Notícias

Postado em 23 de Fevereiro às 16h05

Produção de carne bovina deve crescer 5% em 2018, diz Rabobank

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A produção brasileira de carne bovina deve crescer 5% em 2018, na comparação com o ano passado, e exceder 9,8 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento de vacas abatidas, segundo...

A produção brasileira de carne bovina deve crescer 5% em 2018, na comparação com o ano passado, e exceder 9,8 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento de vacas abatidas, segundo relatório divulgado pelo Rabobank na quinta-feira (22).

Nos primeiros nove meses de 2017, a produção brasileira de carne bovina subiu 2,5%, quando comparada ao mesmo período de 2016, sinalizando que o ciclo de retenção de fêmeas chegou ao fim. Já os preços de bezerros caíram em média 11% em 2017, na comparação com 2016.

A recuperação do consumo doméstico de carne bovina também é esperada para 2018, com base na expectativa de crescimento de 2% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

“Alguma demanda adicional será mais que bem-vinda, já que uma oferta adicional – estimada em cerca de 400 mil toneladas – é esperada para 2018.”

O Rabobank estima que produtores e frigoríficos de carne bovina entreguem resultados melhores em 2018.

Fonte: Carnetec


Postado em 31 de Janeiro às 10h25

Rabobank espera alta de 20% na exportação de carne suína do Brasil pra China em 2018

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 As vendas de carne suína brasileira para a China podem crescer 20% em 2018, diante do aumento da oferta e competitividade do produto brasileiro, estimam analistas do Rabobank em relatório divulgado na...

As vendas de carne suína brasileira para a China podem crescer 20% em 2018, diante do aumento da oferta e competitividade do produto brasileiro, estimam analistas do Rabobank em relatório divulgado na terça-feira (30).

As importações totais de carne suína pela China tendem a aumentar cerca de 6% em 2018, após queda significativa em 2017, quando o país asiático tinha elevados estoques de carnes congeladas e os preços internacionais da carne suína estavam altos, segundo o Rabobank.

“Acredita-se que os estoques de carne de porco da China tenham diminuído ao longo do ano passado; os preços nos países exportadores devem cair ainda mais em 2018, já que a oferta está expandindo”, escreveram analistas do Rabobank.

A implementação da nova política ambiental chinesa, que já resultou no desmantelamento de fazendas de produção de suínos nas regiões leste e sul do país, também tende a resultar em fortes exportações de carne suína diretamente para estas áreas, segundo os analistas.

O Brasil exportou quase 50 mil toneladas de carne suína para a China em 2017, queda de 40% em volume, na comparação com o ano anterior, segundo dados compilados pelo Rabobank.

A estimativa de crescimento da demanda chinesa em 2018 pelo Rabobank, caso se confirme, seria um alento para a agroindústria de carne suína brasileira, que atualmente está impedida de exportar para a Rússia, mercado que foi responsável por cerca de 40% de todo o volume do produto exportado pelo Brasil no ano passado.

Fonte: Carnetec


Postado em 26 de Janeiro às 15h44

Alegra Foods é destaque na adoção de sustentabilidade

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 Com cerca de mil integrantes, a fabricante de carnes suínas Alegra Foods vem se mostrando como referência na adoção da sustentabilidade em sua gestão. A marca foi apontada pela Bússola da...

Com cerca de mil integrantes, a fabricante de carnes suínas Alegra Foods vem se mostrando como referência na adoção da sustentabilidade em sua gestão. A marca foi apontada pela Bússola da Sustentabilidade, estudo desenvolvido pelo Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) que mensura a sustentabilidade nas indústrias, como destaque nas práticas de gestão social, ambiental, financeira e de segurança do trabalho no Paraná. As informações foram divulgadas recentemente no site da companhia.

A Alegra Foods vem desenvolvendo uma série de boas práticas operacionais que estão em linha com o crescente nível de conscientização dos consumidores e dos produtores alimentícios. “Isso faz parte da genética da nossa marca que sempre trabalhou com inovação e sustentabilidade”, disse Ivonei Durigon, superintendente da Alegra Foods.

De acordo com a análise feita pela Fiep, a empresa implantou um grande sistema de captação de água da chuva com um reservatório que tem capacidade de abastecer os seus processos produtivos por até 30 dias. A marca também apresentou ações para conscientizar produtores e consumidores na sua área de negócios.

“Além de toda a economia gerada por esse sistema, a importância ambiental que isto carrega é impressionante. Não adianta pedirmos para os nossos colaboradores ligarem para causas ambientais se nós mesmos não nos tornarmos protagonistas neste tipo de ação. Temos que dar o exemplo”, comentou Durigon.

Estudo
A Bússola da Sustentabilidade foi criada com o objetivo de tornar palpável a ideia de sustentabilidade nos negócios da empresa e também de promover a reflexão sobre o tema nas indústrias paranaenses.

Atenta às tendências mundiais da indústria, a pesquisa segue uma metodologia própria e foca na sensibilização e na orientação dos empresários. Também fornece um diagnóstico personalizado para todos os participantes.

De acordo com dados da consultoria EY (Ernst & Young), a preocupação dos empresários com a sustentabilidade vem crescendo. Em 2016, 52% dos empresários diziam ter preocupações com o tema, já em 2017 este número subiu para 68%.

Sobre a Alegra Foods
A marca Alegra Foods apresenta cortes suínos fabricados na Unidade Industrial de Carnes Alegra, localizada em Castro (PR), que faz parte do sistema de intercooperação formado pela Frísia, Castrolanda e Capal. Juntas, as cooperativas produzem ainda industrialmente lácteos da marca Colônia Holandesa nas unidades de beneficiamento de leite de Ponta Grossa, Castro e Itapetininga (SP), e fabricam a farinha de trigo da marca Herança Holandesa em Ponta Grossa.

Fonte: Carnetec


Postado em 26 de Janeiro às 14h41

Aurora estabelece prazo para fornecedor eliminar produção de ovos de galinhas poedeiras em gaiolas

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A Cooperativa Central Aurora Alimentos divulgou nesta semana o compromisso de, até 2025, completar a transição para que 100% dos ovos utilizados em sua cadeia de suprimentos sejam oriundos de galinhas livres de...

A Cooperativa Central Aurora Alimentos divulgou nesta semana o compromisso de, até 2025, completar a transição para que 100% dos ovos utilizados em sua cadeia de suprimentos sejam oriundos de galinhas livres de gaiolas (sistema cage free).

Em dezembro a empresa já havia anunciado que não compactuava com o sistema de produção de ovos oriundos de galinhas poedeiras engaioladas. Recomendou ainda que todos os fornecedores de massas e outros produtos somente utilizem, como matéria-prima, ovos provenientes de galinhas livres de gaiolas. Agora, a Aurora dá um passo adiante com a fixação do prazo de sete anos.

O presidente Mário Lanznaster enfatizou em nota que, na esfera da avicultura industrial, a Aurora honra e mantém o compromisso do bem-estar das aves. Por isso, é incentivadora de vários projetos de pesquisa e geradora de melhores práticas. Ações de bem-estar animal para aves e suínos e produção racional – tanto no campo quanto nas unidades industriais – podem ser evidenciadas na empresa.

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Janeiro às 12h41

JBS vai restituir pecuaristas com diferença do Funrural de janeiro

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A JBS S.A. informou na segunda-feira (22) que pecuaristas que tiveram animais abatidos pela companhia entre 1º e 9 de janeiro serão restituídos com a diferença de 0,8 ponto percentual referente à...

A JBS S.A. informou na segunda-feira (22) que pecuaristas que tiveram animais abatidos pela companhia entre 1º e 9 de janeiro serão restituídos com a diferença de 0,8 ponto percentual referente à mudança na alíquota do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

A partir de 10 de janeiro, a alíquota do Funrural foi reduzida de 2,3% para 1,5%, por meio de lei sancionada pelo presidente Michel Temer.

A alíquota do Funrural é recolhida dos pecuaristas pelos frigoríficos e repassada pela indústria de carnes ao governo.

A restituição realizada pela JBS é referente ao valor descontado dos pecuaristas sobre o preço dos bois para abate nos primeiros dias de janeiro, anteriores à sanção da lei.

“Com essa medida, que alcança mais de 4 mil fornecedores em todo o país, a JBS reafirma sua parceria com a pecuária nacional”, disse a JBS por meio de nota.

A JBS não informou o valor total das restituições.

Fonte: Carnetec


Postado em 22 de Janeiro às 10h59

Mercoagro 2018 - AMS Group apresentará soluções em automação

Notícias do Setor (155)

Com atuação nos Estados de Santa Catarina e Paraná, a AMS Group trará suas soluções para a Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne), programada para o período de 11 a 14 de setembro, em Chapecó. Fundada em 2 de fevereiro de 2004, a AMS Comercial foi a primeira franquia da Balluff Sensores em Santa Catarina e Paraná.

Em julho de 2014 a AMS adquiriu uma indústria de acrílicos e policarbonato, a 3D Acrílicos, que está focada nos produtos para automação industrial, linha náutica, expositores e displays, comunicação visual, premiações e linha de luminárias. Desta forma, a AMS Comercial tornou-se AMS Group, um grupo composto pela empresa 3D Acrílicos, representando também a marca Balluff Sensores.

A empresa atua em todos os segmentos frigoríficos que possuem automação em seus processos. Entre os seus principais produtos estão sensores, conectividade e rastreabilidade para automação industrial, peças técnicas em acrílico e policarbonato, materiais em acrílico para marketing e PDV’S.

A AMS Group estará na Mercoagro no Pavilhão Azul, Rua 1200, Estande nº 1207. Mais informações da empresa no site www.amsgroup.com.br.

MERCOAGRO

A feira é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetrading, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc, Unochapecó, Abrafrigo, Unoesc, Embrapa Suínos e Aves, Asgav/Sipargs e Programa Ovos RS.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br
MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
Matrícula SJPSC 0172
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Rua Nilópolis, 251 D - Bairro Universitário - 89814-510 - Chapecó/SC
Telefone (49) 3323-4244, celular (49) 9 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br
marcos.bedin@mbcomunicacao.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/mbcomunicacaosc
Twitter: https://twitter.com/#!/MBComunicacao


Postado em 22 de Janeiro às 10h43

SC fatura US$ 2,6 bilhões com exportações de carnes em 2017

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 Santa Catarina encerra 2017 faturando alto com as exportações de carnes. Ao todo, o estado embarcou mais de 1,34 milhão de toneladas de carnes para cerca de 130 países, gerando uma receita superior a US$...

Santa Catarina encerra 2017 faturando alto com as exportações de carnes. Ao todo, o estado embarcou mais de 1,34 milhão de toneladas de carnes para cerca de 130 países, gerando uma receita superior a US$ 2,6 bilhões. Os números demonstram a importância do agronegócio catarinense para a economia brasileira. No último ano, 40,4% da carne suína exportada pelo Brasil teve origem no estado.

Maior produtor nacional de suínos e com um status sanitário diferenciado, Santa Catarina vem ampliando os embarques do produto. Em 2017, foram 276,5 mil toneladas de carne suína vendidas para mais de 50 países – um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior. As receitas geradas com as exportações também foram maiores e passaram de US$ 639,2 milhões, 15% a mais do que em 2016. Os principais compradores da carne suína catarinense foram Rússia, China, Hong Kong, Chile e Argentina.

A carne de frango é o carro-chefe das exportações catarinenses – o produto responde por 17,7% de tudo o que o estado exportou em 2017. Ao longo do ano, foram embarcadas 971 mil toneladas de carne de aves, uma queda de 2,9% em relação a 2016. Mesmo com uma quantidade menor, o estado ampliou as receitas em 6,4% e faturou US$ 1,8 bilhão. A carne de frango produzida em Santa Catarina chega a mais de 120 países e os principais compradores são Japão, China, Países Baixos e Arábia Saudita.

Outras carnes
Santa Catarina é ainda exportador de carne de peru, marreco e de pato. Em 2017 foram 35,9 mil toneladas de carne de peru, faturando US$ 88,3 milhões, e 3,4 mil toneladas de carne de pato e de marreco, com uma arrecadação de US$ 8,9 milhões.

Embora não seja um grande exportador de carne bovina, o estado embarcou 2,5 mil toneladas no último ano e as receitas com as vendas chegaram a US$ 8,3 milhões, alta de 69,2% em relação ao ano anterior.

O estado contabiliza ainda a exportação de 57,9 mil toneladas de miudezas, preparações e outras carnes, com US$ 67,3 milhões.

Os números são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, e a análise sobre eles acima foi feita e divulgada pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca (Seap/SC).

Recentemente, a Seap divulgou ainda o resultado do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), estimado em R$ 29,5 bilhões para 2017.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca do estado, Moacir Sopelsa, “a sanidade animal é prioridade em Santa Catarina, justamente porque dá acesso aos mercados mais competitivos do mundo”. Hoje, Santa Catarina é o único estado do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, faz parte de uma zona livre de peste suína clássica.

Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil. O estado conta com 18 mil produtores integrados às agroindústrias e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento.

Fonte: Carnetec


Postado em 22 de Janeiro às 10h40

Seara quer dobrar produção de frango natural em 2018, após alta de 87% nas vendas

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A Seara, marca do grupo JBS, elevou o volume de vendas de frangos produzidos sem antibióticos, sem hormônio e sem conservantes em 87% no ano passado, informou a processadora de carnes na segunda-feira (15). A...

A Seara, marca do grupo JBS, elevou o volume de vendas de frangos produzidos sem antibióticos, sem hormônio e sem conservantes em 87% no ano passado, informou a processadora de carnes na segunda-feira (15).

A Seara espera dobrar a produção de itens com frango natural em 2018 e está aumentando o número de plantas aptas a produzir estes produtos. A empresa habilitou recentemente a unidade de Itapetininga (SP) e pretende habilitar mais uma planta para produzir esse tipo de produto no primeiro trimestre. A unidade em Amparo (SP) já realiza esse tipo de produção.

“Atualmente, cerca de 40% dos consumidores têm como principal driver de compra a saudabilidade do alimento, no qual os frangos naturais têm um destaque ainda maior”, disse o diretor executivo de In Natura para Mercado Interno da Seara, Ivan Siqueira, em nota.

“O Brasil é um mercado com grande potencial para este nicho de produto e que vem registrando altas taxas de crescimento. Quando comparamos dezembro de 2017 ao mesmo mês de 2016, por exemplo, registramos um aumento de 118% na produção e de 212% nas vendas.”

O frango natural é vendido por meio da marca Seara DaGranja, lançada pela JBS em 2015. A marca tem uma linha de 18 produtos, incluindo frangos inteiros, cortes de bandeja, produtos congelados e pratos prontos. Em 2017, a Seara lançou a linha Seara DaGranja Turma da Mônica, com cortes feitos no tamanho adequado para crianças, vendidos em embalagens de 600 gramas.

Fonte: Carnetec


Postado em 12 de Janeiro às 10h51

Cepea vê alta de até 1,57% na demanda doméstica por carne de frango em 2018

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A produção de carne de frango brasileira deve crescer 3,34% e a demanda doméstica pode subir entre 1,32% e 1,57% em 2018, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada...

A produção de carne de frango brasileira deve crescer 3,34% e a demanda doméstica pode subir entre 1,32% e 1,57% em 2018, segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apresentados nesta semana.

As projeções levam em consideração as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Banco Central do Brasil (BC) e apontam para aumento da oferta interna do produto.

Considerando o cenário mais conservador, de crescimento de 0,62% da economia no ano, o excedente de carne de frango para exportação teria aumento de 7,4% ante 2017.

“Esse cenário mostra que, novamente, o setor vai depender fortemente das exportações e reforça a necessidade de a avicultura nacional seguir cumprindo os requisitos sanitários exigidos por importantes demandantes internacionais”, informou o Cepea em nota. “Caso todos os excedentes sejam absorvidos pelo mercado internacional, o volume corresponderia a 34,5% da produção nacional.”

Num cenário mais otimista, de crescimento de 2,53% do PIB, os excedentes para exportação teriam crescimento de 6,91%.

A maior demanda esperada pela China pode ajudar a absorver o excedente de carne de frango estimado para o mercado brasileiro neste ano. Além disso, o Brasil tem vantagem competitiva no mercado internacional já que nunca registrou caso de influenza aviária, ao contrário de muitos concorrentes.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estimou no final de 2017 que as exportações de carne de frango devem crescer entre 1% e 3% em volume em 2018, com recuperação dos níveis de embarques para a União Europeia, de mercados do Oriente Médio e da China. Já a produção deve crescer de 2% a 4%, segundo a entidade.

No mercado doméstico, a recuperação da economia tende a favorecer o crescimento do consumo, segundo os pesquisadores do Cepea, apesar do esperado crescimento nos custos de produção.

Fonte: Carnetec


Postado em 11 de Janeiro às 12h28

BRF lança marca Kidelli com 14 produtos no portfólio

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A BRF S.A. anunciou na terça-feira (09) o lançamento de sua marca Kidelli, focada no atendimento ao mercado de produtos à base de carne de frango e suína com preços mais baixos, segmento...

A BRF S.A. anunciou na terça-feira (09) o lançamento de sua marca Kidelli, focada no atendimento ao mercado de produtos à base de carne de frango e suína com preços mais baixos, segmento responsável por mais de 30% das vendas de alimentos processados no país.

A marca tem um portfólio composto por 14 produtos em nove categorias, entre as quais presuntaria, empanados, mortadela, linguiças e hambúrguer.

“O portfólio da nova marca será uma opção tanto para compra diária de alimentos para consumo em casa, quanto para transformadores que buscam produtos de qualidade com preço competitivo”, informou a BRF em comunicado.

Os produtos, que estarão disponíveis em todo o país a partir de fevereiro, serão produzidos em cinco unidades da BRF, sendo que a maior parte do volume virá das plantas de Uberlândia (MG) e Videira (SC).

“Kidelli irá atuar em um segmento do mercado que registra crescimentos robustos nos últimos anos, ampliando as oportunidades de negócios para o portfólio da BRF”, disse o vice-presidente de Operações da BRF no Brasil, Alexandre Almeida.

“Nos últimos três anos, a BRF investiu R$ 560 milhões em inovação e parte deste montante foi para o desenvolvimento da nova marca.”

A companhia já havia anunciado sua intenção de apresentar uma nova marca no ano passado, dentro de sua estratégia para otimizar a produção com aproveitamento de sobras de matéria-prima. A Kidelli é a terceira marca de produtos cárneos da BRF no Brasil, onde já atua por meio da Sadia e da Perdigão.

A empresa preparou um esforço de venda exclusivo para distribuir a Kidelli, focada em distribuidores independentes e redes atacadistas.

A aposta no segmento de produtos de baixo custo vai pelo caminho oposto à estratégia adotada pela JBS S.A., que tem buscado aumentar a presença no segmento de produtos de alto valor agregado. Na semana passada, a JBS anunciou o lançamento de sua marca 1953, fazendo sua estreia no segmento premium de carne bovina para o varejo.

Fonte: Carnetec


Postado em 11 de Janeiro às 12h13

JBS reabre unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 A JBS reabriu sua unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia (GO) na sexta-feira (05), após um período de 90 dias parada para reforma na infraestrutura e equipamentos da planta, informou a empresa na...

A JBS reabriu sua unidade de abate e desossa de bovinos em Goiânia (GO) na sexta-feira (05), após um período de 90 dias parada para reforma na infraestrutura e equipamentos da planta, informou a empresa na terça-feira (09).

“Goiânia é uma de nossas plantas mais importantes, pois além de abastecer o mercado interno, conta com uma lista de mais de 60 países atendidos”, disse o presidente da JBS Carnes, Renato Costa, por meio de comunicado.

“A unidade é uma referência em tecnologia e processos para a própria companhia, assim como para todo o setor.”

A unidade de Goiânia, adquirida pela JBS em 1996, emprega 837 trabalhadores diretos.

A assessoria de imprensa da JBS diz que empresa não divulga detalhes sobre a capacidade de abate da unidade.

A JBS Carnes anunciou na semana passada o lançamento da marca 1953, de produtos de carne bovina premium para o varejo brasileiro, marcando a sua estreia neste segmento. A empresa também elevou sua capacidade de produção de charque e carne seca em Santana de Parnaíba (SP), no final de 2017, após investimento em novas instalações.

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 11h37

Abates de bovinos em MT sobem 29% no 3º trimestre

Notícias do Setor (155)
Expomeat 2017 Os abates de bovinos em Mato Grosso, estado com o maior rebanho brasileiro, subiram 29,3% no terceiro trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, para 363,6 mil toneladas, informou o Instituto...

Os abates de bovinos em Mato Grosso, estado com o maior rebanho brasileiro, subiram 29,3% no terceiro trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, para 363,6 mil toneladas, informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) em relatório publicado em seu site na segunda-feira (19).

“Além dos avanços de produção neste trimestre, vale destacar a produtividade durante este período, visto que tanto no Brasil quanto em Mato Grosso foram batidos recordes”, informou o Imea.

O Imea calcula que a média de proteína gerada pelos bovinos no Brasil no 3º trimestre foi de 252,92 quilos/cabeça, enquanto em Mato Grosso ficou em 274,39 kg/cab, alcançando os maiores valores já registrados na história.

“Este bom desempenho demonstra que os avanços tecnológicos dentro da porteira da pecuária não foram interrompidos pelos problemas fora da porteira e que Mato Grosso continua na vanguarda deste avanço”, disse o Imea.

O aumento dos abates em MT, e no Brasil, sinaliza recuperação da atividade de frigoríficos, afetados mais cedo neste ano pelos efeitos da Operação Carne Franca, que reduziu temporariamente as demandas de países importadores no primeiro semestre.

Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que os abates de bovinos no Brasil aumentaram 7,6% no terceiro trimestre, para 7,98 milhões de cabeças, na comparação com o segundo trimestre. Em relação ao terceiro trimestre de 2016, a alta foi de 9%.

Mato Grosso elevou os abates em 173,06 mil cabeças, maior crescimento entre os estados produtores, e foi responsável por 16,6% do total abatido no país.

No segundo trimestre, os abates de bovinos no Brasil tinham somado 7,42 milhões de cabeças, queda de 3,1% ante o mesmo período de 2016 e leve alta de 0,3% ante o primeiro trimestre, segundo o IBGE.

Fonte: Carnetec


Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 11h31

MERCOAGRO 2018 - Embalagens de papelão ondulado serão apresentadas pela Adami

Notícias do Setor (155)

Com atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, a Adami S/A estará na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) e apresentará embalagens de papelão ondulado. A empresa atua nos segmentos frigoríficos de aves, suínos, bovinos e peixes. De acordo com o gerente comercial Luiz Alfredo Kasectari, em 2016 a feira superou as expectativas e, por isso, a empresa estará na edição 2018. “A Mercoagro é uma feira importantíssima, onde as tendências e as inovações do setor de proteína são apresentadas para um público altamente qualificado”.

Seja na fabricação de papel e embalagem, no ramo florestal ou no mercado de portas e acessórios de madeira, a Adami S/A é uma empresa consolidada como referência em práticas industriais e empresariais no município de Caçador, onde tem sua sede, bem como nos municípios de Ponte Serrada, Água Doce, Passos Maia, Matos Costa e Calmon, em que se estendem suas atividades.

Atualmente, possui seis unidades de negócio que são: Madeireira, Papel, Embalagem, Pasta Químico-Mecânica, Florestal e Energia Elétrica. Com 75 anos de atuação, os avanços e melhorias seguem constantes e atrelados aos princípios de sustentabilidade e qualidade de vida.

O processo produtivo sustentável da Adami inicia na Unidade Florestal em que tanto o plantio quanto a manutenção das florestas obedecem rigorosamente às leis ambientais vigentes no País.

Na Unidade de Papel e Embalagem, a principal matéria-prima utilizada é o papel reciclado. Dessa forma, a empresa contribui substancialmente para a preservação do meio ambiente e na geração de renda para inúmeras famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.

Na Mercoagro, a empresa estará no Pavilhão Azul, Rua 1100, Estande nº 1100. Mais informações no site www.adami.com.br

MERCOAGRO


A feira é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc, Unochapecó e Abrafrigo.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br

MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
Matrícula SJPSC 0172
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Rua Nilópolis, 251 D - Bairro Universitário - 89814-510 - Chapecó/SC
Telefone (49) 3323-4244, celular (49) 9 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br
marcos.bedin@mbcomunicacao.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/mbcomunicacaosc
Twitter: https://twitter.com/#!/MBComunicacao


Postado em 20 de Dezembro de 2017 às 08h54

Custos de produção de frangos e suínos voltam a subir em novembro, caem no ano

Notícias do Setor (155)

Os custos de produção de suínos e aves calculados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias) da Embrapa apresentaram alta em novembro, diante do aumento nos custos de grãos usados para nutrição animal, divulgou a Cias na segunda-feira (18).

O índice que mede o custo de produção de suínos, ICPSuíno/Embrapa, aumentou 2,05% em novembro ante outubro, e fechou em 198,98 pontos, no quarto mês seguido de alta, impactado principalmente pela alta do milho.

“Este cereal teve o preço aumentado em 3,06% em relação ao mês anterior”, disse o analista de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves, Ari Jarbas Sandi, em nota.

“O farelo de soja também aumentou consideravelmente em Santa Catarina, passando de R$ 1.170 por tonelada em outubro para R$ 1.200 por tonelada em novembro. Um acréscimo de 2,56%.”

O custo de produção do quilo de suíno vivo em ciclo completo em Santa Catarina, principal estado brasileiro produtor de suínos, ficou em R$ 3,48 em novembro.

Já o ICPFrango/Embrapa teve alta de 0,73% em novembro, para 184,51 pontos. O custo de produção de frango de corte no Paraná, estado com maior produção de frangos no Brasil, fechou novembro em R$ 2,38 por quilo vivo. A alta do custo do ICPFrango foi mais comedida porque há maior disponibilidade de milho no Paraná, segundo principal produtor brasileiro deste grão e que está próximo a outras regiões produtoras.

“O Paraná fornece milho suficiente para abastecer as cadeias produtivas de frangos de corte e de suínos e, se não bastasse isto, o setor produtivo destas carnes ocupa posição estratégica na geografia paranaense”, disse Jarbas Sandi.

“Se o Paraná precisar de grãos além do que produz, para fornecer às cadeias produtivas das carnes citadas, ele está próximo de Mato Grosso do Sul, terceiro maior produtor nacional de milho e logisticamente muito mais próximo das indústrias de rações situadas no Paraná do que aquelas situadas em Santa Catarina. Além disso, o Paraná faz fronteira com outros dois países igualmente estratégicos para o fornecimento de insumos à produção, o Paraguai e a Argentina.”

Nos primeiros 11 meses de 2017, o ICP/Frango acumula queda de 12,44% e o ICP/Suíno de -9,38%.

Fonte: Cias/Embrapa

Produção menor de milho
O aumento nos custos de grãos neste fim de ano e no início do ano que vem já era esperado por representantes da indústria de carnes, com base nas estimativas de que a safra do milho no Brasil em 2018 será menor que a verificada neste ano.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na semana passada que a produção de milho brasileira deve chegar a 92,2 milhões de toneladas no ano que vem, em comparação com 97,8 milhões de toneladas na safra 2016/17.

Analistas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmaram em nota divulgada no website da entidade na segunda-feira (18) que as estimativas da Conab influenciam a firmeza nos preços internos do grão. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o milho na região de Campinas (SP) avançou 2,4% entre 8 e 15 de dezembro, para R$ 32,36/saca de 60 quilos.

Fonte: Cias/Embrapa/Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 17h39

MERCOAGRO 2018 - Embalagens de papelão ondulado serão apresentadas pela Adami

Notícias do Setor (155)

Com atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, a Adami S/A estará na Mercoagro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) e apresentará embalagens de papelão ondulado. A empresa atua nos segmentos frigoríficos de aves, suínos, bovinos e peixes. De acordo com o gerente comercial Luiz Alfredo Kasectari, em 2016 a feira superou as expectativas e, por isso, a empresa estará na edição 2018. “A Mercoagro é uma feira importantíssima, onde as tendências e as inovações do setor de proteína são apresentadas para um público altamente qualificado”.

Seja na fabricação de papel e embalagem, no ramo florestal ou no mercado de portas e acessórios de madeira, a Adami S/A é uma empresa consolidada como referência em práticas industriais e empresariais no município de Caçador, onde tem sua sede, bem como nos municípios de Ponte Serrada, Água Doce, Passos Maia, Matos Costa e Calmon, em que se estendem suas atividades.

Atualmente, possui seis unidades de negócio que são: Madeireira, Papel, Embalagem, Pasta Químico-Mecânica, Florestal e Energia Elétrica. Com 75 anos de atuação, os avanços e melhorias seguem constantes e atrelados aos princípios de sustentabilidade e qualidade de vida.

O processo produtivo sustentável da Adami inicia na Unidade Florestal em que tanto o plantio quanto a manutenção das florestas obedecem rigorosamente às leis ambientais vigentes no País.

Na Unidade de Papel e Embalagem, a principal matéria-prima utilizada é o papel reciclado. Dessa forma, a empresa contribui substancialmente para a preservação do meio ambiente e na geração de renda para inúmeras famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.

Na Mercoagro, a empresa estará no Pavilhão Azul, Rua 1100, Estande nº 1100. Mais informações no site www.adami.com.br

MERCOAGRO
A feira é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) e está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc, Unochapecó e Abrafrigo.

Mais informações no site: www.mercoagro.com.br

MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
Matrícula SJPSC 0172
MB Comunicação Empresarial/Organizacional
Rua Nilópolis, 251 D - Bairro Universitário - 89814-510 - Chapecó/SC
Telefone (49) 3323-4244, celular (49) 9 9967-4244
mb@mbcomunicacao.com.br
marcos.bedin@mbcomunicacao.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/mbcomunicacaosc
Twitter: https://twitter.com/#!/MBComunicacao