08 de Novembro às 15h52

ACIC e Sihrbasc divulgam tarifas dos hotéis para a Mercoagro 2018

Notícias do Setor (117)

A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Chapecó (Sihrbasc) anunciaram as tarifas dos hotéis para a Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne), programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó. As tarifas, que seriam anunciadas em 1º de dezembro, foram comunicadas um mês antes, nessa semana.

Os visitantes terão à disposição serviços de hospedagem de excelente qualidade a preços compatíveis. De acordo com o gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin as tarifas foram mantidas praticamente as mesmas da Mercoagro 2016, somente com pequenos ajustes pontuais. “Isso foi possível devido a grande parceria e comprometimento do setor hoteleiro com a feira”, salientou. “Há aproximadamente 11 meses da realização da feira, as tarifas foram definidas e as reservas já podem ser feitas. Isso demonstra a credibilidade da Mercoagro”, acrescentou o presidente do Sihrbasc, Carlos Klauss.

A rede hoteleira de Chapecó teve uma expansão impressionante nos últimos anos e aumentou a oferta de hospedagem de qualidade.

A tabela com o valor das diárias está disponível no site oficial (www.mercoagro.com.br). Dessa forma, os visitantes poderão antecipar a reserva de hospedagem e programar a viagem a Chapecó.

ORGANIZAÇÃO

A ACIC está mantendo ampla articulação com a Administração Municipal, as organizações de representação da indústria e dos centros de pesquisa, o empresariado e demais parceiros - especialmente hotéis e prestadores de serviços – para assegurar plenas condições técnicas, institucionais e logísticas para a realização da próxima edição. A Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares.

LISTA DE HOTÉIS PARA RESERVA

· AJ Hotel - 49-2049-3320 - www.ajhotel.com.br

· Almasty Hotel - 49-3361-2300 - www.almasty.com.br

· Asppen Hotel - 49-3319-2000 - www.asppen.com.br

· Hotel Avenida - 49-3322-3338 - www.hotelavenidachapeco.com.br

· Hotel Bertaso - 49-3361-8888 - www.hotelbertaso.com.br

· Hotel Chapecó Center - 49-3361-8200 - www.hotelchapeco.com.br

· Hotel Chapecó Plus - 49-3361-7200 - www.hotelchapeco.com.br

· Hotel Desbravador - 49-3316-3777 - www.hoteldesbravador.com.br

· Hotel Efapi Center - 49-3321-1300 - www.hotelefapicenter.com.br

· Eston Hotel - 49-3361-8600 - www.estonhotel.com.br

· Golden Hotel - 49-3331-0300 - www.goldenhtl.com.br

· Hiber Hotel - 49-3331-5221 - www.hiberhotel.com.br

· Hotel Holiday - 49-3025-9999 - www.holidaybusiness.com.br

· IBIS Chapeco GM - 49-3311-3000 - www.ibis.com/Chapeco

· Hotel Ideal - 49-3322-3773 - www.hotelidealchapeco.com.br

· Hotel Iguaçu - 49-3323-3443 - www.hoteliguacuchapeco.com.br

· Hotel Kurikaka - 49-3323-1117 - www.hotelkurikaka.blogspot.com

· Hotel Lang Palace - 49-3361-6868 - www.langhotel.com.br

· LH Plaza Hotel - 49-3322-9566 - www.lhplazahotel.com.br

· Hotel Mogano Business - 49-3361-6300 - www.moganohoteis.com.br

· Hotel Mogano Premium - 49-3321-6300 - www.moganohoteis.com.br

· North Hotel - 49-3324-5661 - www.hotelnorth.com.b

· NZ Hotel - www.nzhotel.com.br (inauguração em breve)

· Pratas Thermas Hotel – São Carlos, SC - 49-3325-1400 - www.pratasthermas.com.br

· Hotel Romanville - 49-3331-0900 - www.hotelromanville.com.br

MARCOS A. BEDIN
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Postado em 06 de Novembro às 17h21

Brasil já recuperou mercados de carne, garante Blairo Maggi

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 Em audiência na Comissão de Fiscalização da Câmara dos Deputados, na terça-feira (31), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, garantiu que "tudo que o...

Em audiência na Comissão de Fiscalização da Câmara dos Deputados, na terça-feira (31), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, garantiu que "tudo que o Brasil perdeu com a Operação Carne Fraca já conseguiu recuperar". O ministro foi convidado para falar sobre as consequências da operação para as exportações brasileiras e as providências adotadas para evitar novos problemas na fiscalização.

De acordo com o ministro Blairo Maggi, dos 93 países para os quais o Brasil exporta, apenas quatro mercados que têm participação menor no conjunto de importadores continuam fechados. Dos que estão comprando carne brasileira, 33 estão com o comércio regular e 56 mantêm inspeção reforçada.

O ministro revelou ainda que vem sendo estudadas mudanças no sistema de fiscalização que visam acompanhar o crescimento do setor e a necessidade de modernização. Enumerou também modificações já feitas, como o fim de nomeações políticas nas superintendências estaduais do Mapa, o que está em vigor desde maio. Sobre os estudos na área de inspeção, todas as partes envolvidas no processo estão sendo ouvidas, afirmou. “Não vamos fazer nada sem conversar com os servidores e representantes do setor produtivo", observou.

Fonte: Carnetec


Postado em 06 de Novembro às 17h13

China deve habilitar mais 22 plantas brasileiras para exportação de carnes

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 Vinte e duas plantas frigoríficas brasileiras deverão receber autorização para exportar carnes para a China, informou o ministro da Agricultura Blairo Maggi na quarta-feira (01). Entre essas plantas, 11...

Vinte e duas plantas frigoríficas brasileiras deverão receber autorização para exportar carnes para a China, informou o ministro da Agricultura Blairo Maggi na quarta-feira (01). Entre essas plantas, 11 são produtoras de carnes de aves e outras 11 de carne bovina, segundo a Associação Brasileira de Proteínal Animal (ABPA).

“Agora, só falta a visita técnica no Brasil”, disse o ministro por meio de sua conta no Facebook.

Segundo ele, cada uma das 22 plantas frigoríficas tem potencial de gerar US$ 50 milhões por ano em negócios. “Temos mais 36 plantas que poderão ser credenciadas numa segunda rodada após ajustes de documentos.”

As plantas de carnes de aves pertencem às empresas BRF, Zanchetta Alimentos, GT Foods, Aurora Alimentos, Nutriza Alimentos, Vibra Agroindustrial, Coasul, Mais Frango e Palmali Alimentos. Elas estão localizadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso, segundo a ABPA.

“Ainda existem etapas a serem cumpridas para a consolidação dos embarques. As habilitações podem render até 10 mil toneladas anuais a mais por cada planta efetivada”, disse o presidente da ABPA, Francisco Turra, em nota.

O Mapa não forneceu detalhes sobre as plantas de carne bovina para as quais espera habilitação até o final da quarta-feira.

O Brasil já exporta carnes à China, mas a ampliação do número de plantas habilitadas era aguardada desde o início de setembro, após viagem do ministro da Agricultura Blairo Maggi ao país asiático.

Fonte: Carnetec


Postado em 06 de Novembro às 14h13

Os diversos mercados consumidores para a carne bovina brasileira

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A grande preocupação da cadeia produtiva da carne bovina brasileira nos últimos tempos está diretamente ligada aos custos. Com margens cada vez mais apertadas, é normal que o setor se preocupe em...

A grande preocupação da cadeia produtiva da carne bovina brasileira nos últimos tempos está diretamente ligada aos custos. Com margens cada vez mais apertadas, é normal que o setor se preocupe em reduzir os gastos. Isso é fato. Mas antes de pensarmos em custos, precisamos analisar o mercado que estamos buscando atingir.

Em muitos casos, precisamos investir mais para podermos lucrar mais, ou seja, aumentarmos os custos operacionais para comercializar nossa carne bovina com maior valor agregado. Outra situação que também é fato, quando o assunto é produção de carne bovina, é que nem sempre que reduzimos custos, estamos conseguindo melhorar as margens de lucro da empresa. E isso pode ser explicado com uma análise direta de mercado.

A carne bovina in natura brasileira, segundo estudos, pode dominar 50% do mercado externo até 2020. Mas para que isso aconteça, precisamos mudar o modelo atual de gestão que administra os recursos e os interesses disponíveis para a cadeia produtiva da carne bovina. Mas voltando para o assunto 'mercado', como todos sabem, 80% do que produzimos fica no Brasil e apenas 20% vai para o mercado externo. Mas por incrível que pareça, na minha opinião, temos o mercado interno como o mais desafiador para as empresas e para a carne bovina brasileira.

O consumo de carne bovina no Brasil mudou, e a cadeia produtiva desta carne precisa realmente entender esta mudança. O mercado da carne bovina hoje no Brasil está cada vez mais distinto e exigente. Na realidade, não consigo enxergar no consumidor do mercado externo uma exigência ou um paladar mais refinado do que o consumidor de carne bovina brasileiro. E é aí que o setor produtivo (pecuaristas e frigoríficos) precisa estar atento.

Mas quando traçamos uma linha imaginária na horizontal para visualizarmos a cadeia produtiva da carne bovina, podemos constatar que são os frigoríficos que podem fazer com que todo esse entendimento sobre o consumidor seja absorvido e repassado ao pecuarista, para que possamos ter, além da transformação bem-feita, animais com melhor acabamento quando encaminhados para o abate.

Como costumo dizer, existe um mercado para cada tipo de carne bovina. Não podemos afirmar que esse ou aquele corte é o preferencial do consumidor brasileiro, porque existem predomínios e preferências diferentes em cada estado brasileiro. Por isso, os frigoríficos precisam buscar definir seu cliente-alvo, entender suas exigências, transformar esta informação de forma objetiva e simples e buscar dentro destas características a melhor matéria-prima para o seu negócio.

O produto que está conseguindo um lugar com maior destaque junto ao consumidor nacional são os produtos denominados 'especiais'. Mesmo com um consumo ainda pequeno quando comparado com as demais produções (grill, churrasco, corte sem gordura, etc.), os produtos especiais estão conseguindo ter um maior valor agregado na hora da comercialização.

Independentemente do produto que será denominado como principal pela empresa, o que precisamos ter em mente é que os dois setores responsáveis pela produção de carne bovina, pecuaristas e frigoríficos, precisam não só entender como também dominar todas as etapas do processo produtivo que compõem suas operações. Trabalhando dessa forma, com mais integração, vamos conseguir diminuir os riscos sobre os investimentos errados, podendo produzir uma carne bovina com mais rendimento, qualidade e lucratividade.

Expomeat 2017 Celso Ricardo Cougo Ferreira é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de...


Celso Ricardo Cougo Ferreira
é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de quase 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374


Postado em 30 de Outubro às 15h35

Mercoagro 2018: Eventos paralelos farão a difusão de conhecimento e tecnologia

Notícias do Setor (117)

Estão definidos os principais eventos paralelos à Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. A Mercoagro é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC).

O principal evento adjunto será o 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, previsto para o dia 12 de setembro, no horário das 8 às 12h30, no auditório do campus da Unochapecó. O Seminário será estruturado e coordenado pelo SENAI Chapecó e focalizará as técnicas e inovações mais expressivas e surpreendentes do mercado mundial de carnes. Contará com palestras nacionais e internacionais de alto nível.

Os participantes do Seminário terão oportunidade de conhecer no dia 14 de setembro a infraestrutura, os laboratórios, os projetos de pesquisas, os cursos e as oportunidades voltadas ao setor que a Universidade oferece. O gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin destacou o apoio da Unochapecó ao processo de inovação e atualização tecnológica que a Mercoagro proporciona à indústria através do Seminário. “A difusão de conhecimento é um dos papéis que a Mercoagro exercerá com mais vigor a cada edição”, assinalou.

Outros eventos previstos são a Rodada de Negócios (exclusiva para expositores), a Sessão de Negócios (uma por dia, aberta ao público externo) e os Painéis de Oportunidades (destinados às empresas participantes da Mercoagro 2018), todos sob coordenação do Sebrae/SC.

A programação paralela da Mercoagro 2018 contará, ainda, no dia 13 de setembro com o Salão de Inovação, a Clínica Tecnológica e o Laboratório Experimental, coordenados pelo Senai. Também faz parte da programação a Mercoshow. Todos os eventos serão gratuitos. O detalhamento de horários, dias e locais serão definidos pela Comissão Organizadora.

Mais informações no site: http://www.mercoagro.com.br


Postado em 30 de Outubro às 10h42

BRF cria subsidiária Sadia Halal para atender mercados muçulmanos

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A BRF S.A. anunciou na noite de quinta-feira (30) que criará a subsidiária Sadia Halal, destinada a atender o mercado muçulmano, que exige que as carnes sejam produzidas segundo regras do Islã. A...

A BRF S.A. anunciou na noite de quinta-feira (30) que criará a subsidiária Sadia Halal, destinada a atender o mercado muçulmano, que exige que as carnes sejam produzidas segundo regras do Islã.

A nova subsidiária irá deter os ativos relacionados à produção, distribuição e comercialização de alimentos destinados aos mercados muçulmanos. “O objetivo é conferir maior independência e foco aos negócios da BRF destinados aos mercados muçulmanos”, informou a companhia em comunicado.

A BRF disse que irá analisar alternativas estratégicas para a Sadia Halal, “que permitam a potencialização de sua expansão” nos mercados atuais ou em novos mercados ainda não atendidos pela empresa.

O anúncio da criação da subsidiária ocorre após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conhecer recurso da empresa contra multa por terceirização de trabalhadores que praticavam o abate de aves pelo método halal na unidade da BRF em Francisco Beltrão (PR), na quarta-feira (29).

A BRF chegou a alegar no processo que a terceirização era justificada pela necessidade de que a sangria no abate halal seja realizada por trabalhadores especializados, muçulmanos, conforme as regras do Islã, argumento que não foi aceito pelo relator do processo, ministro Alexandre Agra Belmonte. Para o ministro, o abate halal se insere no conceito de atividade fim da companhia e, portanto, não pode ser terceirizado.

A empresa tinha contrato de prestação de serviços firmado com o Grupo de Abate Halal S/C Ltda, segundo o TST. Em 2009, o frigorífico foi autuado após a fiscalização constatar 30 trabalhadores muçulmanos trabalhando sem registro.

Fonte: Carnetec


Postado em 30 de Outubro às 10h24

C.Vale inaugura novo complexo de abate de tilápias

Notícias do Setor (117)

O complexo industrial com o maior potencial para o abate de tilápias do Brasil foi inaugurado em 20 de outubro por um séquito de autoridades lideradas pelo presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Na ocasião, porém, o presidente da cooperativa C.Vale, Alfredo Lang, incluiu uma crítica à política energética do governo que vai interferir nos planos da empresa.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou em 24/10 que pretende aumentar o patamar 2 da bandeira tarifária vermelha em 42,8%. O custo da energia atinge diretamente o sistema de cultivo intensivo de altas densidades (60 tilápias/m²) patenteado pela cooperativa, que envolve o uso intenso de aeração - equipamentos que consomem muita energia elétrica.

“Nossos planos eram adotar a tecnologia superintensiva de imediato, mas fomos surpreendidos pelas bandeiras tarifárias que encareceram o custo da energia elétrica. Assim, fomos obrigados a lançar o plano B, com o sistema convencional de tanques escavados”, disse o presidente. Lang confirmou que o plano B é a adoção de células fotovoltaicas para produção de energia solar nas propriedades.

O sistema de cultivo, desenvolvido em parceria com a Universidade de Pisa, na Itália, é a grande aposta da cooperativa para se diferenciar do principal competidor e maior processador nacional: a Copacol, que deve fechar o ano com 140 mil peixes abatidos por dia.

C.Vale em números
Seja como for, o complexo com fábrica de ração e abatedouro de peixes nasceu oficialmente para os cooperados do oeste paranaense com números impressionantes para a realidade do setor. Com projeção inicial de processar 75 mil tilápias/dia, a estrutura tem 10.012 m² e consumiu R$ 110 milhões em investimentos.

A inauguração marca os 20 anos da cooperativa, que pretende cruzar a barreira de 600 mil frangos por dia em 2018. Quando começou, em 1997, eram 16 mil frangos/dia. Para tanto vai contar com uma força de trabalho impressionante: mais de 19 mil associados e quase 9 mil funcionários.

A meta para as aves é a mesma que pode ser atingida pelo projeto do frigorífico no auge: 600 mil tilápias/dia. Em torno de 450 funcionários irão operar maquinário presente nas mais modernas plantas de processamento de pescado no mundo.

Fonte: Seafood


Postado em 24 de Outubro às 12h51

Aurora Alimentos anuncia ampliação de 10% no abate de suínos

Notícias do Setor (117)
Expomeat 2017 A Cooperativa Central Aurora Alimentos - terceiro maior grupo brasileiro de proteína animal – anunciou que ampliará em 10% o abate industrial diário de suínos até o fim deste ano. O abate...

A Cooperativa Central Aurora Alimentos - terceiro maior grupo brasileiro de proteína animal – anunciou que ampliará em 10% o abate industrial diário de suínos até o fim deste ano. O abate crescerá das atuais 18 mil para 19,82 mil cabeças/dia, informou em nota o presidente Mário Lanznaster.

De acordo com o gerente de Operações da Aurora, Celso Cappellaro, o aumento da produção permitirá otimizar as plantas com pequenos investimentos para atender às demandas dos mercados interno e externo.
Essa ampliação prioriza matéria-prima para industrializados de produção em 75% para o mercado interno e 25% para o mercado externo.

As plantas instaladas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul iniciaram em setembro a busca pela meta e chegam a sua plenitude durante este mês de outubro. São Gabriel do Oeste atingirá a meta em janeiro de 2018.
A nova configuração de abate das unidades passa a ser esta: Chapecó FACH 1 (das atuais 4,63 mil para 5,23 mil cabeças/dia), Chapecó FACH 2 (das atuais 2 mil para 2,6 mil cabeças/dia), São Miguel (mantém 1,94 mil cabeças/dia) e São Gabriel do Oeste (das atuais 3 mil para 3,2 mil cabeças/dia).

A unidade de Joaçaba passará de 3 mil para 3,2 mil cabeças/dia e Sarandi, das atuais 1,77 mil para 2 mil cabeças/dia. Erechim mantém as atuais 1,65 mil cabeças/dia.

Os planos de expansão são arrojados, segundo nota da empresa divulgada na segunda-feira (23). O planejamento para o aumento da produção estabelece que, até 2025, a Aurora atingirá um abate de 25 mil suínos/dia, antecipa o presidente.
Em 2016, as sete plantas industriais de suínos da Aurora totalizaram o abate de 4,54 milhões de cabeças, incremento de 1,6% sobre o ano anterior. Para 2017, a previsão é de que o abate fechará em 4,71 milhões de suínos, com incremento de 3,77% (aumento de 171,39 mil animais). No ano passado, a produção in natura de carnes suínas cresceu 2,9% para 383,9 mil toneladas; a industrialização permaneceu estável (+0,6%) em 307,4 mil toneladas.
A produção integrada do sistema Aurora e suas cooperativas filiadas envolve, na cadeia de suínos, 3.444 produtores cooperados, 199 mil matrizes e um plantel permanente de 1,8 milhão de animais a campo.

O presidente Lanznaster disse que o cenário, este ano, está bem melhor que em 2016, quando a alta do dólar e a escassez de milho no mercado interno impactaram violentamente nos custos de produção.

“Mesmo assim, a suinocultura brasileira teve um bom desempenho nas exportações, ampliando nossa presença, especialmente na Ásia. A Rússia retomou com força o nível das importações e as vendas para Hong Kong também tiveram um aumento considerável. Com a habilitação de novas plantas, a China se consolidou entre os cinco maiores compradores de carne suína do Brasil.”

O otimismo do dirigente é confirmado pelos números. Em 2017, as exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos) acumulam divisas 17,6% superiores na comparação com os nove primeiros meses de 2016.

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Outubro às 16h22

Um dos passos mais importantes para o setor em Segurança no Trabalho foi a criação da NR 36

Notícias do Setor (117)

Mais do que uma mudança de procedimentos na fiscalização, um dos passos mais importantes para o setor foi a criação de uma NR específica, vigente desde abril de 2013.

Segundo Fernando Rosalvo, Técnico em Segurança no Trabalho, a criação da NR-36 mudou a vida dos trabalhadores: “Neste quatros anos de aplicabilidade da norma, percebo que a fiscalização de melhorias tem avançado, tanto para as condições ambientais quanto para o layout das empresas. Em minha vivência no ambiente frigorifico tenho presenciado uma mudança radical, pois o setor tinha um índice muito alto de acidentes e doenças ocupacionais, sem contar com nenhum sistema de detecção de amônia eficaz. Ainda há um caminho longo a ser percorrido pelo fato das plantas frigoríficas serem antigas e de difícil mudança, mas com as fiscalizações constantes quem não se enquadrar estará correndo um sério risco de ser autuado, sendo passível até de interdição.”

As adequações propostas pela NR-36 têm surtido efeito, mas Fernando diz que ainda não é o cenário ideal: “O setor está necessitando de mais instruções juntos a esses orgão fiscalizadores e prazos maiores para adequação, pois o Empregador está com muitas dificuldades de entendimento e intepretação da norma, que é de grande importância para a saúde e segurança do trabalhador . As dificuldade sempre existem por se tratar de uma mudança de cultura, onde o Brasil ainda vem engatinhando para que se aplique Normas de Segurança e Saúde no trabalho, mas sei que estamos no caminho certo.“,

Buscando isso aplico nas minhas palestras principalmente proteção contra possíveis vazamento de amônia nos Frigoríficos do Brasil, sendo assim apliquei a Vestimenta Nivel A da DuPont onde fomos vencedor do Prêmio DuPont de Segurança e Saúde do Trabalhador mostrando sua Eficácia na contra possíveis vazamento amônia, resgate e fechamento de válvulas.