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Postado em 21 de Setembro às 10h39

Seara anuncia investimentos e abertura de vagas em MG

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A Seara Alimentos anunciou na quinta-feira (24) investimentos de R$ 4,5 milhões em sua unidade de Uberaba (MG). Segundo nota da marca da JBS à imprensa, desse total, R$ 3 milhões serão destinados...

A Seara Alimentos anunciou na quinta-feira (24) investimentos de R$ 4,5 milhões em sua unidade de Uberaba (MG). Segundo nota da marca da JBS à imprensa, desse total, R$ 3 milhões serão destinados à reforma, modernização e instalação de novos equipamentos na unidade. R$ 1,5 milhão será aplicado no treinamento e desenvolvimento dos colaboradores.

“O objetivo da modernização é ampliar o mix de produtos e atender às demandas do consumidor brasileiro”, disse o diretor regional de Operações da Seara, Isauro Paludo, na nota. “A reforma começa em 2 de outubro e termina em 90 dias. Estamos implementando o que há de mais moderno e eficiente na linha de produção de cortes de aves no país”, complementou o executivo.

Durante o período de reformas, os colaboradores sairão em layoff, pois “as obras e a instalação de novos equipamentos não permitem que a unidade permaneça funcionando”, explicou Paludo. Com o layoff, todos os colaboradores terão seus rendimentos e benefícios mantidos. “Quando os colaboradores retornarem às suas atividades, em 2 de janeiro de 2018, encontrarão uma unidade muito mais moderna e competitiva”, reforçou o executivo.

Mesmo com a modernização - que em muitos casos resulta em aumento da automação nas fábricas e menor necessidade de mão de obra, a nota da Seara não fala em cortes, mas sim em contratações. A seleção de novas vagas deve começar em novembro e as tratativas com a prefeitura de Uberaba estão adiantadas para que o processo seletivo seja realizado via Sine (Sistema Nacional de Emprego) Municipal.

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Setembro às 10h02

Lançamento da MercoAgro 2018 é marcado por otimismo; previsão de mais um pavilhão

Notícias do Setor (99)

Faltando um ano para a MercoAgro 2018 (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne), 63% dos espaços já foram comercializados. O anúncio foi feito durante o lançamento oficial do evento no último dia 14 de setembro, em Chapecó (SC), que contou com empresários, expositores, apoiadores, autoridades e profissionais de imprensa.

Segundo nota da organizadora Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), a feira apresenta-se com vitalidade ímpar porque traduz a ação, o dinamismo e o arrojo de uma das maiores e mais complexas cadeias produtivas da economia brasileira, com a presença dos principais atores do mercado.
 
"Visitamos todos os frigoríficos para apresentar os diferenciais da MercoAgro. Estamos otimistas para a próxima edição e já pensamos, inclusive, em fazer mais um pavilhão", disse o diretor de Feiras e Eventos da Acic, Bento Zanoni.
São esperados 160 estandes com 250 marcas representadas, 15 mil visitantes/compradores de diversos países, e negócios de cerca de US$ 160 milhões, divulgou a Acic.
O envolvimento da comunidade para a realização da feira foi destacado pelo gerente do projeto MercoAgro, Nadir José Cervelin. "Os empresários e expositores contribuíram com sugestões que foram fundamentais para a melhoria da feira."
De acordo com a diretora da Enterprise Feiras e Eventos, Maria Antonia Siqueira Ferreira, o retorno de expositores em 2016 demonstra o bom trabalho realizado por toda a comissão organizadora.

O vice-prefeito de Chapecó, Elio Cella, destacou a estrutura da cidade para receber grandes feiras, com ampla rede hoteleira, restaurantes, aeroporto, entre outros.

O presidente da Acic, Josias Mascarello, enfatizou que na Mercoagro os expositores e visitantes-compradores têm a certeza da realização de bons negócios. "A feira notabilizou-se mundialmente e atrai fabricantes e fornecedores de máquinas, equipamentos, implementos e insumos para as indústrias frigoríficas."

Além disso, o compromisso com a difusão do conhecimento científico continua sendo prioridade, por meio de eventos paralelos como o Seminário Internacional de Industrialização da Carne, a Clínica Tecnológica, o Laboratório Experimental, o salão de inovação, a sessão de negócios, o painel de oportunidades e o Mercoshow.

Serviço
12ª MercoAgro - Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne
Data: 11 a 14 de setembro de 2018
Local: Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC)
Mais informações: 11 2730-0522 - contato@rofereventos.com.br - www.mercoagro.com.br

Fonte: Carnetec


Postado em 21 de Setembro às 09h51

Mato Grosso supera SP como principal exportador de carne bovina em agosto, diz Imea

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 Exportadores de carne bovina de Mato Grosso registraram a segunda maior receita da sua histórica com as vendas externas do produto em agosto e superaram São Paulo como principal estado exportador de carne bovina do...

Exportadores de carne bovina de Mato Grosso registraram a segunda maior receita da sua histórica com as vendas externas do produto em agosto e superaram São Paulo como principal estado exportador de carne bovina do país, segundo informações do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O estado de MT exportou 29,6 mil toneladas de carne bovina em agosto, gerando uma receita de US$ 125,66 milhões. Esse faturamento representa crescimento de 55,5% em relação a agosto de 2016, e é 1,4% superior ao registrado pelos exportadores do estado de SP no mês passado.

As vendas externas de carne bovina de MT foram responsáveis por 20,8% do faturamento total do setor brasileiro em agosto, quando o estado exportou carne bovina in natura para 40 países.

Em volume, MT já vinha superando SP desde julho como principal exportador de carne bovina do país, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Em agosto, 20% da carne exportada pelo país teve MT como origem. Hong Kong, Irã, Egito e União Europeia representaram 77% das exportações do estado.

Apesar do resultado positivo das exportações, o Imea alerta para o fato de que o preço da carne do estado apresenta queda de 27,9% em relação a setembro de 2011, para US$ 4,4 mil por tonelada em agosto de 2017.
“Ainda que tal movimentação tenha sido influenciada pela desvalorização do real, a competitividade do estado e a qualidade da carne oferecida já são consolidadas, cabe agora buscar outras medidas para agregação de valor, procurando ir além dos grandes volumes exportados”, avaliou o Imea em relatório.

As exportações brasileiras de carne bovina em agosto somaram 145,8 mil toneladas, alta de 34% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) divulgados em meados de setembro. Já a receita subiu 35%, para US$ 607 milhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Setembro às 09h46

BRF vai investir R$ 80 milhões em centro de distribuição no Paraná

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A BRF informou na quinta-feira (14) que vai investir R$ 80 milhões em um novo centro de distribuição em Londrina (PR), que irá colaborar para o atendimento de municípios do oeste paulista, sul de...

A BRF informou na quinta-feira (14) que vai investir R$ 80 milhões em um novo centro de distribuição em Londrina (PR), que irá colaborar para o atendimento de municípios do oeste paulista, sul de Mato Grosso do Sul e Paraná.

O centro de distribuição deve ser concluído até setembro de 2018, em uma área de cerca de 150 mil metros quadrados, e terá capacidade de receber até 150 caminhões/dia, movimentando até 15 mil toneladas de alimentos/mês. O novo espaço vai armazenar produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy.

“Essa decisão integra o Plano Diretor de Logística da companhia, que considera a ampliação de serviços e a otimização do atendimento”, disse o vice-presidente de Supply e Planejamento Integrado, Leonardo Byrro, em nota divulgada pela companhia.

A BRF já opera sete fábricas e dois centros de distribuição no Paraná. O novo centro em Londrina deverá gerar cerca de 600 empregos diretos e indiretos, segundo a companhia.


Postado em 18 de Setembro às 09h42

Brasil precisa ampliar exportações de carne bovina para a Rússia, diz Abrafrigo

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 Segundo nota divulgada pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na sexta-feira (15), durante muito tempo a Rússia figurou na primeira colocação como o maior importador da...

Segundo nota divulgada pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na sexta-feira (15), durante muito tempo a Rússia figurou na primeira colocação como o maior importador da carne bovina brasileira, porém, nos últimos anos, os negócios foram declinando e a China assumiu esta posição.

Aproveitando a participação brasileira na World Food Moscow 2017, realizada na semana passada, o presidente executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar, manteve encontros com Sergey Yushin, presidente da Associação Nacional da Carne da Rússia, com a finalidade de ampliar as habilitações dos médios frigoríficos brasileiros para que estes também possam exportar para aquele mercado.

Em 2014, por exemplo, a Rússia importou 314.878 toneladas de carne bovina, ou 20,4% do total exportado pelo Brasil naquele ano. Em 2016, essas compras caíram para 138.784 toneladas e, em 2017, atingiram até agosto 103.445 toneladas, ou 11% da movimentação total.

“Desse encontro ficou claro que existem restrições de ambos os lados, do governo russo e do brasileiro, para a ampliação dos negócios e que os países precisam voltar a conversar para se chegar a um acordo”, disse Salazar na nota. “Há muita boa vontade na Rússia para com o produto brasileiro, mas, no momento, eles não estão habilitando mais ninguém para exportação por meio do seu Serviço Veterinário. O nosso governo precisa urgentemente voltar a conversar para verificar as arestas que impedem a elevação das vendas e mesmo as demandas russas sobre o tema”, concluiu o dirigente.

Fonte: Carnetec


Postado em 13 de Setembro às 09h02

Exportação de carne de frango soma 416,8 mil toneladas em agosto

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A superação da marca de 400 mil toneladas, um número considerado relevante pelo setor, havia sido estimada pelo presidente da ABPA, Francisco Turra, durante o Salão Internacional da Avicultura e...

A superação da marca de 400 mil toneladas, um número considerado relevante pelo setor, havia sido estimada pelo presidente da ABPA, Francisco Turra, durante o Salão Internacional da Avicultura e Suinocultura (SIAVS) realizado em São Paulo na semana passada.

O volume total exportado de carne de frango em agosto (considerando todos produtos in natura e processados) é 14,6% maior que o total embarcado no mesmo mês de 2016.

A receita com exportações de carne de frango em agosto somou US$ 690,6 milhões, alta de 13,1% ante agosto de 2016.

O volume total exportado no mês passado sinaliza uma recuperação das vendas externas do setor em relação aos meses anteriores. O anúncio da Operação Carne Fraca em março resultou no bloqueio de compras por diversos países, prejudicando as vendas externas do setor.

A ABPA calcula que o setor de carnes de frango e suína perdeu entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões em exportações não realizadas como consequência da Operação Carne Fraca neste ano. Atualmente, países responsáveis por apenas 0,4% das compras de carnes de frango e suína brasileiras mantêm algum tipo de bloqueio aos produtos, segundo a associação.

“O mês de agosto marca a superação de um cenário difícil vivido no segundo trimestre. Esperamos números positivos nos próximos meses, recuperando as perdas e alcançando saldo final superior ao registrado em 2016”, disse Turra em nota enviada pela ABPA à imprensa.

Nos oito primeiros meses do ano, o volume total de embarques de carne de frango ainda acumula queda de 2,3%, totalizando 2,922 milhões de toneladas. Em receita, as exportações somaram US$ 4,887 bilhões de janeiro a agosto, alta de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Já as exportações de carne suína in natura somaram 58,9 mil toneladas em agosto, alta de 2,4% ante agosto de 2016. A receita com os embarques subiu 12,7%, para US$ 143 milhões neste ano.

De janeiro a agosto, o volume exportado de carne suína in natura soma 401,3 mil toneladas, queda de 2,3% na comparação anual. A receita chegou a US$ 1,006 bilhão no período, ante US$ 812 milhões entre janeiro e agosto de 2016.

“A Rússia voltou a incrementar suas importações de carne suína do Brasil. Argentina e Hong Kong também foram determinantes para o resultado. Assim como em aves, dentro deste ritmo, o saldo final das exportações de carne suína em 2017 deverá ser positivo”, disse Ricardo Santin, vice-presidente de Mercados da ABPA.

Fonte: Carnetec


Postado em 13 de Setembro às 08h58

Santa Catarina segue com crescimento nas exportações de carnes

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 As exportações catarinenses de carnes seguem em alta e o acumulado do ano já supera o mesmo período de 2016. De janeiro a agosto, o faturamento com as exportações de carne suína e de...

As exportações catarinenses de carnes seguem em alta e o acumulado do ano já supera o mesmo período de 2016. De janeiro a agosto, o faturamento com as exportações de carne suína e de frango já ultrapassa US$ 1,6 bilhão, com mais de 843,6 mil toneladas vendidas para outros países. As expectativas são de que o setor continue em crescimento após anúncio de que a China deve aumentar as compras de carnes do Brasil.

O mês de agosto terminou com resultados favoráveis para as exportações de Santa Catarina, com crescimento nos embarques de carne suína e de frango. Ao todo, foram 96,7 mil toneladas de carne de frango exportadas, um aumento de 17% em relação a julho, e o faturamento chegou a US$ 175,2 milhões, 14,7% maior do que no último mês.

Se comparado a agosto de 2016, o incremento nas exportações de frango é ainda maior. O faturamento foi 18,5% maior e o volume foi 22% superior aos números registrados naquele mês.

As exportações de carne suína também seguem em alta. Em agosto, foram 28,6 mil toneladas embarcadas, 11,2% a mais do que em julho, e o faturamento passou dos US$ 66 milhões, 3,6% superior ao alcançado no último mês. Em comparação a agosto de 2016, as exportações tiveram um crescimento de 26,9% no faturamento e 14,5% no volume embarcado.

A intenção de Santa Catarina é aumentar ainda mais esses números. O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, disse em nota que o anúncio de que a China quer ampliar a compra de carnes do Brasil pode ser uma boa notícia para o agronegócio catarinense.

"A China já é o segundo maior comprador de carnes de Santa Catarina e nós podemos aumentar nossa presença naquele mercado. A carne produzida em Santa Catarina tem um grande diferencial: a qualidade dos nossos rebanhos. Somos reconhecidos internacionalmente como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que dá muita credibilidade para o produto catarinense", ressaltou.
Acumulado do ano

De janeiro a agosto de 2017, já foram embarcadas mais de 652,5 mil toneladas de carne de frango, gerando uma receita de US$ 1,2 bilhão, faturamento 8,6% superior ao mesmo período do ano passado.

Para carne suína, desde janeiro deste ano, Santa Catarina exportou 191 mil toneladas, arrecadando mais de US$ 451,5 milhões. Em relação ao mesmo período de 2016, o incremento foi de 33,8% na receita e de 6,7% no volume.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

Fonte: Carnetec


Postado em 13 de Setembro às 08h53

Exportação de carne bovina em agosto tem melhor resultado do ano

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 As exportações brasileiras de carne bovina estão apresentando recuperação e podem superar 1,5 milhão de toneladas em 2017 caso a tendência observada até agosto se mantenha,...

As exportações brasileiras de carne bovina estão apresentando recuperação e podem superar 1,5 milhão de toneladas em 2017 caso a tendência observada até agosto se mantenha, segundo estimativa da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) divulgada na segunda-feira (11).

“O mercado externo está atravessando um momento muito favorável ao produto brasileiro no momento e que está sendo aproveitado por quase todos os países exportadores que estão elevando suas vendas, principalmente para o mercado chinês”, informou a Abrafrigo em nota.

De janeiro a agosto, as exportações de carne bovina somam 930,4 mil toneladas e US$ 3,8 bilhões.

Em agosto, houve crescimento de 34%, para 145,8 mil toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Já a receita subiu 35%, para US$ 607 milhões.

O resultado alcançado em agosto é o maior mensal neste ano, em volume e receita. “Além disso, o resultado registrado representa o melhor desempenho desde outubro de 2013, em volume, e dezembro de 2014, em faturamento”, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) em nota separada.

A China importou 297,1 mil toneladas de janeiro a agosto, incluindo importações continentais e por Hong Kong, gerando receita de US$ 1,36 bilhão, segundo dados compilados pela Abrafrigo.

A Rússia está na segunda posição, com compra de 103,4 mil toneladas e receita de US$ 333 milhões no período. Em terceiro lugar, está o Egito, com 83,4 mil toneladas, seguido do Irã (75,2 mil toneladas).

“Cabe lembrar que, ainda como resultado da Operação Carne Fraca e dos problemas que o setor vem enfrentando desde o início do ano, as vendas para a maior parte dos países que formam a Europa Ocidental estão bem abaixo do esperado”, informou a Abrafrigo.

Fonte: Carnetec


Postado em 05 de Setembro às 10h05

Mercoagro 2018: lançamento oficial será na próxima semana

Notícias do Setor (99)

MAIOR FEIRA DA INDÚSTRIA DA CARNE DAS AMÉRICAS SERÁ LANÇADA EM CHAPECÓ NO PRÓXIMO DIA 14

Empresários, expositores, apoiadores, autoridades e profissionais de imprensa participarão às 19h30 do dia 14 de setembro, na cantina do Cesec, em Chapecó, do lançamento de uma das maiores feiras técnicas da indústria mundial de alimentos: a Mercoagro 2018, Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne.

A expo-feira é uma das mais exitosas iniciativas da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC).

O presidente da ACIC Josias Mascarello antecipou que, no lançamento, será anunciado o estágio em que se encontram os preparativos, o esforço de venda e as demais informações sobre a expo-feira que ocorrerá entre os dias 11 e 14 de setembro do próximo ano, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares.

Na ocasião, o diretor de feiras Bento Zanoni e o gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin apresentarão a planificação geral, as condições do parque de exposições, a estrutura da cidade e as condições para participação.

A 12ª edição da MERCOAGRO, em 2018, representará 24 anos de ininterruptas edições bienais. Nesse período, estimulou a difusão e exposição de tecnologias, a aproximação entre fornecedores e usuários, a realização de seminários e a divulgação internacional. Além disso, gerou oportunidades de negócios entre fornecedores, fabricantes e compradores finais, promovendo as regiões das empresas produtoras.

À exemplo das onze anteriores, a edição de 2018 já é um sucesso com 55% dos espaços vendidos, o que corresponde a 3.500 mil metros quadrados comercializados. Até dezembro deste ano, 75% dos estandes estarão comercializados.

A feira já foi apresentada em fevereiro na cidade de Atlanta (Estados Unidos) na feira Poultry Expo e em Monterrey (México) na EXPOCARNES e Lácteos 2017. Além disso, foi lançada na FIESP, em São Paulo, no início de agosto.

A iniciativa da ACIC tem como parceiros a Prefeitura de Chapecó e a Facisc. A Enterprise cuida da comercialização. Os apoiadores são Fiesc, Senai, ABPA, ABIA, Sindicarne, Sihrbasc e Chapecó e Região Convention Bureau.

MARCOS A. BEDIN
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Postado em 05 de Setembro às 08h25

Os frigoríficos e a busca pelo planejamento ideal (Blog do Celso Ricardo)

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 Em todos os frigoríficos em que trabalhei, as ações e as preocupações sempre vieram depois que a matéria-prima já tinha sido abatida. Os empresários do setor sempre se...

Em todos os frigoríficos em que trabalhei, as ações e as preocupações sempre vieram depois que a matéria-prima já tinha sido abatida. Os empresários do setor sempre se importaram primeiramente em ver o curral cheio, para somente depois do abate saber para quem seria destinado o produto. Uma grande parte das empresas do setor trabalha dessa forma, e este tipo de ação é o grande causador dos prejuízos das empresas.

Alguns frigoríficos compram a matéria-prima de forma aleatória; vacas, bois, touros, bois inteiros, animais com ou sem um padrão de cobertura, sem um padrão definido. E quando analisamos o mercado consumidor, acabamos nos confrontando com clientes cada vez mais exigentes.

Quando avaliamos o setor comercial de um frigorífico, podemos concluir que este setor não é responsável apenas pela venda da produção, mas também pelos resultados alcançados pela empresa, ou seja, ele vende "o que", "para quem", "por um preço" e pode deixar resultados positivos ou negativos.

As empresas do setor avaliam os custos operacionais e as margens a partir dos resultados previstos pelos preços de venda. Sendo assim, como sabemos o preço ideal a ser pago pela @ da matéria-prima e qual matéria-prima comprar se o planejamento comercial não for visto e entendido por todos?

Cada vez mais os resultados positivos são alcançados quando conseguimos entender o que o mercado busca e como devemos agir para satisfazer as necessidades deste mercado, e com a carne bovina não é diferente. A sustentabilidade do setor produtivo da carne bovina passa pela produtividade, pelos rendimentos, pelos custos, pela lucratividade e pelo preço de venda, mas não podemos esquecer das margens, que são cada vez menores.

Os setores que compõem um frigorífico (compra de gado, indústria e comercial) contribuem de forma igual para os resultados da empresa. De nada adianta um frigorífico ter um excelente comercial, se as visões de mercado e especificações passadas pelo setor não forem atendidas pela compra de gado e pela produção.

O mercado consumidor ainda é uma incógnita para muitos frigoríficos, porque quando avaliamos o mercado interno, podemos concluir que este mercado não oferece condições para que um grande aumento de volume seja comercializado (mesmo sabendo que com margens menores os lucros surgem pelo aumento no volume comercializado). E o grande detalhe hoje é buscar agregar o maior valor possível às produções com base nos mercados específicos. Já o mercado externo oferece condições para aumento de volume e faturamento, mas não podemos nos esquecer das instabilidades deste mercado.

Para buscar os melhores resultados frente a esses mercados, as empresas precisam seguir uma lógica, que é definir um plano de venda (mercado e preço), depois precisam transformar este plano em informação simples e objetiva para o setor de compra de gado (rendimentos e qualidade) e para a indústria (qualidade e rendimento). Agindo dessa forma, todos os resultados podem ser analisados e confrontados simultaneamente, facilitando não somente a interpretação como também a montagem de planos estratégicos caso algum resultado não seja positivo.

#Por uma Cadeia Produtiva da Carne Bovina mais Forte.

Expomeat 2017 Celso Ricardo Cougo Ferreira é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de quase...

Celso Ricardo Cougo Ferreira é consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de quase 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374

Fonte: Carnetec


Postado em 05 de Setembro às 08h18

China deve ampliar número de frigoríficos brasileiros habilitados à exportação

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A China deve aumentar o número de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carnes para aquele mercado, disse na sexta-feira (1) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Conforme...

A China deve aumentar o número de frigoríficos brasileiros habilitados a exportar carnes para aquele mercado, disse na sexta-feira (1) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Conforme nota no site do Mapa, o presidente chinês, Xi Jinping, anunciou a disposição de ampliar a compra de carnes do Brasil durante reunião com o presidente Michel Temer.

“O presidente Xi Jinping disse que gosta e é garoto-propaganda da carne brasileira”, destacou o ministro, ao comemorar a intenção do governo do país asiático. A China, acrescentou Maggi, é o principal parceiro do agronegócio brasileiro no comércio mundial. Em 2016, as exportações de produtos agropecuários do Brasil para aquele mercado somaram US$ 17,8 bilhões.

Maggi está na China na comitiva de Temer, que participa de encontros bilaterais e seminários de negócios em Pequim. Até terça-feira (5), Temer e Maggi cumprem agenda na 9ª reunião de Cúpula do BRICS, bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, na cidade de Xiamen, na província de Fujian.

Dos US$ 17,8 bilhões exportados para a China em 2016, as carnes tiveram participação de US$ 1,75 bilhão. Do total, US$ 702,8 milhões foram embarques de carne bovina. As vendas de frango totalizaram US$ 859,5 milhões e, as de suíno, US$ 189,3 milhões.

A soja em grão é o principal produto da pauta de exportações do agro brasileiro para o mercado chinês. No ano passado, os embarques para a China alcançaram US$ 14,4 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Agosto às 11h40

JBS vai encerrar abate de aves em Morro Grande (SC) e transferir produção

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A JBS S.A. decidiu encerrar as atividades de abate de aves em Morro Grande (SC) em 31 de outubro e transferir a produção para outras unidades vizinhas, confirmou a companhia por meio de comunicado enviado à...

A JBS S.A. decidiu encerrar as atividades de abate de aves em Morro Grande (SC) em 31 de outubro e transferir a produção para outras unidades vizinhas, confirmou a companhia por meio de comunicado enviado à CarneTec na quarta-feira (23).

A decisão pelo fechamento do abate em Morro Grande ocorreu “em função da otimização e racionalização de sua malha produtiva”, segundo a processadora de carnes.

A produção realizada em Morro Grande será prioritariamente transferida para as unidades em Forquilhinha, Nova Veneza e São José, além de outras fábricas da JBS em Santa Catarina.

“A unidade de Morro Grande não será totalmente fechada e continuará funcionando na produção de rações e outros itens agropecuários”, informou a JBS.

Os trabalhadores que atuam na área de processamento de frangos em Morro Grande terão a possibilidade de ser transferidos para outras unidades do estado, limitada às vagas abertas em cada planta. Os que não quiserem ou não puderem ser transferidos serão desligados.

Fonte: Carnetec


Postado em 24 de Agosto às 15h40

Serviços de hotelaria são ampliados e aperfeiçoados para a Mercoagro 2018

Notícias do Setor (99)

Serviços de hospedagem de excelente qualidade a preços compatíveis: isso é o que pode esperar o visitante da Mercoagro 2018, Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne, programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó. A expo-feira - uma das três maiores do setor cárneo do mundo - é uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC).

Dirigentes e proprietários de hotéis de Chapecó - junto com o presidente do Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares e representante do Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau - reuniram-se nesta semana com o gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin na sede da ACIC. Na pauta, a gestão dos serviços oferecidos aos mais de 15 mil compradores que estarão visitando a 12ª edição da Mercoagro e que, em sua maioria, necessitarão de hospedagem.

Cervelin informou que 55% dos espaços (o que corresponde a 3,1 mil metros quadrados) foram vendidos e que, até dezembro deste ano, 75% dos estandes estarão comercializados.

Ficou decidido que até o dia 1º de dezembro deste ano serão definidas as tarifas de cada hotel que serão praticadas em setembro de 2018, durante a feira. A tabela com o valor das diárias será publicada no site oficial (www.mercoagro.com.br). Dessa forma, os visitantes poderão antecipar a decisão de reserva de hospedagem e programar a viagem a Chapecó.

Os hoteleiros Carlos Klaus e Daniela Lang Bigolin foram eleitos representantes junto a Comissão Central Organizadora da expo-feira.

Nas próximas semanas, a Comissão Central manterá reunião com os restaurantes para propor um cardápio temático-gastronômico especial, compatível com os objetivos da Mercoagro que representa o universo da indústria de processamento de carne.

ORGANIZAÇÃO


A ACIC está mantendo ampla articulação com a Administração Municipal, as organizações de representação da indústria e dos centros de pesquisa, o empresariado e demais parceiros - especialmente hotéis e prestadores de serviços - para assegurar plenas condições técnicas, institucionais e logísticas para a realização da próxima edição. A MERCOAGRO 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no parque de exposições da EFAPI em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares.

MARCOS A. BEDIN
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Expomeat 2017 O gerente do projeto da Mercoagro, Nadir José Cervelin destacou que mais de 15 mil compradores visitarão a 12ª edição da feira

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Expomeat 2017 Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne está programada para o período de 11 a 14 de setembro do próximo ano, em Chapecó

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Postado em 24 de Agosto às 15h36

BRF passa a deter 91,7% das ações da produtora de aves turca Banvit

Notícias do Setor (99)
Expomeat 2017 A BRF S.A. informou que sua subsidiária TBQ Foods passou a deter 91,71% das ações da Banvit, maior produtora de aves da Turquia, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (17). A compra inicial de 79,5%...

A BRF S.A. informou que sua subsidiária TBQ Foods passou a deter 91,71% das ações da Banvit, maior produtora de aves da Turquia, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (17).

A compra inicial de 79,5% de participação na Banvit foi feita por meio da TBQ Foods, joint venture formada pela BRF e o fundo soberano do Qatar Investment Authority (QIA), em janeiro.

Na semana passada, a TBQ Foods concluiu a oferta pública para adquirir ações de minoritários da Banvit, ampliando a fatia de participação na companhia.

A Banvit possui cinco fábricas de ração, quatro incubatórios e cinco plantas produtoras na Turquia. Os ativos estão sendo incorporados à OneFoods, subsidiária da BRF dedicada ao mercado halal.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Agosto às 10h12

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30

Notícias do Setor (99)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 30, DE 9 DE AGOSTO DE 2017 - Estabelece os procedimentos para submissão de proposta, avaliação, validação e implementação de inovações tecnológicas a serem empregadas em qualquer etapa da fabricação de produtos de origem animal em estabelecimentos com registro no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA/SDA, da Secretaria de Defesa Agropecuária – SDA/MAPA. [Pág. 11].