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Postado em 10 de Fevereiro às 15h22

Empresas que estarão presentes na EXPOMEAT 2017 no estande da Zametal

Notícias do Setor (123)

Empresa Italiana fornecedora de soluções completas em linhas de preparação de massa de salame, mortadela e salsicha com esteiras de pesagem, moedores, misturadores, cubadores quebradores de blocos.


Site: www.velati.com

Empresa Italiana líder no setor, com fornecimento de câmaras para produtos curados (salame, copa, speck, bresaola, presunto) com e sem fumaça. Instalações para descongelamentos de carne, instalações para áreas de fatiamento e elaboração de produtos (câmaras brancas).


Site: www.travaglini.it

Empresa Italiana que oferece soluções e sistemas inovativos de movimentação de matérias primas, salames, presuntos, de forma manual ou automática por trilho aéreo em alumínio.

Site: www.tecsal.com

Empresa inovadora que propões soluções sob medida para linhas de produção de copa, panceta, lombo, presunto cru, presunto cozido com tenderizadores, tumbler para produtos a serem cozidos ou salgados, formadoras e embutidoras para músculos inteiros, corrugadoras de tripa, máquinas para lavar containers, gaiolas.

Site: www.inoxmeccanica.it 

Empresa espanhola líder mundial em fornecimento de equipamentos para processamento de alta pressão – HPP.

Site: www.hiperbaric.com


Postado em 10 de Fevereiro às 15h07

COLDBRAS vai expor seus principais produtos da feira EXPOMEAT

Notícias do Setor (123)

A Coldbras iniciou suas atividades no ano de 2000, em uma área de 2000 m2, localizada na cidade de Porto Alegre. Em 2004, tendo em vista o seu crescimento e diferenciação no mercado devido à qualidade de seus produtos, tecnologia de ponta e preços competitivos, a Coldbras necessitou mudar-se para uma área maior. Foi então que sua sede foi transferida para uma área de 10500 m2, localizada no Distrito Industrial de Cachoeirinha, uma cidade situada a 7Km de Porto Alegre, passando a contar com uma ampla infra-estrutura, e maior facilidade na logística de seus produtos.

A empresa vai expor seus principais produtos na feira EXPOMEAT como:

  • MÁQUINAS DE GELO EM TUBOS
  • MÁQUINAS DE GELO EM ESCAMAS
  • CONDENSADORES EVAPORATIVOS
  • EXTRATOR DE AR AUTOMATICO
  • EVAPORADORES DE AR FORÇADO
  • RECIPIENTES DE LÍQUIDO
  • SEPARADORES DE LÍQUIDO
  • BOMBAS DE AMÔNIA
  • PEÇAS DE REPOSIÇÃO PARA COMPRESSORES - SABROE®, MYCOM®, MADEF®

Produto em destaque:

  • SISTEMA SKID PARA FABRICAÇÃO DE GELO EM TUBOS

Informações:

Nome Empresa: COLDBRAS S.A.
Nome para contato: Rodrigo F. Garcia
Fone: (51) 3303.2222
E-mail: coldbras@coldbras.com.br
Site: www.coldbras.com.br


Postado em 10 de Fevereiro às 08h39

Agropecuaristas do Estado constroem o frigorífico mais moderno do Brasil

Notícias do Setor (123)

Empresário Antônio Denarium, um dos sócios do Frigo 10, disse que a ideia nasceu da necessidade de se abater o gado em local seguro (Fotos: Antônio Carlos)

Investimento já chega a R$ 35 milhões, com previsão de a fábrica começar a funcionar ainda neste primeiro semestre do ano

Há sete anos, dez empresários roraimenses do ramo agropecuário decidiram não ficar mais dependendo do poder público. O grupo começou a construir o matadouro mais moderno do Brasil, o Frigo 10, no quilômetro 482 da BR-174 sul, na zona rural de Boa Vista, saída para Manaus (AM). O investimento até o momento já chega a R$ 35 milhões e a previsão é que o matadouro seja inaugurado ainda no primeiro semestre deste ano.

O empresário e agropecuarista Antônio Denarium, um dos sócios do Frigo 10, lembrou que e ideia surgiu da necessidade dos produtores rurais regionais abaterem o gado em um local seguro, como o exigido pelas normais sanitárias, uma vez que o Matadouro e Frigorífico Industrial de Roraima (Mafirr), segundo ele, não atende mais à demanda e não tem capacidade de abate, nem condições sanitárias.

“Hoje Roraima produz excesso de carne todo mês. O nosso rebanho gira em tono de um milhão de cabeças e, por mês, abatemos cerca de 10 mil animais. Desse total, 30% vão para Manaus. Temos que pagar um frete de R$ 3.500 por cada caminhão com 20 bois. O frete do caminhão com 100 bois refrigerados custa R$ 5 mil. Se tivéssemos condições de abater aqui, isso com certeza reduziria o custo da produção”, observou.

Segundo Denarium, a pecuária roraimense ficou estagnada devido à falta de uma indústria para o abate. Por causa disso, cerca de dois mil bois são vendidos todo mês para Manaus, onde são abatidos porque o Mafirr há anos não atende mais à demanda. “Foi isso que nos fez ter a ideia de construir o Frigo 10. Foi justamente para suprir a demanda, mas o importante é que lá na ponta quem ganhará será o nosso consumidor, que terá uma carne com mais qualidade”, frisou. (AJ)

Frigo 10 vai abater até 80 bois por hora

O Frigo 10 é o matadouro mais moderno do Brasil com capacidade de abater até 80 bois por hora. O empreendimento vai gerar 300 empregos diretos e mais de três mil indiretos. Com a segurança no abate, Antônio Denarium acredita que o matadouro vai atrair novos investidores para o Estado.

“Este modelo de produção integra agricultura e pecuária. Plantamos determinada cultura e colhemos. Depois, plantamos capim que vira pasto. É um ciclo de culturas que no final ainda recupera áreas de pastagens degradadas, tudo de acordo com as leis de proteção ambiental”, observou o empresário.

Nos primeiros meses, o Frigo 10 irá produzir de olho nos mercados local e regional. Atendendo a demanda, a carne roraimense poderá abastecer o mercado do país vizinho, a Venezuela, que é o 4º maior importador de carne do Brasil e o primeiro importador de boi vivo.

“A carne vinha de Rondônia e os bois vivos do Pará. E nós, ao lado deste grande mercado consumidor, não podíamos vender nossa carne, nem o animal vivo, porque havia restrição de febre aftosa e o Mafirr não dá conta. Mas com o Frigo 10 funcionando e Roraima já com status livre de aftosa, vamos entrar neste competitivo mercado, assim que nosso rebanho começar a crescer”, frisou. (AJ)

Processo de abate pode durar até 36 horas


O médico veterinário Carlos Bocehi, de 39 anos, diretor do Frigo 10, explicou o processo de abate. O gado primeiro fica em um curral, onde é inspecionado por técnicos de órgãos de vigilância sanitária. De lá, aprovado, o boi segue para outro curral, onde toma banho antes de ir para o abate.

Do setor do abate sujo, o gado começa então a passar por vários processos de corte de carne, limpeza e seleção de miúdos. Mas primeiro entra na área de buchação, onde o bucho do animal é limpo. Depois, o gado vai para a área do mocotó e miúdos. O couro já ficou em outro setor.

O boi primeiro recebe dois cortes transversais e desce para a câmara de resfriamento, onde é partido em seis pedaços, dois traseiros, dois dianteiros e duas pontas de agulha. O processo é contínuo e pode durar até 36h, do abate até a venda da carne, que pode ficar estocada por até um ano”, ressaltou.

No setor de miúdos, o bucho é resfriado ainda em movimento. Há três câmaras de resfriamento com capacidade para armazenar até 160 bois abatidos, cada. Dependendo da produção, há mais duas a serem utilizadas. O frigorífico tem uma rede de tratamento de água e fluentes, e todo o esgoto é de inox. Tudo de acordo com as normas da Vigilância Sanitária.

O maquinário da fábrica é de última geração e todo automatizado. A sala de máquinas, que abriga três potentes compressores, funciona como o coração do Frigo 10, porque é de lá que saem todos os comandos. Ao lado do frigorífico tem outra indústria que manufatura osso, chifre e couro.

O processo começa no digestor e esterilizador, que funciona como uma imensa panela de pressão com capacidade para até nove mil quilos. A fábrica também conta com um potente gerador de energia e com uma caixa de água com capacidade para um milhão de litros.

“O que é legal também dizer é que todo este investimento foi feito porque acreditamos no potencial desta terra. O que podemos comprar aqui, nós compramos. Este frigorífico tem um dos melhores sistemas de abate do mundo. Nossa carne sairá daqui com o selo do SIF [Serviço de Inspeção Federal]”, frisou o diretor. (AJ)

Gado de corte movimenta R$ 25 milhões por mês

A pecuária é um dos setores mais fortes da economia de Roraima. Um boi vivo, segundo Antônio Denarium, custa em média R$ 2.500,00 e dez mil animais são abatidos por mês no Estado, o que dá R$ 25 milhões. O empresário lembrou que este número representa apenas o gado de corte, sem contar o leiteiro e o mercado de animais vivos em que pecuaristas negociam garrotes e vacas.

Outra saída para o setor é a regularização fundiária. Denarium disse que, com a aprovação do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), Roraima atrairia novos investidores, que teriam acesso a linhas de crédito, o que com certeza aumentaria a produção.

“Acredito que, nos próximos meses, o governo conclua esta regulamentação fundiária e que os produtores recebam seus títulos. Aí, sim, com a ZEE aprovada, Roraima livre de aftosa e com o Frigo 10 a todo vapor, vamos alavancar a produção de carne. O que era um sonho hoje está virando realidade”. (AJ)

Fonte: Amílcar Júnior - Frigo 10 - http://folhabv.com.br/


Postado em 08 de Fevereiro às 13h01

Solução inovadora para desossa de paleta e pernil suínos

Notícias do Setor (123)

A DeboFlex é uma solução inovadora da Marel para a desossa de paleta e pernil suíno.

A desossa suína tradicional é baseada principalmente em linhas de produção onde os produtos são transportados em uma esteira em um fluxo aleatório, às vezes caótico, e trabalhado por uma equipe de operadores altamente qualificados.

A DeboFlex usa um sistema de transporte aéreo com ganchos rotativos especiais para prender as paletas ou os pernis, que os transportam em um fluxo controlado pelas estações de trabalho.

A desossa das paletas ou dos pernis suínos com a DeboFlex resulta em menores custos, maior rendimento, melhor qualidade e maior vida útil dos produtos.

A paleta ou o pernil são firmemente presos no transportador e posicionados automaticamente para cada tarefa. Isto economiza tempo e permite que os operadores se concentrem inteiramente na tarefa que têm em mãos.

A automação permite que o trabalho seja feito mais rapidamente e com maior precisão, resultando em um produto final mais consistente. Cada sistema DeboFlex inclui módulos automáticos para carregar as paletas ou os pernis em transportadores aéreos e para o corte da pata. As opções automatizadas incluem a retirada da pele, o corte de Eisbein e a remoção da escápula em linha.

Não há contato de produto com produto e menor possibilidade de contaminação cruzada por contato manual com o produto. Além disso, a contaminação cruzada da pele para os produtos finais é reduzida absolutamente ao mínimo.

Fonte: marel.com


Postado em 07 de Fevereiro às 08h49

Frigol eleva vendas para a Rússia em 15% em 2016

Notícias do Setor (123)

A Frigol registrou um aumento de 15% nas vendas para a Rússia em 2016, na comparação com 2015, informou a empresa em comunicado na segunda-feira (6).

“Foi um ano difícil para todos os setores, não apenas para o de carnes. Nós tivemos que lidar com o cenário de uma crise econômica e também política. Por isso, intensificamos nossa busca por clientes fora do Brasil”, disse o gerente da Frigol, Dorival Jr.

A Frigol teve um faturamento total de R$ 1,3 bilhão em 2016. A Rússia é o segundo maior mercado comprador da empresa.

A companhia está participando da 24ª Exibição Internacional de Alimentos, Bebidas e Insumos – Prodexpo, em Moscou (Rússia), e pretende participar de outros eventos internacionais a serem realizados na China, na Alemanha e no Oriente Médio neste ano.

Em 2016, a Frigol abriu um escritório em Dubai e quer continuar ampliando seus negócios internacionais, conforme disse o presidente da empresa Luciano Pascon em entrevista à CarneTec em novembro de 2016.
A Frigol processa 120 mil toneladas de carnes por ano e exporta para 60 países da América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia e África, além de vender no Brasil.

Fonte: Anna Flávia Rochas - Carnetec


Postado em 06 de Fevereiro às 09h30

Governo vai procurar JBS ou ‘outro grupo’ para reabrir frigorífico em MS

Notícias do Setor (123)

Mais de 200 trabalhadores já foram demitidos

Um dia após o fechamento do frigorífico do grupo JBS no município de Coxim, prefeitos de municípios da região norte que temem fechamento de mais postos de empregos, procuraram apoio na Assembleia Legislativa e ouviram de representantes do governo promessa de que o local não deverá permanecer fechado.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, a gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB), vai procurar a direção da JBS para tentar uma solução para o problema alegado pela empresa para o fechamento da planta. Caso, a multinacional se negue a reabrir a unidade, outro grupo será procurado para assumir a planta.

“Temos matéria prima de qualidade, mão de obra qualificada e logística. O que aconteceu foi uma desavença sobre valor do arrendamento, mas estamos vendo a disposição e a rapidez do governo em intervir e solucionar”, explicou o prefeito de Coxim, Aluísio São José (PSB), que participou do encontro com o prefeito de Sonora, Enelto Ramos (PMDB).

Anfitrião do encontro, o presidente da Assembleia, deputado Junior Mochi (PMDB), revelou que conversou com o vice-presidente da JBS, Marcelo Zanata, que lhe explicou sobre uma divergência para renovação do arrendamento com o Grupo Margem, que é proprietário da planta, além de outros problemas de ordem trabalhista que inviabilizaram a continuidade da JBS frente àquela unidade.

São José afirma que o frigorífico, que empregava 210 pessoas, todas demitidas, era a maior empresa da cidade, e que abatia cerca de 400 cabeças de gado por dia e era o único em operação na região Norte.

“Temos quatro meses em que os funcionários receberão o seguro-desemprego, nesse período vamos agir para reabrir o frigorífico, com a própria JBS ou com outra empresa”, disse Mochi.

Verruck revelou que o próprio governador Reinaldo Azambuja vai procurar a presidência da JBS, para tentar reverter a decisão, e pode, inclusive, ampliar benefícios fiscais à empresa. A Prefeitura de Coxim também se comprometeu um pedido do grupo, de ativar uma linha de ônibus para trabalhadores do frigorífico.

A JBS, explicou a assessoria de Mochi, reclamava que não havia transporte público para seus trabalhadores, e com isso precisava bancar custos com jornada de trabalho do funcionário considerando o trajeto de casa para o trabalho e vice-versa.

O presidente da Assembleia também solicitou ao secretário de meio ambiente, uma reunião na próxima semana, quarta-feira (8), para debater um projeto que prevê implantação de um confinamento para até 45 mil cabeças de gado em Coxim e uma indústria de ração. Mochi também vai solicitar a pavimentação de um trecho de 2,5 quilômetros que dá acesso ao confinamento e contempla várias outras empresas instaladas na localidade, entre as quais um pequeno frigorífico e um laticínio. 

Fonte: Ludyney Moura - Midiamax


Postado em 01 de Fevereiro às 12h32

Meyn apresenta desossador de peito rápido

Notícias do Setor (123)

O desossador de peito Meyn Rapid M 4.0 é a versão Plug & Play do amplificador automático de peito Meyn, amplamente instalado, Rapid Plus. Inovador e produtivo, o Rapid processa 4 mil frente metades ou tampas de peito por hora e entrega o produto com excelente apresentação.

"O desossador de peito Rapid atua como um novo e avançado sistema autônomo que é cuidadosamente projetado para minimizar o tempo de instalação e otimizar a relação de pegada / capacidade", diz Jeroen Bohm, gerente de Produto para sistemas de desossa de Meyn. "Ao fazer isso, permite que os produtores tenham baixo custo total de propriedade, enquanto economizam até 19 funcionário em tempo integral por turno.

O Rapid Breast Deboner é adequado para carnes in natura. Um processo único de limpeza remove a pele do corte, assegurando uma pele não danificada de alta qualidade recolhida.

Múltiplas opções de operação permitem uma ampla gama de produtos finais, com excelente apresentação para asas de frango, filetes e filé. O wishbone é cortado dopeito muito precisamente, resultando em mínima contaminação óssea e baixa perda de carne.

Outros módulos avançados podem ser integrados para colher meia ou filetes inteiros, com ou sem filé. A configuração é determinada pelos requisitos do produto final. A carne remanescente do osso da quilha é raspada da carcaça para aumentar o valor deste subproduto.

Os botões de toque predefinidos permitem que o operador ajuste as configurações críticas com segurança, instantaneamente e sem esforço durante a produção, por exemplo, quando os pesos do produto mudam.

Fonte: Avicultura Industrial


Postado em 01 de Fevereiro às 11h47

EMA inaugura Frigorífico Marinho que oferece carne do Pantanal

Notícias do Setor (123)

A Empresa Marinho de Agropecuária do Pantanal Ltda (EMA), que teve seu início em 1985, em Corumbá/MS, acaba de inaugurar um frigorífico - o Frigorífico Marinho (FRIMA) -, que abate e vende carne do Pantanal produzida pelos animais das fazenda da própria EMA.

A empresa se especializou na pecuária de corte e faz o ciclo completo de produção: cria Região Pantanal (Paiaguás, Nhecolândia e Jacadigo), recria (Jacadigo) e engorda (Serra de Corumbá - Albuquerque e Maria Coelho).

Agora, foi inaugurado o FRIMA. “Com essas características únicas nas mãos, apenas um processo faltava: garantir que a carne fosse entregue com essa qualidade ao consumidor - o abate e a distribuição. Após três anos de pesquisas e investimentos, a empresa inaugura o FRIMA, o Frigorífico Marinho”, informa o vídeo institucional da empresa.

A empresa afirma que a fim de minimizar o estresse pré-abate e maximizar o sabor, decidiram levar o frigorífico até o boi. Por isso, o frigorífico foi levado até uma das fazendas do grupo.

Fonte: BeefPoint


Postado em 30 de Janeiro às 11h57

Flamboiã investe em embalagem termoformada com atmosfera modificada para cortes de frango

Notícias do Setor (123)

A Flamboiã, empresa de Cabreúva (SP) com 47 anos de atuação no mercado de frangos, aderiu às embalagens termoformadas com atmosfera modificada (ATM).

De acordo com o gerente industrial da Flamboiã, Osvaldo Camacho, o objetivo principal é inovar com qualidade percebida, fazendo com que a empresa paulista seja reconhecida por seu padrão de qualidade. “Conseguimos agregar valor aos cortes resfriados de frango, um produto popular, que agora adquire status de nobreza”, disse ele em nota à imprensa.

Segundo a nota, as vantagens trazidas pela utilização da embalagem termoformada com ATM para cortes de frango são muitas: a otimização no transporte das cargas, aumento do shelf life de 7 para 20 dias, maior raio de atuação, possibilidade de se trabalhar com o produto resfriado e não apenas congelado, melhoria na apresentação do produto, padronização de peso e embalagem, entre outras.

A máquina escolhida pela Flamboiã é uma termoformadora F100 Rig/Flex com ATM 420x300, formato 2x2, da Multivac. A embalagem do produto tem 190,5 mm x 150 mm com ranhuras laterais e permite a aplicação do logotipo em relevo no fundo. A capacidade de produção é de 1.200 embalagens por hora. A Flamboiã já usa a nova embalagem em 15 produtos: 9 in natura e 6 temperados.

“A tecnologia ATM para o nosso segmento é revolucionária, vamos ganhar muito com shelf life e agora poderemos atender lojas a uma distância muito maior”, disse o gerente industrial. Segundo a Multivac, companhia alemã entre as líderes mundiais em máquinas para embalar a vácuo/a ATM, a utilização da ATM para cortes resfriados de frango é inédita no mercado brasileiro.

Fonte: Carnetec


Postado em 27 de Janeiro às 10h12

Pescado está entre os itens do agronegócio mais importados pelo Brasil em 2016

Notícias do Setor (123)

O Brasil continua a ser um excelente cliente para os exportadores de pescado mundo afora. Embora os dados do sistema AgroStat (Mapa) compilados pela Seafood Brasil mostrem uma leve diminuição na receita com compras no exterior em 2016 ante o ano anterior (-2%), o volume cresceu 7%.

O déficit na balança comercial segue enorme diante do nosso potencial produtivo (US$ 920 milhões no ano passado), mas teve um pequeno alívio (5%) motivado por um aumento nas exportações de 7% em receita e 14% em volume.

Com isso, dentro do tradicionalmente exportador agronegócio brasileiro, o pescado é o quarto item mais importado pelo País, com 8,49% de participação na receita. No total, o Brasil importa US$ 13,6 bilhões em produtos agropecuários.

Os peixes, crustáceos e moluscos só perdem para cereais (22,99%), produtos florestais (10,75%) e hortícolas (9,94%). O setor está acima de produtos oleaginosos (6,04%) e frutas (5,40%), por exemplo.

Pará lidera exportações

As exportações mostraram uma reação razoável no ano passado e a expansão em volume evidencia que o desempenho não se deve tanto à oscilação cambial. O Pará é o líder do ranking nacional de Estados exportadores de pescado, com sua oferta de pescado selvagem apreciada na Europa.

O Estado nortista vendeu 11% mais em 2016, totalizando 7 mil toneladas e US$ 55,8 milhões. O camarão e lagosta cearenses vêm na sequência do ranking, seguidos pela oferta selvagem de Santa Catarina. Mas o Rio Grande do Sul é que foi responsável pelo maior volume (10,8 mil toneladas).

Veja o desempenho dos demais Estados na exportação de pescado em 2016:

Fonte: Seafoodbrasil


Postado em 26 de Janeiro às 10h22

Três municípios da região de Sorocaba se destacam no setor avícola

Notícias do Setor (123)

Capela do Alto, Porto Feliz e Araçoiaba da Serra são as cidades que lideram a avicultura entre 15 municípios da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), segundo o levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a pecuária municipal nos anos de 2014 e 2015. Segundo os dados do IBGE, os três municípios da RMS criaram no total 6.398.281 aves para a produção de frango de corte em 2015. Capela do Alto foi a cidade da RMS que teve a maior produção no período, sendo responsável pela criação de 4.575.018 em 2015 e 4.968.000 em 2014. Segundo a Prefeitura de Capela, a avicultura é responsável por cerca de 20% da economia do município, que é predominantemente agrícola. Na soma total, a criação de galináceos nos 15 municípios da RMS chegou a 8.146.132 cabeças em 2015. Os dados de 2016 ainda não foram divulgados pelo IBGE.

De acordo com o IBGE, além da avicultura, Capela do Alto também se destaca na suinocultura, porém com uma produção menor. No total, o município criou 24.800 cabeças em 2015 contra 32.657 em 2014, o que representou uma queda de 24,06%. Segundo o vice-prefeito de Capela, Henrique Daniel Lima, a principal causa para a queda na criação de aves e de porcos na cidade foi o custo de produção. "No caso da avicultura são em média cerca de 30 pequenos produtores que criam aves em sistema integrado, onde a produção é destinada para grandes empresas da região, como Itapetininga e Boituva."

Já Porto Feliz, segunda maior cidade da RMS na criação de aves, a produção total de galináceos teve aumento de 3,77% entre 2014 e 2015. De acordo com os dados do IBGE, a criação de galináceos no município passou de 1.340.618 cabeças para 1.391.263. Além da avicultura, Porto Feliz ainda se destaca na pecuária com a criação de bovinos. No mesmo período, o município criou 23.590 cabeças em 2014 e 23.600 em 2015.

E Araçoiaba da Serra aparece em terceiro lugar no levantamento do IBGE sobre a criação total de galináceos no município. Foram 532.278 cabeças em 2014 contra 432.000 em 2015, o que representou uma queda de 18,84%. Já a produção de bovinos na cidade teve um pequeno aumento no mesmo período e passou de 10.567 para 10.899.

Os municípios da RMS considerados pelo levantamento do IBGE foram: Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Ibiúna, Iperó, Itu, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sarapuí e Sorocaba.

Avicultura vive altos e baixos na RMS
Das 15 cidades da RMS apontadas no levantamento sobre pecuária municipal do IBGE, oito tiveram aumento na criação de aves, seis tiveram queda e apenas uma manteve o mesmo total, entre 2014 e 2015. No período analisado, o destaque foi para Ibiúna, que aumentou o número de cabeças de aves em quase 3.000%, passando de 1.045 para 30.000.

Em segundo lugar, a avicultura também cresceu em São Miguel Arcanjo no mesmo período. Segundo os dados da pesquisa, a criação de galináceos na cidade passou de 85.730 em 2014 para 125.752, o que representa um aumento de 46,68%. E em terceiro aparece Sarapuí no aumento na criação de aves no mesmo período: 19,67%. De acordo com os dados, enquanto em 2014 o número de cabeças foi de 140.300 galináceos, o total passou para 167.900 no ano seguinte.

Já os municípios de Mairinque (19,16%), Pilar do Sul (12,88%), Salto de Pirapora (4,02%), Porto Feliz (3,77%) e São Roque (2,45%) tiveram aumentos menores na criação de aves de 2014 para 2015.
E os municípios que apresentaram queda na criação de aves no mesmo período foram Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Iperó, Itu, Salto e Sorocaba. A cidade de Piedade foi a única que manteve os mesmos números entre 2014 e 2015 (8 mil cabeças).

Para o presidente do Sindicato Rural de Sorocaba, Luiz Antonio Marcello, a cidade tem pouca representatividade na área da pecuária sobretudo porque a zona rural do município é de no máximo 14% atualmente. Segundo ele, a criação de bovinos, por exemplo exige grandes áreas, mas a produção de aves pode ser feita em espaços menores. "Além disso, outra questão é o valor das áreas rurais na cidade que são altos, o que desestimula ainda mais o investimento na pecuária local", afirma.

Fonte: IBGE


Postado em 26 de Janeiro às 10h17

Aurora é a segunda entre as empresas mais amadas do Brasil

Notícias do Setor (123)

A Cooperativa Central Aurora Alimentos é a segunda empresa mais amada do Brasil, segundo o site de carreira Love Mondays. A Aurora anunciou o feito no último dia 18 por meio de nota à imprensa. A partir das opiniões de empregados e ex-empregados das empresas, o site divulgou um ranking com as 50 companhias que têm os funcionários mais felizes e satisfeitos no país.

O site Love Mondays funciona como uma plataforma utilizada por profissionais para escolha de locais onde querem trabalhar. Para a elaboração do ranking foram consideradas as empresas com mais de 50 avaliações publicadas.

Além da nota geral, também é possível verificar satisfação em relação a remuneração, benefícios, oportunidades de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida.

Há ainda a porcentagem de colaboradores que recomendariam a Aurora a um amigo ou colega de profissão.
Segunda colocada nesse ranking nacional, a Aurora apresentou elevados índices de satisfação geral dos colaboradores (4,382 para um limite máximo de 5,0). Quase a totalidade (mais de 95%) dos colaboradores recomenda a empresa para amigos.

O vice-presidente Neivor Canton disse que o resultado anunciado pelo site Love Mondays confirma que a organização está no caminho certo em termos de gestão de seus recursos humanos.
O gerente de gestão de pessoas Nelson Paulo Rossi lembrou que a Aurora foi eleita por seus empregados em 2014 como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, em pesquisa da revista Você S/A. Em 2016, a Aurora ficou na sexta posição do ranking da Love Mondays.

“Para conseguir um lugar na seleta lista das melhores é preciso vencer etapas que foram sendo trabalhadas ao longo dos anos. A etapa mais importante é ser avaliado pelos principais interessados, os empregados”, disse Rossi.

Com mais de 26 mil trabalhadores, a Aurora obteve a distinção em face do equilíbrio nas áreas de remuneração e benefícios, oportunidades de crescimento interno, preocupação com a qualidade de vida de todos que trabalham na empresa e manutenção da cultura cooperativista como um dos seus alicerces.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Janeiro às 15h22

Frigorífico Better Beef comemora conquista de prêmio em Segurança e Saúde do Trabalhador

Notícias do Setor (123)

Com um case sobre contenção em caso de vazamento de gás amônia, o frigorífico Better Beef, de Rancharia (SP), conquistou recentemente o primeiro lugar no Prêmio DuPont™ de Segurança e Saúde do Trabalhador 2016 na categoria Proteção Química, à frente da segunda colocada Toyota do Brasil e da terceira Usina Alto Alegre. Em nota à CarneTec, o Better Beef anunciou a conquista e parabenizou sua equipe responsável pelo setor, em especial a Fernando Marques Rosalvo, técnico em Segurança do Trabalho.

“O nosso técnico Fernando Rosalvo elaborou um projeto (case) visando à melhoria da segurança na categoria Proteção Química, e inscreveu o Frigorífico Better Beef. O case relata a implantação do Macacão Nível “A” Tychem TK DuPont™ na contenção em caso de vazamento de gás amônia NHO3 (gás muito tóxico que, se inalado e/ou ingerido, causa grande irritação e pode levar à morte), utilizado para resfriamento no frigorífico. E nos rendeu um honroso primeiro lugar na categoria Proteção Química”, disse a empresa na nota.

Criado em 2010, o prêmio é conferido anualmente aos projetos que ocasionaram melhorias nas condições do meio ambiente do trabalho, reconhecendo empresas de todo o país que tenham desenvolvido projetos com produtos ou serviços da DuPont™. Além da Proteção Química, as outras categorias do prêmio são: Segurança e Saúde do Trabalhador (SST), Proteção Térmica, Corte e Abrasão e Projeto Estudante. A premiação é organizada pela multinacional americana em parceria com as revistas CIPA e Proteção.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Janeiro às 15h18

Exportações brasileiras de carne suína encerram 2016 com alta de 32% em volume

Notícias do Setor (123)

Confirmando o bom ano vivido pela suinocultura do Brasil no mercado internacional, as exportações do setor (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 732,9 mil toneladas em 2016, volume que supera em 32% as 555,1 mil toneladas embarcadas em 2015.

Com o forte desempenho dos embarques, a receita acumulada nos 12 meses de 2016 alcançou US$ 1,483 bilhão, saldo 16% maior em relação ao obtido no ano anterior, de US$ 1,279 bilhão. Os dados foram divulgados na terça-feira (17) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), com nota em seu site.

“O excelente resultado das exportações ajudou a diminuir os efeitos da retração do consumo interno, impactado pela crise econômica brasileira. Neste contexto, foi altamente positivo o crescimento da participação de Hong Kong, da China e de países da América do Sul no total exportado, diminuindo a dependência sobre as vendas para a Rússia”, ressaltou Francisco Turra, presidente executivo da ABPA.

Considerando apenas o mês de dezembro, as vendas do setor alcançaram 50,9 mil toneladas, 9,8% acima das 46,3 mil toneladas registradas no último mês de 2015. Em receita, as elevações chegaram a 32,7%, com US$ 108,6 milhões – contra US$ 81,9 milhões de dezembro de 2015.

Principal destino das exportações brasileiras (com 33% do total), a Rússia importou nos 12 meses do ano passado 245,1 mil toneladas de carne suína, número 1% superior ao desempenho de 2015. Hong Kong, em segundo lugar (22,7% do total) foi destino de 164,2 mil toneladas, volume 33% superior segundo o mesmo período comparativo. Já para a China foram embarcadas 87,8 mil toneladas (12,1% do total), número 1.582% maior que o efetivado no ano anterior.

Outros mercados também se destacaram nas vendas do ano, como Cingapura, com 32,6 mil toneladas (+16% em relação a 2015), Uruguai, com 29,4 mil toneladas (+30%), Argentina, com 25,2 mil toneladas (+132%) e Chile, com 23,1 mil toneladas (+180%).

“Para 2017 temos boas expectativas quanto à continuidade do bom fluxo de vendas para o Leste Europeu, Ásia e determinados mercados da América do Sul. Ao mesmo tempo, é esperada para este ano a viabilização das vendas para a Coreia do Sul, cuja abertura de mercado está em fase final”, analisou Ricardo Santin, vice-presidente de Mercados da ABPA.

Fonte: Carnetec
 


Postado em 18 de Janeiro às 09h17

Indústria do frango movimenta bilhões na economia brasileira

Notícias do Setor (123)

Cadeia produtiva gera 3,5 milhões de empregos no Brasil. Produto é a carne mais presente no prato dos brasileiros.

A indústria do frango movimenta a economia brasileira e as granjas chegam a faturar R$ 50 bilhões por ano com a produção no país. É a carne mais presente nos pratos dos brasileiros e, ao todo, 158 países consomem o frango produzido no Brasil. Em 2015, a indústria do frango movimentou US$ 6 bilhões em exportações.

Além disso, a produção de carne de frango movimenta outras áreas do agronegócio como a produção de milho e soja, que são usados para alimentação dos animais nas granjas. Essa cadeia produtiva gera 3,5 milhões de emprego no Brasil.

Fonte: g1.globo.com