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Postado em 24 de Janeiro de 2019 às 18h48

Cooperativas poderão obter o Selo Agro+ Integridade

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As cooperativas agropecuárias poderão obter o Selo Agro+ Integridade (edição 2019-2020) para adicionar nas embalagens de seus produtos. Para tanto, basta que participem de uma seleção de identificação daquelas que estão de acordo com as regras do programa. As inscrições começam no dia 1º de fevereiro e vão até 31 de maio, devendo ser feitas diretamente do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A concessão do selo às cooperativas é resultado de negociações entre a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Assessoria Especial de Controle Interno do Mapa. Logo que foi lançado, no mês passado, o programa não previa a participação das cooperativas, apenas de empresas do setor agropecuário que desenvolvam boas práticas de integridade, responsabilidade social e sustentabilidade.

Além disso, o Mapa está analisando o texto da portaria que inclui representantes da OCB no Comitê Gestor do “Selo Agro+ Integridade”. A expectativa dos cooperativistas é de que seja publicada nos próximos dias.

Vantagens
As empresas e cooperativas selecionadas no programa terão o direito de utilizar o Selo Agro+ Integridade em seus produtos e em meios de comunicação, publicidade e afins. O Mapa também poderá divulgar em sua página oficial, no espaço destinado ao tema integridade, as boas práticas de integridade, ética, responsabilidade social e sustentabilidade adotadas pelos premiados.

Saiba mais
O Selo Agro+ Integridade tem quatro objetivos:

*Estimular a implementação de programas de integridade, ética e de sustentabilidade, em seu amplo espectro, qual seja: econômico, social e ambiental;

*Conscientizar empresas e cooperativas do agronegócio sobre seu relevante papel no enfrentamento às práticas concorrenciais corruptas e antiéticas;

*Reconhecer práticas de integridade e ética em empresas e cooperativas do agronegócio no mercado nacional, no relacionamento entre si e com o setor público; e

*Reduzir riscos de ocorrência de fraudes e corrupção nas relações entre o setor público e o setor privado ligado ao agronegócio.

O público público-alvo do programa são as empresas do agronegócio, instaladas no país e dedicadas a prática agropecuária de qualquer natureza, as empresas de insumos diretamente vinculadas à produção agropecuária e as cooperativas agrícolas brasileiras.

Fonte: OCB / Agro em Dia

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