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Postado em 28 de Julho às 11h09

China deve dobrar demanda por carne bovina

EXPOMEAT 2019 A China projeta um aumento do consumo da carne bovina e volume pode dobrar nos próximos sete anos. A expectativa é de que o país asiático chegue a algo próximo dos 8 milhões de toneladas...

A China projeta um aumento do consumo da carne bovina e volume pode dobrar nos próximos sete anos. A expectativa é de que o país asiático chegue a algo próximo dos 8 milhões de toneladas antes do fim da década.

Durante transmissão ao vivo da reunião do Conselho Empresarial Brasil-China, o ministro conselheiro da Embaixada da China no Brasil, Qu Yuhui declarou que o fortalecimento das relação entre ambos países, no entanto, exige maior agressividade, paciência e energia do empresariado brasileiro nas negociações.

“Os empresários brasileiros precisam ser mais agressivos no mercado chinês e evitar o imediatismo. Têm que pensar em longo prazo, insistir em marketing e entender melhor o consumidor chinês. E tem que gastar mais energia em procurar parceiros locais para que as cadeias de comércio e produção possam ser mais integradas entre China e Brasil”, afirmou

“Hoje, o chinês consome 4 quilos de carne bovina por ano. Ainda é muito pouco. A estimativa é que até 2027 a importação chinesa de carne bovina chegue a 8 milhões de toneladas”, afirmou. “O Brasil tem conseguido ocupar fatia significativa do mercado chinês, com 30% da importação. O potencial é muito grande, não podemos ficar por aí”, avaliou.

A política da China, segundo ele, prevê a busca pela autossuficiência nos principais alimentos, sobretudo de arroz e trigo, mas admite a maior dependência do mercado internacional para a demanda de outros itens e derivados. “A China tem urbanização intensa, temos a maior classe média do mundo com 400 milhões de pessoas. Vamos ter maior demanda, de outros itens e derivados. “A China tem urbanização intensa, temos a maior classe média do mundo com 400 milhões de pessoas. Vamos ter maior demanda, sofisticação e diversificação por produtos agropecuários”.

Fonte: Valor Econômico, adaptado pela equipe feed&food

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