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Postado em 08 de Maio às 23h06

Aurora estreia no segmento de pescado

Notícias do Setor (189)

A Aurora Alimentos anunciou na segunda-feira (07) a estreia no segmento de pescado, com o lançamento do Filé de Tilápia sem pele nos mercados da Região Sul e em São Paulo.

A Aurora é a segunda grande empresa de carnes brasileiras a anunciar a ampliação da atuação para o segmento de pescado neste ano. Em abril, a JBS lançou uma linha de pescados congelados para os segmentos de varejo e food service, com a qual espera elevar em 25% o volume de vendas da marca Do Chef Friboi.

“A Tilápia proporciona um bom rendimento, três peixes rendem um quilograma. Além disso, é uma atividade que pode ser associada às tradicionais e consolidadas atividades de suinocultura, avicultura, bovinocultura de leite e grãos”, disse o presidente da Aurora, Mário Lanznaster, em nota enviada pela companhia.

A Aurora fechou parceria de cooperação com a C.Vale Cooperativa Agroindustrial, sediada no município de Palotina (PR), que processará o produto na unidade de beneficiamento de pescados da Linha Santa Fé.

A Tilápia sem pele da Aurora será vendida em embalagens de 2 quilos (com 16 filés em média), de 800 gramas (com seis unidades) e de 400 gramas (com três filés). As peças são congeladas individualmente para o consumidor só usar o necessário e guardar o restante.

A Aurora é a terceira maior empresa brasileira atuante nos segmentos de carnes de aves e suínos, com 11,7% de participação de mercado, segundo dados da companhia. Cerca de 75% da receita da companhia é obtida no mercado doméstico e o restante via exportações para mais de 80 países.

Por Anna Flávia Rochas em 08/05/2018
Fonte: Carnetec

Tilápia Aurora é vendida em embalagens de 2 kg, 800 g e 400 g (Divulgação/Aurora Alimentos)


Postado em 05 de Maio às 17h44

Salão da Inovação apresentará resultados de pesquisas na Mercoagro 2018

Notícias do Setor (189)

Representantes de universidades participaram da reunião (Divulgação)

A Comissão Central Organizadora da Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne) reuniu nesta semana, na Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), universidades de Chapecó para apresentar a proposta do Salão da Inovação. O evento integra a programação paralela da Mercoagro 2018 e trará conhecimento para os visitantes e expositores.

O Salão da Inovação apresentará pesquisas na área da cadeia produtiva de carnes, onde serão apresentados 30 projetos em grandes painéis localizados na integração dos pavilhões amarelo e verde; e ao lado do Espaço Senai no pavilhão vermelho. Durante todo o período da feira, estarão expostos os pôsteres com resumo das conclusões de pesquisas desenvolvidas pelas instituições de ensino superior, bem como empresas e órgãos de pesquisa que inscreverem projetos.

Serão apresentados os resultados dos trabalhos feitos com foco em melhorias de processos, produtos, inovação, sustentabilidade, entre outros, com o objetivo de motivar os profissionais a criar ideias para agregar valor a seus processos e produtos. “Os projetos serão submetidos a uma banca avaliadora que selecionará os melhores. O Salão da Inovação é coordenado pelo Senai de Chapecó e nosso objetivo, além do conhecimento, é trazer oportunidades de negócios aos pesquisadores e aos empresários”, disse em comunicado o gerente do projeto Mercoagro 2018, Nadir José Cervelin.

A coordenadora de Consultoria, Inovação e Ensino Superior do Senai, Gabrielle Chiarani, informou que o edital será disponibilizado em breve no site da Mercoagro (www.mercoagro.com.br), onde constarão os critérios de avaliação, período de inscrições, e-mail e telefone para esclarecimento de dúvidas, entre outras informações. “Os critérios serão focados em projetos que apresentem melhorias para o agronegócio e que possam ser empregados na cadeia produtiva”, frisou.

O evento
Organizada pela Acic, a Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). Terá 180 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios na ordem de US$ 160 milhões.

A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, Abia, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetrading, Sebrae/SC, Sindicarnes, Sihrbasc, Unochapecó, Abrafrigo, Unoesc, Embrapa Suínos e Aves, Asgav/Sipargs, Programa Ovos RS, Abiaf, Sincravesc, Ital e Nucleovet.

Fonte: Mercoagro e Carnetec


Postado em 03 de Maio às 21h58

JBS investe R$ 20 milhões para ampliar produção em Goiânia

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 Por Anna Flávia Rochas A JBS S.A. investiu R$ 20 milhões na sua unidade de carne bovina em Goiânia (GO), ampliando a atividade de desossa em 35% nesta planta, informou a empresa em comunicado na...

Por Anna Flávia Rochas

A JBS S.A. investiu R$ 20 milhões na sua unidade de carne bovina em Goiânia (GO), ampliando a atividade de desossa em 35% nesta planta, informou a empresa em comunicado na quarta-feira (02).

A unidade passará a desossar 800 bois por dia, com possibilidade de aumento da capacidade a depender da demanda de mercado.

As câmaras de maturação, com capacidade de abrigar carcaças por até 48 horas antes do processo de desossa, tiveram sua capacidade ampliada em 30%.

A planta, adquirida pela JBS em 1996 e que emprega 1.050 pessoas, ficou em reforma por 90 dias. A JBS espera que a unidade esteja funcionando a toda capacidade ainda neste segundo trimestre, quando a empresa deve abrir outras 150 vagas.

“Goiânia é uma de nossas plantas mais importantes, pois além de abastecer o mercado interno conta com uma lista de mais de 60 países atendidos”, disse o presidente da JBS Carnes, Renato Costa.

Além do aumento da capacidade de produção, a JBS investiu em melhorias que visam atender aos padrões de qualidade e segurança exigidos pelos diversos mercados consumidores.

A JBS já havia anunciado em abril que investiu R$ 13 milhões, entre o início do ano passado e fevereiro de 2018, para ampliar a produção de hambúrgueres em duas unidades no estado de São Paulo, elevando a capacidade de produção da companhia no Brasil para 7 mil toneladas de hambúrgueres por mês a partir de maio.

Fonte: Carnetec


Postado em 02 de Maio às 23h46

Cooperativas catarinenses crescem 36% nos últimos 4 anos

Notícias do Setor (189)

Suzin apresenta balanço do cooperativismo em SC (Divulgação)

O cooperativismo catarinense – estruturado no campo e na cidade – continua em ascensão e cresceu 36,54% no quadriênio 2014-2017, mantendo uma média de 9,1% ao ano no período em que a economia brasileira sofreu forte recessão, de acordo com levantamento da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc).

As 263 cooperativas catarinenses reúnem mais de 2,2 milhões de associados, mantêm 60,5 mil empregos diretos e faturaram R$ 32,6 bilhões no último ano.

Ao apresentar avaliações e projeções à imprensa, o presidente Luiz Vicente Suzin e o superintendente Neivo Luiz Panho destacaram que, em 2017, o setor investiu na base produtiva, na diversificação de produtos e serviços e na qualificação de colaboradores, dirigentes e associados.

Na avaliação do presidente da Ocesc, conforme comunicado enviado à imprensa na quinta-feira (26), “as cooperativas enfrentaram o cenário de dificuldades que surgiu em 2015 e se projetou em 2016 e 2017 com racionalização da gestão, otimização dos processos e elevação do grau de excelência em produtos e serviços. Manter posição no mercado foi a palavra de ordem”.

Em 2017, o número total de empregados diretos aumentou 5%, passando a 60.532 colaboradores. A receita operacional bruta do setor cooperativista catarinense cresceu 2,67% no ano passado e atingiu R$ 32,69 bilhões. O crescimento ficou abaixo do obtido no ano anterior (15%), porém, mesmo assim, Suzin destacou aspectos positivos do exercício de 2017.

"Não houve redução do quadro funcional (empregados) nem diminuição do quadro social (cooperados) e a receita operacional bruta manteve o mesmo patamar. Há sinais claros de que a reversão da crise já iniciou. A retomada do crescimento, entretanto, será lenta e gradual com forte dependência de um componente político: as eleições de 2018. Grande parcela da sociedade deposita nas eleições suas esperanças de estabilização política e econômica do país."

Ainda segundo o dirigente, as cooperativas intensificam esforços de qualificação, requalificação e capacitação de dirigentes e colaboradores por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SC), vinculado à Ocesc, para elevar seu nível geral de eficiência, "buscando reduzir cada vez mais a eventual dependência de programas e políticas públicas".

O Sescoop/SC investiu R$ 29 milhões em 2017 para ações de formação profissional, promoção social e outras atividades, num total de 2.443 eventos e programas, que atenderam 163,5 mil pessoas – entre associados, empregados, dirigentes de cooperativas e estudantes.

Agro fatura R$ 20 bi
As 51 cooperativas agropecuárias representam 63% do movimento econômico de todo o sistema cooperativista catarinense. No conjunto, essas cooperativas mantêm um quadro social de 71.648 cooperados e um quadro funcional de 39.883 empregados. O faturamento anual do ramo agropecuário totalizou R$ 20,07 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Abril às 18h24

Prêmio CARNE FORTE reconhece os melhores do setor de proteína animal no ano de 2017

Notícias do Setor (189)

Chegou a hora de estimular as personalidades do seu setor da carne.
O Prêmio CARNE FORTE tem por finalidade destacar e valorizar as personalidades mais importantes da cadeia produtiva da proteína animal, considerados os melhores do ano pelo setor, pela classe jornalística, entidades de classe e fornecedores de frigoríficos.

Quem pode votar?
Entidades do setor, imprensa especializada e empresas fornecedoras de produtos e serviços para frigoríficos.

Quais são as categorias?
• Aves,
• Suínos
• Bovinos
• Pescado
• Ovinos
• Governo Federal
• Legislativo
• Indicação Livre 1
• Indicação Livre 2
• Indicação Livre 3

Como funciona?
A premiação se dará por meio de um processo amplo, que envolve a consulta aos indicadores por e-mails nominais, disparo de newsletter ao setor da proteína animal e através do site www.premiocarneforte.com.br , em ficha de inscrição com fácil acesso.

A entrega do Prêmio CARNE FORTE
A celebração da entrega do Prêmio CARNE FORTE 2018 será no dia 10 de setembro na cidade de Chapecó-SC, na inauguração da MERCOAGRO - 12ª Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne

Participe, sua indicação é fundamental para o setor

Cronograma
Início das indicações 11/04
Encerramento das indicações 01/08
Premiação dos indicados do ano no coquetel
de abertura da Mercoagro 10/09
Votação: www.premiocarneforte.com.br
Informações: contato@rofereventos.com.br
Fone: 2730-0522

 


Postado em 28 de Abril às 11h39

JBS Carnes registra recorde de exportações de industrializados no 1º tri

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 Por Anna Flávia Rochas em 27/04/201 As exportações de produtos industrializados da JBS Carnes somou 16,8 mil toneladas no primeiro trimestre, batendo um recorde no período, informou a companhia em...

Por Anna Flávia Rochas em 27/04/201

As exportações de produtos industrializados da JBS Carnes somou 16,8 mil toneladas no primeiro trimestre, batendo um recorde no período, informou a companhia em comunicado na quinta-feira (26).

A unidade de carne bovina da JBS S.A. no Brasil elevou suas exportações de industrializados no primeiro trimestre em 33,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O aumento das exportações de produtos industrializados pela unidade está em linha com a elevação do volume total de carne bovina brasileira exportada no período.

As vendas de carne bovina brasileira para o exterior tiveram um aumento de 19% em volume e 21% em receita no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Esse aumento foi impulsionado principalmente pelas compras da China.

A JBS Carnes possui 36 unidades de abate, processamento e industrialização de produtos e 12 centros de distribuição no Brasil.

Os principais países compradores dos produtos industrializados da JBS Carnes são Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Canadá, Chile e Hong Kong.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Abril às 11h36

Pedro Parente é eleito presidente do conselho da BRF

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 Por Anna Flávia Rochas em 27/04/2018 Os acionistas da BRF S.A. elegeram o atual presidente da Petrobras, Pedro Parente, como novo presidente do conselho de administração da processadora de carnes,...

Por Anna Flávia Rochas em 27/04/2018


Os acionistas da BRF S.A. elegeram o atual presidente da Petrobras, Pedro Parente, como novo presidente do conselho de administração da processadora de carnes, durante assembleia geral realizada na quinta-feira (27), informou a companhia em comunicado.

A eleição de Parente e dos outros nove membros efetivos do conselho de administração da companhia ocorreu após pressão dos acionistas Previ e Petros pela destituição do antigo conselho, diante de resultados operacionais negativos apresentados pela BRF em 2017.

Os outros membros eleitos para o conselho de administração são Augusto Marques da Cruz Filho, Francisco Petros Oliveira Lima Papathanasiadis, Walter Malieni Jr., Flávia Buarque de Almeida, Roberto Rodrigues, José Luiz Osório, Roberto Antonio Mendes, Dan Ioschpe e Luiz Fernando Furlan.

Todos os membros eleitos terão mandato de dois anos.

Fonte: Carnetec


Postado em 28 de Abril às 11h24

JBS investe R$ 13 milhões em linhas de produção de hambúrguer em SP

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 Para atender a uma demanda crescente do mercado, sobretudo das redes de restaurante (fast food), a JBS informa que fez investimentos de R$ 13 milhões para ampliar a produção de hambúrguer em duas...

Para atender a uma demanda crescente do mercado, sobretudo das redes de restaurante (fast food), a JBS informa que fez investimentos de R$ 13 milhões para ampliar a produção de hambúrguer em duas unidades localizadas no estado de São Paulo. Em Lins, a companhia aplicou R$ 9 milhões para aumentar a capacidade de produção da planta em 30%, enquanto em Osasco os aportes foram de R$ 4 milhões.

Os investimentos foram realizados na modernização das linhas de produção, de forma a atender aos mais elevados níveis de exigência do mercado. Em Lins, além da compra de novos equipamentos e da adaptação da estrutura para o maquinário, a JBS abriu um turno extra para atender ao aumento da capacidade produtiva e contratou cerca de 130 colaboradores.

Além de ampliar a produção, os aportes foram importantes, segundo a empresa, para garantir a alta qualidade dos produtos e para atender cada vez mais às expectativas dos clientes. Por meio de melhorias constantes na eficiência produtiva, a JBS espera continuar o crescimento da linha nos segmentos de food service e do varejo.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Abril às 09h26

Sealed Air Food Care lança embalagem que aumenta eficiência operacional em até 40%

Notícias do Setor (189)

Em resposta à crescente demanda por embalagens mais convenientes e práticas para carne vermelha e de aves, a Sealed Air Food Care expandiu sua linha Cryovac Darfresh com a mais recente tecnologia de embalagens a vácuo tipo skin Cryovac Darfresh on Tray. Segundo a empresa, o lançamento entrega mais eficiência operacional e sustentabilidade aos processadores de alimentos e, ao mesmo tempo, contribui para o aumento das vendas e a redução do desperdício no varejo.

Produzido por meio de uma aliança estratégica junto à Mondini, a embalagem Cryovac Darfresh on Tray cria a aparência de uma segunda pele em produtos de carne e aves seladas a vácuo. Este processo pode acomodar uma ampla gama de aplicações em bandejas pré-formadas, com necessidade mínima de ajustes. Como resultado, a produção pode ser até 40% mais rápida, quando comparada a outras tecnologias de embalagem do tipo skin, chegando a 100 pacotes por minuto.

O processo de embalagem com Cryovac Darfresh on Tray elimina a ocorrência de sobras do filme tampa, oferecendo uma alternativa mais sustentável. Cada pacote é selado utilizando apenas a quantidade necessária de filme, reduzindo os custos gerados pelo desperdício de aparas. Esse processo produz um pacote compacto, que utiliza menos material do que outras opções de embalagem skin, garante a Sealed Air Food Care.

"Como processadores e varejistas enfrentam a pressão de reduzir custos, a embalagem inovadora pode servir como um diferencial que agrega valor e reduz o custo total da operação, desde a produção até o ponto de venda", explicou Alessandra Souza, líder de marketing para América Latina no segmento de Carnes Vermelhas, via comunicado.

"A nossa nova embalagem Cryovac Darfresh on Tray oferece uma inigualável combinação de frescor e apresentação aprimorada do pacote final, permitindo que os processadores e varejistas ofereçam a seus clientes a mais alta tecnologia disponível para carnes vermelhas e aves porcionadas. Além disso, o processo de produção da Cryovac Darfresh on Tray reflete nossa abordagem focada em sustentabilidade, ao entregar produtividade e eficiência industrial com um menor impacto ambiental", ressaltou.

Projetada para aumentar a vida útil do produto e reduzir o desperdício de alimentos, a embalagem Cryovac Darfresh on Tray é à prova de vazamentos, está pronta para congelar e é fácil de abrir, oferecendo aos consumidores conveniência e flexibilidade para planejar as suas refeições em longo prazo sem sacrificar o sabor ou a qualidade.

A excelente propriedade de selagem mantém a integridade do produto, segundo a empresa, impedindo o crescimento microbiano e a desidratação ou oxidação de gorduras, vitaminas e sabores durante sua vida útil.

O filme tampa de Cryovac Darfresh on Tray proporciona uma embalagem que envolve o produto com firmeza, porém delicadamente, criando um efeito de segunda pele sem distorcer sua forma. Essa característica é ótima para o trabalho de merchandising, além de possibilitar uma excelente exposição em 3D.

Para mais informações sobre Cryovac Darfresh on Tray, visite https://sealedair.com/food-care/darfresh-tray-pt.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 11h27

JBS estima alta em vendas com nova linha de pescados

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 A JBS S.A. está lançando uma linha de pescados congelados para os segmentos de varejo e food service, com a qual espera elevar em 25% o volume de vendas da marca Do Chef Friboi, anunciou a empresa na segunda-feira...

A JBS S.A. está lançando uma linha de pescados congelados para os segmentos de varejo e food service, com a qual espera elevar em 25% o volume de vendas da marca Do Chef Friboi, anunciou a empresa na segunda-feira (16).

O lançamento amplia o portfólio de produtos da maior processadora de carnes do país, que venderá os pescados em embalagens de 800 g a 1 kg, em redes varejistas, atacados e atacarejos do Brasil, custando entre R$ 15 e R$ 60.

Entre os pescados da nova linha estão filé de polaca do Alasca, cação, bacalhau, salmão do Chile e do Alasca, merluza, tilápia e pintado.

“Queremos oferecer opções acessíveis de pescados para os nossos clientes e desmistificar o consumo de peixe apenas em datas comemorativas ou especiais”, disse o diretor executivo de vendas da JBS Carnes, Ailton Firmino, via comunicado.

Executivos da JBS disseram no final de 2017 que a empresa pretendia lançar produtos de maior valor agregado para expandir margens de rentabilidade. Em janeiro, a JBS anunciou o lançamento de uma nova marca de carne bovina premium no varejo brasileiro, a 1953.

Fonte: Carnetec


 


Postado em 17 de Abril às 11h24

Santa Catarina amplia exportação de carne bovina

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 Grande exportador de carne suína e de frango, Santa Catarina vem ganhando espaço também nas vendas internacionais de carne bovina. A quantidade exportada ainda é pequena, porém, o número...

Grande exportador de carne suína e de frango, Santa Catarina vem ganhando espaço também nas vendas internacionais de carne bovina. A quantidade exportada ainda é pequena, porém, o número vem crescendo ano a ano. No primeiro trimestre de 2018, já foram embarcadas 1,2 mil toneladas de carne bovina – quatro vezes mais do que no mesmo período de 2017.

Nos últimos três meses, o faturamento com as exportações do produto passou de US$ 4,1 milhões, 277,2% a mais do que no primeiro trimestre do último ano. O principal destino para a carne bovina catarinense é Hong Kong, que compra 77% do total exportado pelo estado.

O interesse do mercado internacional pelas carnes produzidas em Santa Catarina, incluindo aves e suínos, é um dos resultados da excelência sanitária do estado. O rebanho catarinense é reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. Outra característica dos bovinos de corte produzidos no estado é a presença de raças europeias, que dão origem a uma carne diferenciada, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca.

“Embora Santa Catarina ainda tenha um déficit de 50% de carne bovina para abastecer o consumo interno, pela alta qualidade da carne produzida e pelo diferencial de excelência sanitária do rebanho, temos um bom potencial para exportar para os mercados mais exigentes do mundo. Esta é uma oportunidade para gerar ainda mais riquezas na agropecuária catarinense e as exportações estão só começando”, disse em nota o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies. Em 2017, Santa Catarina produziu cerca de 135 mil toneladas de carne bovina.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 08h49

Exportação de carne bovina sobe 19% no 1º trimestre, China lidera compras

Expomeat 2017 As vendas de carne bovina brasileira para o exterior tiveram um aumento de 19% em volume e 21% em receita no primeiro trimestre, em relacão ao mesmo período do ano passado, enquanto a China segue elevando suas compras...

As vendas de carne bovina brasileira para o exterior tiveram um aumento de 19% em volume e 21% em receita no primeiro trimestre, em relacão ao mesmo período do ano passado, enquanto a China segue elevando suas compras e apesar do embargo russo, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) na quinta-feira (12).

O volume de exportações de carne bovina no primeiro trimestre foi de 393,1 mil toneladas, o equivalente a US$ 1,6 bilhão em receita para as empresas exportadoras. No mesmo período do ano passado, as vendas externas de carne bovina brasileira tinham somado 331,2 mil toneladas e US$ 1,3 bilhão.

A China comprou 46,1% do volume total de carne bovina exportada pelo Brasil nos três primeiros meses do ano, equivalente a 171,4 mil toneladas, se consideradas as importações diretas pelo continente e as que entram por Hong Kong.

“Os resultados no mercado internacional hoje constituem importante válvula de escape para compensar a queda nas vendas no mercado interno, que não vem apresentando recuperação desde que foi deflagrada a Operação Carne Fraca da Polícia Federal no início de 2017”, disse a Abrafrigo em nota enviada à imprensa.

A entidade espera que o mercado russo seja reaberto às importações de carne bovina brasileira ainda neste primeiro semestre.

Somente no mês de março, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 148,9 mil toneladas, alta de 20% ante março de 2017. Em receita, as vendas totalizaram US$ 590,2 milhões, 21% a mais que no mesmo mês do ano passado.

Além da China, o Egito (47,8 mil toneladas) e o Chile (23,8 mil toneladas) elevaram fortemente as compras do produto brasileiro em março, altas de 219% e 90%, respectivamente, em relação a março de 2017.

Fonte: Carnetec


Postado em 17 de Abril às 08h39

A busca pela produtividade e qualidade nos frigoríficos de bovinos: Parte 2 – Do campo até o frigorífico

Notícias do Setor (189)

A partir da escolha certa da matéria-prima, precisamos estar atentos a alguns cuidados para que possamos seguir a busca pela alta produtividade e pela qualidade com relação à carne bovina do campo até a mesa do consumidor.

E os trabalhos na fazenda (manejo, genética e alimentação) são muito importantes quando buscamos melhorar a produtividade dos animais e oferecer, a partir de uma boa matéria-prima, uma alta qualidade de cortes de carne bovina para o consumidor.

O bem-estar animal é fundamental para que possamos produzir uma carne bovina de qualidade e o manejo dos animais é a peça-chave para que tudo dê certo.

O manejo correto, desde a hora de trocar os animais de piquete ou quando estamos conduzindo os animais do campo até os currais, precisa ser executado com alguns cuidados, como por exemplo evitar os gritos e atropelos para que os animais não tenham o seu nível de estresse aumentado.

Vale lembrar que estresse elevado pode significar um nível de qualidade menor nos cortes de carne bovina e uma queda na produtividade.

Além do manejo, precisamos cuidar das instalações, principalmente dos lugares aonde os animais vão passar durante o processo de embarque, como currais, embarcadores e tempo de curral antes do embarque dos animais nos caminhões.

O tempo de espera dos animais antes do embarque é fundamental para que possamos diminuir ao máximo a possibilidade de contaminação (conteúdo ruminal) durante as operações dentro do abate. Uma carcaça que apresente contaminação (por fezes, urina ou por manipulação inadequada) precisa passar por um processo de toalete (DIF), podendo ocasionar uma queda de qualidade nos cortes e também no rendimento de carcaça.

Quando falamos em PROGRAMA DE BEM-ESTAR ANIMAL, não podemos nos restringir apenas à fazenda. Durante o processo de embarque e transporte dos animais, os motoristas precisam seguir alguns cuidados para que os animais não sofram nenhum tipo de lesão.

Na hora do embarque, precisamos evitar ao máximo o uso do choque elétrico. Se caso for necessário o uso desse instrumento, precisamos ter alguns cuidados com o equipamento. A voltagem não pode ser superior a 60 volts. O uso não pode ser contínuo, ou seja, não podemos fazer uso do bastão de choque sem intervalos. E o mais importante, o uso do bastão elétrico somente em locais próprios, nunca no lombo ou na altura do quarto-traseiro, para evitar qualquer tipo de lesão.

A partir do embarque bem-feito, precisamos seguir com a nossa atenção com relação ao transporte dos animais da fazenda até o frigorífico. Freadas bruscas e alta velocidade são proibidas durante o processo de transporte dos animais. A capacidade máxima da carga nos caminhões precisa ser respeitada. O tempo de parada nas rodovias e estradas precisa ser o mínimo possível e nunca em locais onde os animais fiquem expostos diretamente ao sol.

Ao mantermos esses cuidados, estamos diminuindo ao máximo o potencial de estresse dos animais e também o surgimento de contusões nas carcaças durante o abate. E esses fatores, quando controlados, fazem com que possamos produzir uma carne bovina com alta qualidade e também uma alta produtividade durante as operações.

Quando os caminhões chegam ao frigorífico, a atenção ao bem-estar dos animais continua. Os cuidados com o desembarque seguem as mesmas premissas do embarque, ou seja, precisamos evitar o uso do bastão elétrico e o deslocamento dos animais do interior do caminhão precisa ser efetuado de forma tranquila e sem movimentos bruscos, a fim de evitar possíveis contusões.

Os currais de recebimento da matéria-prima precisam estar higienizados e com os cochos com água potável para que os animais possam se reidratar. Não é permitido colocar um número de animais superior à capacidade máxima de cada curral (2,5 m² por animal). E a capacidade dos cochos de água precisa ser suficiente para que 20% dos animais possam beber água simultaneamente.

Os tempos de descanso e dieta hídrica dos animais no curral do frigorífico precisam ser respeitados, a fim de que os animais possam eliminar o máximo de conteúdo ruminal e urina e, também, reduzir ao máximo o estresse da viagem da fazenda até o frigorífico.

Quando as propagandas junto aos canais de comunicação falam em “carne de qualidade”, não podemos pensar e visualizar apenas uma etiqueta bonita e uma embalagem bem apresentada. Há processos que precisam ser respeitados e realizados do campo até a mesa do consumidor para que, de fato, a cadeia produtiva da carne bovina possa oferecer uma carne bovina de qualidade e ter uma alta produtividade nas suas operações.

# Por uma Cadeia Produtiva da Carne Bovina mais Forte

Expomeat 2017 Sobre o autor Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36639.png Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e...

Sobre o autor
Descrição: http://www.marketingandtechnology.com/repository/webstories/webst36639.png

Celso Ricardo Cougo Ferreira é palestrante e consultor em gestão empresarial e habilitação de empresas para o mercado de exportação. Gaúcho de Bagé, possui sólida carreira de mais de 20 anos no setor industrial de bovinos, em empresas de todos os portes, tendo ocupado posições estratégicas no chão de fábrica, de supervisor de qualidade a diretor industrial. celsoricardo.cferreira@gmail.com (51) 98061 5462 / (51) 98413 1374

Acompanhe também o autor pelas redes sociais, com suas apresentações sobre a cadeia produtiva da carne bovina:

LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/celso-ricardo-ab7b2225/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC3CvbEy_T6sm7dIKJwMXXUQ?view_as=subscriber

Twitter: https://twitter.com/Ricardo_Celso


Postado em 17 de Abril às 08h16

Arábia Saudita atende pleito do Mapa e estende até maio importação de aves

Notícias do Setor (189)
Expomeat 2017 O governo da Arábia Saudita informou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que a Autoridade Geral de Alimentos aprovou solicitação brasileira de estender o prazo até...

O governo da Arábia Saudita informou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que a Autoridade Geral de Alimentos aprovou solicitação brasileira de estender o prazo até o dia 1º de maio para que estabelecimentos do país exportem carnes de aves ao país.

A Arábia Saudita discute com o Mapa a melhor forma de abate de aves em conformidade ao método halal, previsto na religião islâmica. As informações são do site do Mapa, divulgadas nesta semana.

No último mês, Eumar Novacki, secretário executivo do ministério, reuniu-se em Riyadh, capital da Arábia Saudita, com o vice-ministro Ahmed bin Saleh Al Ayadah (Agricultura, Meio Ambiente e Águas do governo saudita), quando solicitou o adiamento da suspensão das importações, enquanto são discutidos critérios exigidos pelo país em relação ao abate religioso.

Foi apresentado, na ocasião, trabalho técnico-científico realizado pela Embrapa, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), explicando que o procedimento usado no Brasil segue rigorosamente preceitos estabelecidos no abate halal.

Fonte: Carnetec


Postado em 12 de Abril às 08h13

SC amplia mercados e tem bons resultados com exportação de carnes em março

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Expomeat 2017 A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina anunciou na segunda-feira (09) que o estado vem ampliando as vendas para China e Hong Kong. Em março, os dois destinos foram os principais das carnes...

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina anunciou na segunda-feira (09) que o estado vem ampliando as vendas para China e Hong Kong. Em março, os dois destinos foram os principais das carnes catarinenses e garantiram o aumento no faturamento com as exportações. No último mês, as vendas internacionais de carne suína e de frango geraram uma receita de US$ 194,9 milhões.

Em março, Santa Catarina exportou 83,6 mil toneladas de carne de frango, faturando US$ 143,9 milhões, um incremento de 23,7% em relação a fevereiro. O resultado positivo pode ser explicado pelo aumento das vendas para China, Hong Kong e México. Os três países estão na lista dos dez principais compradores da carne de frango catarinense e, juntos, responderam por 22,7% do valor das exportações.

No acumulado do ano, Santa Catarina já recebeu US$ 380,3 milhões pela venda de 219,4 mil toneladas de carne de frango. No entanto, o desempenho é 12,7% menor do que o observado no mesmo período de 2017.

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, as carnes continuam sendo o principal produto da pauta de exportações do agronegócio catarinense e as expectativas são de que o setor siga em crescimento. “As expectativas são do retorno das exportações de frango para a União Europeia nos próximos meses e de um provável aumento das compras da China em decorrência do aumento das tributações para carne suína americana”, disse em nota.

Carne suína
As vendas internacionais de carne suína também seguem em crescimento. Em março, foram embarcadas 25,5 mil toneladas do produto, com receitas que passam de US$ 51 milhões – respectivamente, 28% e 22,2% a mais do que em fevereiro. O principal mercado da carne suína catarinense é a China, que ampliou em 108,9% as compras do produto em relação a março de 2017.

No último mês, o país importou 9,6 mil toneladas de carne suína – 109,8% a mais do que em março do ano passado. Hong Kong e Chile também aumentaram as compras e acabaram minimizando os impactos do embargo temporário da Rússia para as carnes brasileiras.

Em 2018, o estado já exportou 70,6 mil toneladas de carne suína, com receitas que passam de US$ 144 milhões. Os valores são inferiores aos registrados no primeiro trimestre de 2017. O faturamento foi 10,5% menor e o volume teve uma queda de 1,53%.

“Os primeiros três meses do ano foram turbulentos para o mercado externo de carnes, porém, com o fim do inverno no Hemisfério Norte, é provável que as demandas aumentem, reequilibrando a produção de Santa Catarina”, afirmou Spies.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Fonte: Carnetec