Notícias

Postado em 13 de Setembro de 2017 às 08h58

Santa Catarina segue com crescimento nas exportações de carnes

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 As exportações catarinenses de carnes seguem em alta e o acumulado do ano já supera o mesmo período de 2016. De janeiro a agosto, o faturamento com as exportações de carne suína e de...

As exportações catarinenses de carnes seguem em alta e o acumulado do ano já supera o mesmo período de 2016. De janeiro a agosto, o faturamento com as exportações de carne suína e de frango já ultrapassa US$ 1,6 bilhão, com mais de 843,6 mil toneladas vendidas para outros países. As expectativas são de que o setor continue em crescimento após anúncio de que a China deve aumentar as compras de carnes do Brasil.

O mês de agosto terminou com resultados favoráveis para as exportações de Santa Catarina, com crescimento nos embarques de carne suína e de frango. Ao todo, foram 96,7 mil toneladas de carne de frango exportadas, um aumento de 17% em relação a julho, e o faturamento chegou a US$ 175,2 milhões, 14,7% maior do que no último mês.

Se comparado a agosto de 2016, o incremento nas exportações de frango é ainda maior. O faturamento foi 18,5% maior e o volume foi 22% superior aos números registrados naquele mês.

As exportações de carne suína também seguem em alta. Em agosto, foram 28,6 mil toneladas embarcadas, 11,2% a mais do que em julho, e o faturamento passou dos US$ 66 milhões, 3,6% superior ao alcançado no último mês. Em comparação a agosto de 2016, as exportações tiveram um crescimento de 26,9% no faturamento e 14,5% no volume embarcado.

A intenção de Santa Catarina é aumentar ainda mais esses números. O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, disse em nota que o anúncio de que a China quer ampliar a compra de carnes do Brasil pode ser uma boa notícia para o agronegócio catarinense.

"A China já é o segundo maior comprador de carnes de Santa Catarina e nós podemos aumentar nossa presença naquele mercado. A carne produzida em Santa Catarina tem um grande diferencial: a qualidade dos nossos rebanhos. Somos reconhecidos internacionalmente como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que dá muita credibilidade para o produto catarinense", ressaltou.
Acumulado do ano

De janeiro a agosto de 2017, já foram embarcadas mais de 652,5 mil toneladas de carne de frango, gerando uma receita de US$ 1,2 bilhão, faturamento 8,6% superior ao mesmo período do ano passado.

Para carne suína, desde janeiro deste ano, Santa Catarina exportou 191 mil toneladas, arrecadando mais de US$ 451,5 milhões. Em relação ao mesmo período de 2016, o incremento foi de 33,8% na receita e de 6,7% no volume.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

Fonte: Carnetec


Postado em 13 de Setembro de 2017 às 08h53

Exportação de carne bovina em agosto tem melhor resultado do ano

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 As exportações brasileiras de carne bovina estão apresentando recuperação e podem superar 1,5 milhão de toneladas em 2017 caso a tendência observada até agosto se mantenha,...

As exportações brasileiras de carne bovina estão apresentando recuperação e podem superar 1,5 milhão de toneladas em 2017 caso a tendência observada até agosto se mantenha, segundo estimativa da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) divulgada na segunda-feira (11).

“O mercado externo está atravessando um momento muito favorável ao produto brasileiro no momento e que está sendo aproveitado por quase todos os países exportadores que estão elevando suas vendas, principalmente para o mercado chinês”, informou a Abrafrigo em nota.

De janeiro a agosto, as exportações de carne bovina somam 930,4 mil toneladas e US$ 3,8 bilhões.

Em agosto, houve crescimento de 34%, para 145,8 mil toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Já a receita subiu 35%, para US$ 607 milhões.

O resultado alcançado em agosto é o maior mensal neste ano, em volume e receita. “Além disso, o resultado registrado representa o melhor desempenho desde outubro de 2013, em volume, e dezembro de 2014, em faturamento”, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) em nota separada.

A China importou 297,1 mil toneladas de janeiro a agosto, incluindo importações continentais e por Hong Kong, gerando receita de US$ 1,36 bilhão, segundo dados compilados pela Abrafrigo.

A Rússia está na segunda posição, com compra de 103,4 mil toneladas e receita de US$ 333 milhões no período. Em terceiro lugar, está o Egito, com 83,4 mil toneladas, seguido do Irã (75,2 mil toneladas).

“Cabe lembrar que, ainda como resultado da Operação Carne Fraca e dos problemas que o setor vem enfrentando desde o início do ano, as vendas para a maior parte dos países que formam a Europa Ocidental estão bem abaixo do esperado”, informou a Abrafrigo.

Fonte: Carnetec


Postado em 05 de Setembro de 2017 às 10h05

Mercoagro 2018: lançamento oficial será na próxima semana

Notícias do Setor (195)

MAIOR FEIRA DA INDÚSTRIA DA CARNE DAS AMÉRICAS SERÁ LANÇADA EM CHAPECÓ NO PRÓXIMO DIA 14

Empresários, expositores, apoiadores, autoridades e profissionais de imprensa participarão às 19h30 do dia 14 de setembro, na cantina do Cesec, em Chapecó, do lançamento de uma das maiores feiras técnicas da indústria mundial de alimentos: a Mercoagro 2018, Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne.

A expo-feira é uma das mais exitosas iniciativas da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC).

O presidente da ACIC Josias Mascarello antecipou que, no lançamento, será anunciado o estágio em que se encontram os preparativos, o esforço de venda e as demais informações sobre a expo-feira que ocorrerá entre os dias 11 e 14 de setembro do próximo ano, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares.

Na ocasião, o diretor de feiras Bento Zanoni e o gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin apresentarão a planificação geral, as condições do parque de exposições, a estrutura da cidade e as condições para participação.

A 12ª edição da MERCOAGRO, em 2018, representará 24 anos de ininterruptas edições bienais. Nesse período, estimulou a difusão e exposição de tecnologias, a aproximação entre fornecedores e usuários, a realização de seminários e a divulgação internacional. Além disso, gerou oportunidades de negócios entre fornecedores, fabricantes e compradores finais, promovendo as regiões das empresas produtoras.

À exemplo das onze anteriores, a edição de 2018 já é um sucesso com 55% dos espaços vendidos, o que corresponde a 3.500 mil metros quadrados comercializados. Até dezembro deste ano, 75% dos estandes estarão comercializados.

A feira já foi apresentada em fevereiro na cidade de Atlanta (Estados Unidos) na feira Poultry Expo e em Monterrey (México) na EXPOCARNES e Lácteos 2017. Além disso, foi lançada na FIESP, em São Paulo, no início de agosto.

A iniciativa da ACIC tem como parceiros a Prefeitura de Chapecó e a Facisc. A Enterprise cuida da comercialização. Os apoiadores são Fiesc, Senai, ABPA, ABIA, Sindicarne, Sihrbasc e Chapecó e Região Convention Bureau.

MARCOS A. BEDIN
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Postado em 05 de Setembro de 2017 às 08h25

Os frigoríficos e a busca pelo planejamento ideal (Blog do Celso Ricardo)

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 Em todos os frigoríficos em que trabalhei, as ações e as preocupações sempre vieram depois que a matéria-prima já tinha sido abatida. Os empresários do setor sempre se...

Em todos os frigoríficos em que trabalhei, as ações e as preocupações sempre vieram depois que a matéria-prima já tinha sido abatida. Os empresários do setor sempre se importaram primeiramente em ver o curral cheio, para somente depois do abate saber para quem seria destinado o produto. Uma grande parte das empresas do setor trabalha dessa forma, e este tipo de ação é o grande causador dos prejuízos das empresas.

Alguns frigoríficos compram a matéria-prima de forma aleatória; vacas, bois, touros, bois inteiros, animais com ou sem um padrão de cobertura, sem um padrão definido. E quando analisamos o mercado consumidor, acabamos nos confrontando com clientes cada vez mais exigentes.

Quando avaliamos o setor comercial de um frigorífico, podemos concluir que este setor não é responsável apenas pela venda da produção, mas também pelos resultados alcançados pela empresa, ou seja, ele vende "o que", "para quem", "por um preço" e pode deixar resultados positivos ou negativos.

As empresas do setor avaliam os custos operacionais e as margens a partir dos resultados previstos pelos preços de venda. Sendo assim, como sabemos o preço ideal a ser pago pela @ da matéria-prima e qual matéria-prima comprar se o planejamento comercial não for visto e entendido por todos?

Cada vez mais os resultados positivos são alcançados quando conseguimos entender o que o mercado busca e como devemos agir para satisfazer as necessidades deste mercado, e com a carne bovina não é diferente. A sustentabilidade do setor produtivo da carne bovina passa pela produtividade, pelos rendimentos, pelos custos, pela lucratividade e pelo preço de venda, mas não podemos esquecer das margens, que são cada vez menores.

Os setores que compõem um frigorífico (compra de gado, indústria e comercial) contribuem de forma igual para os resultados da empresa. De nada adianta um frigorífico ter um excelente comercial, se as visões de mercado e especificações passadas pelo setor não forem atendidas pela compra de gado e pela produção.

O mercado consumidor ainda é uma incógnita para muitos frigoríficos, porque quando avaliamos o mercado interno, podemos concluir que este mercado não oferece condições para que um grande aumento de volume seja comercializado (mesmo sabendo que com margens menores os lucros surgem pelo aumento no volume comercializado). E o grande detalhe hoje é buscar agregar o maior valor possível às produções com base nos mercados específicos. Já o mercado externo oferece condições para aumento de volume e faturamento, mas não podemos nos esquecer das instabilidades deste mercado.

Para buscar os melhores resultados frente a esses mercados, as empresas precisam seguir uma lógica, que é definir um plano de venda (mercado e preço), depois precisam transformar este plano em informação simples e objetiva para o setor de compra de gado (rendimentos e qualidade) e para a indústria (qualidade e rendimento). Agindo dessa forma, todos os resultados podem ser analisados e confrontados simultaneamente, facilitando não somente a interpretação como também a montagem de planos estratégicos caso algum resultado não seja positivo.

#Por uma Cadeia Produtiva da Carne Bovina mais Forte.

Expomeat 2017 Celso Ricardo Cougo Ferreira é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de quase...

Celso Ricardo Cougo Ferreira é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de quase 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374

Fonte: Carnetec


Postado em 05 de Setembro de 2017 às 08h18

China deve ampliar número de frigoríficos brasileiros habilitados à exportação

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 A China deve aumentar o número de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carnes para aquele mercado, disse na sexta-feira (1) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Conforme...

A China deve aumentar o número de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carnes para aquele mercado, disse na sexta-feira (1) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Conforme nota no site do Mapa, o presidente chinês, Xi Jinping, anunciou a disposição de ampliar a compra de carnes do Brasil durante reunião com o presidente Michel Temer.

“O presidente Xi Jinping disse que gosta e é garoto-propaganda da carne brasileira”, destacou o ministro, ao comemorar a intenção do governo do país asiático. A China, acrescentou Maggi, é o principal parceiro do agronegócio brasileiro no comércio mundial. Em 2016, as exportações de produtos agropecuários do Brasil para aquele mercado somaram US$ 17,8 bilhões.

Maggi está na China na comitiva de Temer, que participa de encontros bilaterais e seminários de negócios em Pequim. Até terça-feira (5), Temer e Maggi cumprem agenda na 9ª reunião de Cúpula do BRICS, bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, na cidade de Xiamen, na província de Fujian.

Dos US$ 17,8 bilhões exportados para a China em 2016, as carnes tiveram participação de US$ 1,75 bilhão. Do total, US$ 702,8 milhões foram embarques de carne bovina. As vendas de frango totalizaram US$ 859,5 milhões e, as de suíno, US$ 189,3 milhões.

A soja em grão é o principal produto da pauta de exportações do agro brasileiro para o mercado chinês. No ano passado, os embarques para a China alcançaram US$ 14,4 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Agosto de 2017 às 11h40

JBS vai encerrar abate de aves em Morro Grande (SC) e transferir produção

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 A JBS S.A. decidiu encerrar as atividades de abate de aves em Morro Grande (SC) em 31 de outubro e transferir a produção para outras unidades vizinhas, confirmou a companhia por meio de comunicado enviado à...

A JBS S.A. decidiu encerrar as atividades de abate de aves em Morro Grande (SC) em 31 de outubro e transferir a produção para outras unidades vizinhas, confirmou a companhia por meio de comunicado enviado à CarneTec na quarta-feira (23).

A decisão pelo fechamento do abate em Morro Grande ocorreu “em função da otimização e racionalização de sua malha produtiva”, segundo a processadora de carnes.

A produção realizada em Morro Grande será prioritariamente transferida para as unidades em Forquilhinha, Nova Veneza e São José, além de outras fábricas da JBS em Santa Catarina.

“A unidade de Morro Grande não será totalmente fechada e continuará funcionando na produção de rações e outros itens agropecuários”, informou a JBS.

Os trabalhadores que atuam na área de processamento de frangos em Morro Grande terão a possibilidade de ser transferidos para outras unidades do estado, limitada às vagas abertas em cada planta. Os que não quiserem ou não puderem ser transferidos serão desligados.

Fonte: Carnetec


Postado em 24 de Agosto de 2017 às 15h40

Serviços de hotelaria são ampliados e aperfeiçoados para a Mercoagro 2018

Notícias do Setor (195)

Serviços de hospedagem de excelente qualidade a preços compatíveis: isso é o que pode esperar o visitante da Mercoagro 2018, Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne, programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó. A expo-feira - uma das três maiores do setor cárneo do mundo - é uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC).

Dirigentes e proprietários de hotéis de Chapecó - junto com o presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares e representante do Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau - reuniram-se nesta semana com o gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin na sede da ACIC. Na pauta, a gestão dos serviços oferecidos aos mais de 15 mil compradores que estarão visitando a 12ª edição da Mercoagro e que, em sua maioria, necessitarão de hospedagem.

Cervelin informou que 55% dos espaços (o que corresponde a 3,1 mil metros quadrados) foram vendidos e que, até dezembro deste ano, 75% dos estandes estarão comercializados.

Ficou decidido que até o dia 1º de dezembro deste ano serão definidas as tarifas de cada hotel que serão praticadas em setembro de 2018, durante a feira. A tabela com o valor das diárias será publicada no site oficial (www.mercoagro.com.br). Dessa forma, os visitantes poderão antecipar a decisão de reserva de hospedagem e programar a viagem a Chapecó.

Os hoteleiros Carlos Klaus e Daniela Lang Bigolin foram eleitos representantes junto a Comissão Central Organizadora da expo-feira.

Nas próximas semanas, a Comissão Central manterá reunião com os restaurantes para propor um cardápio temático-gastronômico especial, compatível com os objetivos da Mercoagro que representa o universo da indústria de processamento de carne.

ORGANIZAÇÃO


A ACIC está mantendo ampla articulação com a Administração Municipal, as organizações de representação da indústria e dos centros de pesquisa, o empresariado e demais parceiros - especialmente hotéis e prestadores de serviços - para assegurar plenas condições técnicas, institucionais e logísticas para a realização da próxima edição. A MERCOAGRO 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no parque de exposições da EFAPI em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares.

MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
Matrícula SJPSC 0172
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NOVO ENDEREÇO: Rua Nilópolis, 251 D - Bairro Universitário - 89814-510 - Chapecó/SC
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Expomeat 2017 O gerente do projeto da Mercoagro, Nadir José Cervelin destacou que mais de 15 mil compradores visitarão a 12ª edição da feira

O gerente do projeto da Mercoagro, Nadir José Cervelin destacou que mais de 15 mil compradores visitarão a 12ª edição da feira

Expomeat 2017 Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne está programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó

Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne está programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó


Postado em 24 de Agosto de 2017 às 15h36

BRF passa a deter 91,7% das ações da produtora de aves turca Banvit

Notícias do Setor (195)
Expomeat 2017 A BRF S.A. informou que sua subsidiária TBQ Foods passou a deter 91,71% das ações da Banvit, maior produtora de aves da Turquia, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (17). A compra inicial de 79,5%...

A BRF S.A. informou que sua subsidiária TBQ Foods passou a deter 91,71% das ações da Banvit, maior produtora de aves da Turquia, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (17).

A compra inicial de 79,5% de participação na Banvit foi feita por meio da TBQ Foods, joint venture formada pela BRF e o fundo soberano do Qatar Investment Authority (QIA), em janeiro.

Na semana passada, a TBQ Foods concluiu a oferta pública para adquirir ações de minoritários da Banvit, ampliando a fatia de participação na companhia.

A Banvit possui cinco fábricas de ração, quatro incubatórios e cinco plantas produtoras na Turquia. Os ativos estão sendo incorporados à OneFoods, subsidiária da BRF dedicada ao mercado halal.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Agosto de 2017 às 10h12

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30

Notícias do Setor (195)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 9 DE AGOSTO DE 2017 - Estabelece os procedimentos para submissão de proposta, avaliação, validação e implementação de inovações tecnológicas a serem empregadas em qualquer etapa da fabricação de produtos de origem animal em estabelecimentos com registro no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA/SDA, da Secretaria de Defesa Agropecuária – SDA/MAPA. [Pág. 11].


Postado em 18 de Agosto de 2017 às 09h34

Com otimismo e previsão de bons negócios, MercoAgro 2018 é lançada em SP

Notícias do Setor (195)

A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) sediou, no início do mês, o lançamento da MercoAgro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne), programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018, em Chapecó (SC). A feira é uma das mais exitosas iniciativas da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic).

A solenidade reuniu empresários, expositores, autoridades e profissionais de imprensa e marcou a contagem regressiva para a realização de uma das maiores feiras técnicas da indústria mundial de alimentos. O ato consistiu de apresentação do projeto geral, das condições do parque de exposições, da estrutura da cidade e das condições para participação. A nota da assessoria do evento não detalhou quais são as condições ou melhorias previstas para o parque de exposições.

Segundo a nota, o otimismo e a previsão de bons negócios emolduraram o lançamento da feira, que está com 50% dos espaços vendidos e espera fechar o ano com 75% da venda fechada. O diretor de Agronegócio da Acic, Vincenzo Francesco Mastrogiacomo, destacou que o sucesso da MercoAgro se deve ao volume de transações oportunizadas a cada edição. "Aqui se fazem negócios, por isto tem a preferência dos expositores."

O diretor expôs o desempenho do agronegócio, em geral, e das agroindústrias da carne, em particular, para mostrar que o setor se transformou na locomotiva da economia brasileira. Realçou a importância da MercoAgro em seus 24 anos de ininterruptas edições bienais. Lembrou que, nesse período, muitas empresas cresceram estimuladas pelas vendas fechadas a cada edição da feira e apoiadas pela aproximação entre fornecedores e usuários, realização de seminários e divulgação internacional.

Na Fiesp, a diretora da Enterprise Feiras e Eventos, Maria Antonia Siqueira Ferreira, contratada pela Acic para coordenar o esforço de vendas, também fez seu pronunciamento. "É essencial investir em feiras comerciais para manter o nível da receita operacional das empresas", discursou a empresária.

O diretor de feiras e eventos da Acic, Bento Zanoni, informou que a entidade está mantendo ampla articulação com a Administração Municipal, as organizações de representação da indústria e dos centros de pesquisa, o empresariado e demais parceiros - especialmente hotéis e prestadores de serviços – para assegurar plenas condições técnicas, institucionais e logísticas para a realização do evento.

A primeira reunião preparatória ocorreu também no início deste mês, com a Diretoria Executiva da associação. Na ocasião, o gerente do projeto MercoAgro, Nadir José Cervelin, apresentou um balanço de todas as providências em andamento, não detalhadas na nota à imprensa. Tão logo as providências sejam divulgadas aos órgãos de comunicação que não puderam cobrir o lançamento da feira, a CarneTec irá relatá-las neste portal.

Fonte: Carnetec


Postado em 04 de Agosto de 2017 às 15h40

Volume de exportações de frango cresce 6% em julho; carne suína sobe 10% em receita

Notícias do Setor (195)

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou na quarta-feira (2) que as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 385 mil toneladas em julho, número que supera em 6,2% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 362,4 mil toneladas.

Segundo a entidade, trata-se do "primeiro saldo mensal positivo desde os equívocos ocorridos na divulgação da Operação Carne Fraca, ocorrida em março deste ano".

O resultado do mês também foi positivo em receita cambial. Ao todo, foram arrecadados US$ 619,2 milhões, saldo 2,7% superior aos US$ 603 milhões registrados em julho de 2016.

No acumulado do ano (janeiro-julho), o setor registra alta de 5,4% na receita cambial, com US$ 4,201 bilhões em 2017 - contra US$ 3,987 bilhões dos sete primeiros meses de 2016.

Já em volume, houve decréscimo de 4,6%, com 2,506 milhões de toneladas neste ano – em 2016, foram 2,628 milhões de toneladas.

“Emirados Árabes Unidos, Egito, Japão, México, Kwait, Angola e outros mercados contribuíram para o bom desempenho registrado neste mês (julho). Nossa expectativa é que o ritmo se mantenha nestes níveis até o fim de 2017, recuperando o setor exportador dos impactos negativos registrados ao longo do primeiro semestre”, disse em nota Francisco Turra, presidente executivo da ABPA.

Carne suína in natura
As exportações brasileiras de carne suína in natura registraram queda de 6,8% em julho na comparação com igual mês do ano passado. Ao todo, foram embarcadas 48,7 mil toneladas no mês passado, contra 52,2 mil toneladas de julho de 2016.

Já em receita houve incremento de 10%, com US$ 122,7 milhões, contra US$ 111,6 milhões de julho do ano passado.

O saldo das vendas nos sete primeiros meses do ano também foi positivo, chegando a US$ 863 milhões neste ano, ante US$ 685,2 milhões em 2016. No mesmo período, houve retração de 3,1% nos volumes embarcados, com 342,4 mil toneladas neste ano - no ano passado, foram 353,4 mil toneladas.

“Houve uma retração pontual nas importações de determinados mercados. A boa notícia veio de Hong Kong, que retomou suas importações em patamares razoavelmente elevados”, disse Ricardo Santin, vice-presidente de Mercados da ABPA, também em nota.

Fonte: Carnetec


Postado em 04 de Agosto de 2017 às 15h27

Rally 2017 - Maior expedição técnica privada do Brasil com foco em pecuária

Notícias do Setor (195)

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e a Agroconsult convidam para o evento de encerramento e apresentação de dados do

RALLY DA PECUÁRIA 2017

Nesta edição, o Rally - maior expedição técnica privada do Brasil com foco em pecuária – percorreu mais de 70 mil quilômetros, conhecendo e entrevistando pecuaristas. Sete equipes técnicas realizaram um levantamento completo de informações in loco sobre as condições das pastagens e da bovinocultura nas áreas de cria, recria, engorda e confinamento do país. Durante a expedição foram realizados 12 encontros regionais, além de diversas oficinas, apresentando dados de mercado para milhares de pecuaristas. Os 11 estados visitados correspondem a mais de 82% do rebanho bovino nacional e 86% da produção de carne.


Postado em 04 de Agosto de 2017 às 15h24

Aurora Alimentos tem perda de R$ 2,5 milhões com roubos de cargas em 12 meses

Notícias do Setor (195)

Por Anna Flávia Rochas em 25/07/2017

A Aurora Alimentos teve prejuízo de R$ 2,5 milhões relacionado ao roubo de 65 cargas de produtos cárneos nos últimos 12 meses, totalizando 362 mil quilos, informou a companhia na segunda-feira (24).

Metade dos roubos ocorreu no estado do Rio de janeiro (32 cargas), 20 cargas foram saqueadas em São Paulo, três na Bahia, quatro em Minas Gerais, duas em Santa Catarina, três no Paraná e duas em Mato Grosso do Sul.

“O roubo de cargas representa um prejuízo fatal para muitas empresas, encarece o seguro, dificulta o transporte, inflaciona o preço final de muitos produtos e destrói o ambiente de negócios”, disse o presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster, em nota, na qual pede uma política nacional integrada de combate ao crime.

A agroindústria produtora de carnes de frango, suína e de ovos teve prejuízo de R$ 38,5 milhões em 2016 com roubo de cargas, sendo que 3,9 mil toneladas de produtos foram desviadas, segundo levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em maio.

O problema já foi apresentado ao Ministério da Justiça pela ABPA, que pediu ações contra esses crimes.

Outro levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que as indústrias como um todo no Brasil sofreram prejuízos de R$ 6,1 bilhões entre 2011 e 2016 devido ao roubo de cargas.



Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Julho de 2017 às 10h06

Marel concorda em adquirir a Sulmaq

Notícias do Setor (195)

É com prazer que a Marel anuncia que concordou em adquirir a Sulmaq. O objetivo é fortalecer a posição da Marel na América do Sul e na América Central e assegurar um melhor acesso a um grande e crescente mercado de carne bovina e suína.

Fundada em 1971, a Sulmaq está na vanguarda do fornecimento de soluções de processamento primário das indústrias de carne suína e bovina na América do Sul e na América Central. A Marel é líder global de sistemas e serviços de processamento avançado das indústrias de aves, carnes e pescados. Juntas, a Marel e a Sulmaq estarão na vanguarda do desenvolvimento de métodos inovadores, de linha completa de soluções e equipamentos para processadores de carne em todo o mundo.

Ao logo dos anos, a Marel cresceu organicamente, bem como através da aquisição de diversas marcas de renome internacional, como MPS, Stork e Scanvaegt. A aquisição da Sulmaq está de acordo com a estratégia da Marel em ser uma fornecedora global de linha completa para as indústrias de aves, carnes e pescados. O Brasil é o segundo maior produtor de carne bovina e o terceiro maior produtor de carne de aves no mundo, e esse passo resultará em uma posição mais forte da Marel na América do Sul e na América Central.

A Sulmaq está sediada no estado do Rio Grande do Sul, localizado no sul do Brasil. A empresa emprega em torno de 400 empregados e sua função principal é o abate de suíno e bovino, corte e desossa, bem como processamento de vísceras e logística alimentar. A Sulmaq tem uma grande base instalada em toda a América do Sul e América Central e forte relacionamento com clientes. A empresa também desenvolve e fabrica peças microfundidas de precisão para diversos segmentos de mercado. A receita anual da Sulmaq é de cerca de 25 milhões de euros.

A Marel está comprometida em investir no Brasil e no mercado sul-americano e centro-americano, uma vez que a empresa acredita em seu potencial crescimento, na sua agricultura avançada e no seu acesso aos recursos para a indústria alimentícia.

Arni Oddur Thordarson, CEO da Marel:
“A Sulmaq é um excelente acréscimo ao portfólio da Marel. A Sulmaq tem uma posição muito forte na América do Sul e na América Central e tem estado na vanguarda do fornecimento de soluções primárias para carne na região. A Marel obteve muito sucesso nos mercados de aves e pescados na América do Sul nas últimas duas décadas e agora está se preparando para um maior crescimento na região. Estamos empenhados em investir em mais crescimento e inovação para agregar valor aos nossos clientes atuais e futuros Não é esperado que a aquisição cause um grande impacto nos resultados financeiros da Marel a curto prazo. No entanto, este mercado de 600 milhões de pessoas apresenta um ótimo potencial de longo prazo para o processamento de aves, carnes e pescados, tanto para o fornecimento regional como para exportação para todo o mundo”.

Fernando Roos, Diretor Comercial, Sulmaq:
"No final dos anos 2000, obtivemos uma posição de liderança no segmento de carne vermelha na América do Sul e na América Central. Hoje, vemos uma grande oportunidade em fazer parte da Marel, pioneira inovadora em nosso campo. Realmente acreditamos nas perspectivas de crescimento e de longo prazo da Sulmaq com a Marel e o valor agregado que poderemos oferecer aos nossos clientes. Fazer parte de uma organização maior também significa que nossos empregados se beneficiarão de oportunidades de carreira ainda maiores".

Conclusão da aquisição
É esperado que o fechamento da aquisição ocorra no terceiro trimestre de 2017, estando sujeito às condições habituais de fechamento. No entanto, aprovações de autoridades de defesa da concorrência não são necessárias. Os líderes da Sulmaq, Fernando Roos, Henrique Roos e Julio Roos, têm papel fundamental no futuro da Marel e continuarão em seus atuais cargos na Sulmaq. A Sulmaq conduzirá seus negócios de forma autônoma com o apoio da Marel, enquanto tais empresas trabalham na criação da configuração ideal, o que lhes permitirá atender seus clientes da melhor forma possível no futuro.

Para informações adicionais favor contatar:

Audbjorg Olafsdottir, Diretora de Relações com Investidores e Comunicação Corporativa da Marel. E-mail: audbjorg.olafsdottir@marel.com. Tel.: +354 563 8626. Celular. +354 853 8626.


Postado em 28 de Julho de 2017 às 10h02

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