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Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h21

Frigorífico de suínos da Aurora completa 25 anos

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A unidade industrial de suínos FACH1 - sigla que identifica o Frigorífico Aurora Chapecó 1 –, em Chapecó (SC), completou nesta semana 25 anos de funcionamento. A unidade pertence à...

A unidade industrial de suínos FACH1 - sigla que identifica o Frigorífico Aurora Chapecó 1 –, em Chapecó (SC), completou nesta semana 25 anos de funcionamento. A unidade pertence à Cooperativa Central Aurora Alimentos, é uma das maiores do país e a única planta brasileira autorizada a exportar para os Estados Unidos, segundo a empresa.

O transcurso dos 25 anos foi comemorado em breve solenidade que reuniu a diretoria, trabalhadores, imprensa e convidados. Participaram o presidente da Aurora, Mário Lanznaster, o vice-presidente Neivor Canton, o diretor de Agropecuária Marcos Antônio Zordan, o gerente-geral da unidade Antonio Wanzuit e o prefeito de Chapecó Luciano Buligon, além do representante do Serviço de Inspeção Federal (SIF) Ricardo José Bosi.

Lanznaster destacou que a empresa continuará investindo em 2018 para ampliar a industrialização.

Quando inaugurado, em 11 de dezembro de 1992, o FACH1 era o maior frigorífico de suínos da América Latina. A unidade possui 47.286 metros quadrados de área construída. Ocupa um terreno de 480 mil metros quadrados. Emprega diretamente 2.953 pessoas, abate 5.230 suínos/dia e industrializa mil toneladas de produtos por dia. Mais de 210 itens são produzidos no FACH1 entre os 850 do mix geral da Aurora.

A unidade exporta uma média mensal de 4,3 mil toneladas para Estados Unidos, Chile, Cingapura, China, Argentina, Ucrânia, Hong Kong, Uruguai, Angola e, ainda, para a Lista Geral, além de Quênia, Rússia, África do Sul, Equador, Cabo Verde, Geórgia, Gabão, Cuba, Albânia, Japão, Porto Rico e Aruba.

No conjunto, para o abate e processamento de suínos, a Cooperativa Central Aurora Alimentos mantém oito plantas industriais nas quais, em 2016, processou 4,5 milhões de cabeças. Também possui outras sete plantas de aves onde abate 247 milhões de frangos por ano.

A Aurora mantém 27 mil empregos diretos e, no último exercício, obteve receita operacional de R$ 8,5 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 18 de Dezembro de 2017 às 10h15

Brasil deve exportar 10% a mais de carne bovina em 2018, diz Abiec

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Os volumes de exportações brasileiras de carne bovina devem subir 9,8% em 2018, para 1,68 milhão de toneladas, com expectativa de retomada das vendas do produto in natura para os Estados Unidos, aumento de...

Os volumes de exportações brasileiras de carne bovina devem subir 9,8% em 2018, para 1,68 milhão de toneladas, com expectativa de retomada das vendas do produto in natura para os Estados Unidos, aumento de habilitações de frigoríficos pela China e liberação para embarques a outros países asiáticos, informou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) na quinta-feira (14).

O faturamento com os embarques deve subir 10,5% no ano que vem, para US$ 6,9 bilhões, estimou a associação.

O setor está fechando 2017 com resultados positivos, mostrando recuperação das vendas após a divulgação da Operação Carne Fraca em março, quando diversos países compradores suspenderam as compras temporariamente.

Os embarques brasileiros de carne bovina devem totalizar 1,53 milhão de toneladas em 2017, alta de 9% ante o ano passado. O faturamento decorrente dessas vendas é estimado em US$ 6,2 bilhões, 13% a mais que em 2016.

“No comparativo mensal de resultados, é perceptível esta rápida recuperação: entre março, mês em que foi deflagrada a Operação Carne Fraca, e abril, a queda do faturamento com as exportações foi de 25%; porém, entre abril e maio, o crescimento foi de 28%, com sucessivas altas tanto em volume quanto em ganhos monetários obtidos nos meses seguintes”, disse o presidente da Abiec, Antonio Camardelli, em nota divulgada à imprensa.

Três países ainda mantêm suspensão total às compras de carne bovina brasileira, como resultado da Operação Carne Fraca: Santa Lúcia, Trinidad e Tobago e Zimbabue. Trinta e um países mantiveram suspensão parcial a frigoríficos citados na Operação, dez países mantêm inspeção reforçada e 16 países retiraram totalmente as restrições.

Ao longo de 2017, o Brasil exportou carne bovina para 134 países, sendo que os principais compradores foram Hong Kong, China e Rússia.

De janeiro a novembro, as exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,4 milhão de toneladas, alta de 8,6% ante o mesmo período do ano passado. O faturamento ficou 12,8% superior ao registrado nos 11 meses de 2016, em US$ 5,7 bilhões.

Fonte: Carnetec


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h55

Moody's estima alta de 9% no lucro de setor de carnes da América Latina em 2018

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A agência de classificação de risco Moody's Investors Service considera que as perspectivas para a indústria de proteína animal da América Latina em 2018 são positivas, com...

A agência de classificação de risco Moody's Investors Service considera que as perspectivas para a indústria de proteína animal da América Latina em 2018 são positivas, com expectativa de aumento nos lucros, câmbio mais estável e demanda mais forte, segundo estudo divulgado na terça-feira (12).

“A agência de ratings espera que o lucro operacional do setor de proteína (na América Latina) cresça acima de 9% em 2018”, disse a agência.

O aumento da disponibilidade de animais para abate e o crescimento da demanda, com recuperação dos volumes de vendas de carnes e de preços, tendem a beneficiar a indústria de proteína animal.

A Moody's acrescenta que o preço de bois para abate deve continuar alto, diante da esperada elevação da demanda por carnes em 2018.

As margens do setor de carne de aves no ano que vem devem ser maiores que as registradas em 2017, já que a indústria não estará mais influenciada pela alta nos preços de milho verificada no ano passado e que ainda elevou custos de produção no primeiro semestre deste ano.

“Os mercados de exportações ainda apresentam oportunidades de crescimento para carne bovina e de frango, com continuada demanda por parte da Ásia e do Oriente Médio”, segundo analistas da Moody's.

No caso da carne bovina, a demanda global pelo produto continua em crescimento sustentado, refletindo aumento da urbanização, da renda e da população, sendo que a China continuará um importante mercado a liderar esta alta.

Mas a elevação do escrutínio de países importadores em relação aos produtos brasileiros, após a Operação Carne Fraca neste ano, tende a atrasar a curva de crescimento das vendas para os EUA e a potencial abertura de novos mercados.

A Moody's também projeta recuperação na demanda do mercado doméstico brasileiro em 2018, o que permitirá aos frigoríficos repassarem custos aos produtos.

Fonte: Carnetec


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h51

Middleby anuncia aquisição da empresa dinamarquesa Scanico A/S

Notícias do Setor (181)

A Middleby Corporation anunciou no último dia 7 de dezembro a aquisição da Scanico A/S, um dos principais fabricantes de equipamentos de refrigeração e de congelamento para o processamento de alimentos. A empresa conta com sua sede na cidade de Aalborg, na Dinamarca, e fatura aproximadamente US$ 30 milhões por ano.

"A compra da Scanico amplia ainda mais as capacidades do nosso grupo de processamento de alimentos com uma tecnologia altamente complementar", disse Selim A. Bassoul, presidente e diretor executivo da Middleby Corporation.

"Com esta aquisição, adicionamos uma marca altamente respeitada e continuamos fortalecendo o portfólio de soluções que oferecemos aos nossos clientes", adicionou o executivo.

A Middleby Corporation, que conta com mais de 40 marcas, é um empresa fabricante de equipamentos para a indústria de alimentos com presença ao redor do mundo.

Fonte: Carnetec 


Postado em 14 de Dezembro de 2017 às 11h17

NR36: Compreenda o que a norma exige dos frigoríficos para prevenção de acidentes com a amônia

Notícias do Setor (181)

No dia 09/12/2017 ocorreu na Cidade de Maringá no Paraná o Treinamento de Segurança em Sistemas de Refrigeração por Amônia.
O foco central foi compartilhar conhecimento de Segurança e Saúde no trabalho nas indústrias que utilizam a Amônia no seu processo industrial, devido os muitos acidentes que ocorreram no Brasil no ano de 2017 com Amônia.


Temas debatidos:
• Amônia: Entenda seus benefícios e riscos dentro da indústria frigorífica.
• NR36: Compreenda o que a norma exige dos frigoríficos para prevenção de acidentes com a amônia, 
  Principais Ações do Ministério do Trabalho e Emprego.
• Adequação: Como escolher um sistema de detecção eficaz e confiável.
• Combate: Quais os EPIs e EPCs, as ações e precauções a serem aplicadas em caso de vazamento (teórico e prático)

Alguns testemunhos dos participantes:

Adilson Luiz - Engenheiro de Segurança do Trabalho - Frigorifico Astra
“Um treinamento de extrema importância, foi muito bom ter participado me esclareceu algumas dúvidas que tinha”.

Elisabete Schneider - Empresa Schneider Elaboração de Laudos
“Gostamos muito do treinamento”.

Heliton Pereira dos Santos - Cia Cacique de Café Soluvel
“Gostaríamos de parabenizar toda a equipe do treinamento de Segurança com (Amônia), e em principal a uma grande pessoa, Fernando Rosalvo que nos deu a oportunidade de compartilhar conhecimento numa causa muito importante, com a segurança em Amônia. Parabéns grande trabalho.”

Palestrantes:
Fernando Rosalvo, Técnico de Segurança no Frigorifíco BetterBeef e Vencedor do Prêmio Dupont (proteção química 2016).
Cleber Rocha, especialista em sistema de detecção de gases.
Sgto. Rodrigo Marcelo, Corpo de Bombeiros de Rancharia.


Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 17h48

Schmersal destaca soluções para segurança na Mercoagro

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 Empresa mostra diversas soluções para o segmento de carne, como sistemas de controle chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança e...

Empresa mostra diversas soluções para o segmento de carne, como sistemas de controle chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança e proteções articuladas

Multinacional alemã líder mundial em sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal apresenta suas soluções para o segmento de processamento e industrialização da carne durante a 12ª edição da Mercoagro, feira que acontece de 11 a 14 de setembro em Chapecó, Santa Catarina. O estande da Schmersal é o 1014 – Rua 1000 Pavilhão Amarelo.

Com o intuito de facilitar a implementação de segurança em máquinas, conforme a NR 12 para fabricantes e usuários finais, a Schmersal, destaca na Mercoagro o novo Sistema de Controle BMC. O BMC é uma solução compacta, prática e confiável no controle do acionamento de comandos e, principalmente, no monitoramento de funções de segurança. É aplicável em diversos tipos de máquinas de pequeno porte, entre elas açougue, embalagens e uso geral.

A solução complementa a família de controles e atende máquinas com potências maiores de até 3CVs-220V (monofásico), 5CVs-220V (trifásico) e 7,5CVs-380V (trifásico). O novo BMC é fornecido com ou sem a função de monitoramento de frenagem integrada ao sistema, opção de inversão e falta de fase ou a utilização de inversores.

O sistema está disponível nas versões com os botões de comando e emergência no frontal do painel ou botoeiras à parte, com bornes plugáveis ou cabos com terminais, que são de fácil instalação. Os sinais indicativos de funcionamento da máquina estão disponíveis na parte frontal do BMC e por meio de um borne para conexão de uma coluna luminosa por exemplo. Outra opção disponível no novo BMC é o módulo de monitoramento de velocidade zero AZR para máquinas que possuam inércia.

O módulo do BMC possui quatro canais de segurança em duplo canal e é certificado pela TUV Rheinland nas categorias de segurança 4, PLe e SIL3, além de declaração CE. Além do BMC, os visitantes do estande da Schmersal podem conferir outras soluções para o segmento de carne, como chaves de emergência, inversores de frequência, sensores, cortinas de luz, relés de segurança, proteções articuladas etc.

Sobre a Schmersal
Multinacional alemã líder mundial em sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal também desenvolve soluções em automação e tecnologia para elevadores. Com mais de 25 mil produtos e presente em 17 países, a empresa tem fábrica na cidade de Boituva, no interior de São Paulo, além de linhas de produção na Alemanha, China e Índia. A companhia conta com a Academia Schmersal, criada para capacitar profissionais ligados à segurança industrial para atender as especificações técnicas exigidas pela Norma Regulamentadora 12. A Schmersal também integra o ranking “Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil”, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Great Place to Work (GPtW). www.schmersal.com.br

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Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 10h27

Exportações de carne bovina sobem 9% em 2017

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,35 milhão de toneladas nos primeiros 11 meses de 2017, alta de 9% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, impulsionadas...

As exportações brasileiras de carne bovina somaram 1,35 milhão de toneladas nos primeiros 11 meses de 2017, alta de 9% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, impulsionadas pelas compras da China, segundo informações compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

A associação estima que as vendas externas do produto neste ano irão superar em mais de 10% os volumes exportados em 2016.

A receita decorrente das exportações de carne bovina somou US$ 5,5 bilhões de janeiro a novembro, crescimento de 13% na comparação anual.

Somente em novembro, os embarques de carne bovina totalizaram 141,9 mil toneladas, 48% superiores ao resultado de novembro de 2016. A receita com exportações subiu 45%, na mesma base de comparação, para US$ 593 milhões.

“O mercado chinês é o grande responsável pela recuperação nas vendas de carne bovina em 2017”, disse a Abrafrigo em nota divulgada na quarta-feira (06).

As importações pela cidade-Estado de Hong Kong e pelo continente chinês somaram 509.726 toneladas até novembro, o equivalente a 37,8% do total exportado pelo Brasil no período.

Além da China, Arábia Saudita e Irã estão entre os principais compradores de carne bovina brasileira. Esses países elevaram os volumes de carne bovina adquirida em 53,9% e 42,4%, respectivamente, neste ano. Já a Rússia comprou 16,1% a mais e os Estados Unidos elevaram as importações do produto brasileiro em 19,5%.
São Paulo foi o estado brasileiro que mais exportou carne bovina em 2017, o equivalente a 21,8% do total, seguido por Mato Grosso (19,8%), Goiás (13,1%), Rondônia (10,3%), Minas Gerais (10%) e Mato Grosso do Sul (9,3%).

Fonte: Carnetec


Postado em 08 de Dezembro de 2017 às 10h12

Receita com vendas externas de carne suína cresce 16% no ano

Notícias do Setor (181)

Com mais milho disponível no mercado, a suinocultura brasileira teve à disposição insumos mais baratos para um ano de retomada, segundo o relatório técnico da Expedição Suinocultura. O setor deve fechar 2017 com desempenho positivo principalmente em renda. Segundo o documento, somente a receita com exportação vai crescer 15,9%, passando de US$ 1,4 bilhão em 2016 para US$ 1,7 bilhão este ano. A rentabilidade para o produtor também melhorou ao longo do ano.

“A redução na oferta global de carne suína afetou as cotações, o que favoreceu o produto brasileiro. O volume de embarques permanece estável em 2017, devendo acumular alta de quase 1% em relação a 2016, mas estamos ganhando mais por tonelada exportada”, disse o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo e coordenador da Expedição Suinocultura, Giovani Ferreira, em nota divulgada na quarta-feira (06).

E o faturamento não melhorou apenas para a indústria. Levantamento realizado pelo projeto técnico-jornalístico aponta que o preço médio pago por quilo ao produtor subiu de R$ 3,25 no ano passado para R$ 3,83 este ano. “Em todos os estados visitados, percebemos que os suinocultores estão mais otimistas e satisfeitos com os resultados. Ao contrário do que ocorreu ano passado, quando muitos deixaram a atividade devido à alta nos custos de produção”, explicou Ferreira.

Para construir o diagnóstico, a Expedição Suinocultura visitou granjas, indústrias, cooperativas e entidades representativas do setor no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Foram mais de 20 mil quilômetros percorridos entre setembro e outubro deste ano. Todos os detalhes dos roteiros de campo e informações sobre produção e mercado estão disponíveis no relatório técnico desta edição, que pode ser acessado gratuitamente no link: clique aqui.

Fonte: Carnetec


Postado em 06 de Dezembro de 2017 às 13h59

CNA vê alta na produção de carne de aves em 2018; consumo em 44 kg/hab em 2017

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que representa os produtores rurais, estima que a produção nacional de carne de aves aumente entre 1% e 4% em 2018, para 13,38...

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entidade que representa os produtores rurais, estima que a produção nacional de carne de aves aumente entre 1% e 4% em 2018, para 13,38 milhões a 13,78 milhões de toneladas, segundo números apresentados na terça-feira (05).

Já as exportações do produto devem situar-se entre 4,04 milhões e 4,16 milhões de toneladas no ano que vem.
A CNA estima que o consumo doméstico de carne de frango deva fechar 2017 em 44 kg por habitante, com potencial de leve crescimento em 2018.

A entidade avalia que o setor avícola brasileiro foi afetado negativamente pelos efeitos da Operação Carne Fraca da Polícia Federal, que reduziu a demanda internacional pelo produto momentaneamente.
“A queda das exportações de março a junho comprometeu o crescimento da produção nacional e da receita, que só não foi agravada devido à valorização do preço de venda das carnes no mercado internacional”, informou a CNA via apresentação divulgada em seu website.

A entidade estima um crescimento de 1% na produção e no volume de exportações de carne de frango em 2017.

Após um período de queda no preço do milho em 2017, principal insumo para nutrição de aves e suínos, uma nova tendência de elevação de preços é esperada para o ano que vem, como consequência dos impactos do fenômeno climático “La Niña” na produção de grãos, da redução da área plantada prevista para o milho e das estimativas de aumento das exportações deste grão.

“As cotações poderiam atingir patamares que comprometem a rentabilidade da atividade...Logo, suinocultores e avicultores devem ficar atentos para realizarem boas aquisições do insumo”, avalia a CNA.

A produção de carne suína em 2018 poderá ficar entre estável a registrar alta de até 4%, na comparação com este ano, totalizando entre 3,72 milhões e 3,75 milhões de toneladas, segundo os números da CNA.

As exportações do setor devem ficar entre 810 mil e 830 mil toneladas. O consumo per capita de 14 kg esperado para 2017 deve manter-se no ano que vem.

Apesar dos efeitos negativos da Operação Carne Fraca nas exportações do setor de carnes, a tendência de valorização do dólar em relação ao real pode colaborar para que as carnes brasileiras ganhem competitividade nos mercados internacionais em 2018, o que daria suporte para esses crescimentos de até 4% nos volumes de produção e exportações.

“O acesso a novos mercados, como o da Coreia do Sul para nossa carne suína, e a retomada das exportações de frango para a Indonésia também contribuirão para as exportações dos setores”, acrescentou a entidade.

Fonte: Carnetec


Postado em 04 de Dezembro de 2017 às 13h54

Caminho promissor para a piscicultura

A produção de peixes no Paraná ganha mais um incentivo com a redução na carga tributária, além da demanda crescente nos frigoríficos locais; produtor que investir em tecnologia tem tudo para crescer

Com um potencial hídrico significativo, o Paraná se tornou referência na produção de peixes de cultivo no País, e não é de hoje. Quando se faz um retrospecto da atividade nos últimos seis anos, fica evidente como a cadeia cresce ano a ano e se torna cada vez mais promissora para o agronegócio do Estado.

Não por acaso, o governo estadual reduziu recentemente a carga tributária para o peixe que tem como destino o estado de São Paulo (veja o box), maior comprador do nosso produto. Mais do que isso: levantamentos apontam que a capacidade dos frigoríficos ainda tem muito espaço para o incremento de abate e o que falta, de fato, é peixe. Além disso, ainda há muitos piscicultores com índices de produtividade baixos e podem incrementar esse faturamento. A cadeia paranaense do peixe e, claro, o consumo, têm muito para crescer!

Os números de evolução são de fato impressionantes. Em 2010, o Estado produzia 36,8 mil toneladas de pescado, sendo que 27 mil toneladas (73%), eram de tilápia. Ano passado, o valor total fechou 93,2 mil toneladas, sendo 85,7 mil toneladas (92%), de tilápia. Deste montante, aproximadamente 70% está ligado a tanque escavado e o restante tanque rede.

Para o engenheiro de pesca da Emater, Luiz Eduardo Guimarães de Sá e Barreto, o Lula, a evolução da cadeia no Estado passa pelo arrojo do produtor, que precisa acreditar mais na atividade. "A tecnologia já está disponível para todos no mercado. A diferença das regiões mais desenvolvidas é o investimento. Em alguns locais estamos falando de pesca mecanizada, densidade maior de peixe por área, uso de aeradores, rações de qualidade, tudo isso dá um retorno bem melhor."

Um exemplo está na região de Palotina e Maripá, que se tornou um case interessantíssimo no Estado. As cidades respiram piscicultura em tanque escavado e assim têm abastecido frigoríficos de outras regiões, que não conseguem manter uma constância e nem volume efetivo na produção. "Lá eles têm uma concentração grande peixe por área, geradores de energia, maior quantidade de aeradores e tudo isso contribui para uma produção maior. Enquanto ainda há piscicultores no Estado que produzem 10 toneladas por hectare (ha), os mais profissionalizados já atingem 50 a 70 toneladas por ha, com um retorno limpo que chega à 25%."

Além de mais ousadia dos produtores em apostar na cultura, o engenheiro de pesca relata que o Estado também tem áreas poucos exploradas. "Temos a região Noroeste com muita água e o Centro do Paraná, que embora seja mais frio, é possível trabalhar com espécies típicas. Além disso, há uma demanda reprimida para o consumo do pescado." 

Só filé de tilápia? Mudança de hábito favorecerá cadeia e consumidor

Olhando os números, fica claro que a tilápia impera soberana no Paraná e - como a cadeia foi estruturada há alguns anos - isso deve continuar dessa forma. Segundo Lula, isso acontece porque o ciclo da espécie é menor, de apenas sete meses, comparado a outras possibilidades nativas, como o Piau ou Pacu, que possuem ciclo de 14 meses, aproximadamente. "É claro que ficamos preocupados com o monocultivo, mas é fato que a indústria se estabeleceu no Estado para atender a tilápia."

Hoje o consumidor do Paraná foca principalmente no filé do peixe. Diferentemente, por exemplo, do Ceará, maior consumidor de tilápia no País, mas usufrui do peixe todo. "Se mudarmos um pouco o hábito do consumo, isso pode ajudar até a indústria inclusive, que demandaria menos mão de obra que no filé."

Para o consumidor, os outros cortes seriam importante para baratear o peixe, que em filé, ainda é muito caro. "O corte em postas já começou a aparecer e tem indústrias apostando nele. Assim, seria possível baratar o produto e atender as camadas menos favorecidas da sociedade, que são um grande nicho a ser explorado."

Victor Lopes
Reportagem Local
Fonte: Folha de Londrina


Postado em 30 de Novembro de 2017 às 09h51

BRF elege José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO

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Expomeat 2017 O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22). Drummond Jr....

O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22).

Drummond Jr. já atuou como executivo nas empresas Whirpool, Alcoa e Eneva.

A saída de Faria do cargo CEO já era esperada e foi anunciada pela BRF em setembro. Pedro Faria continuara´ como CEO da BRF ate´ que Drummond Jr. tome posse.

A empresa tem realizado diversas mudanças na liderança da companhia e em seu modelo de gestão visando à melhoria nos resultados.

Em setembro, o ex-executivo da Votorantim Cimentos Lorival Nogueira Luz Jr. assumiu como diretor financeiro e de Relações com Investidores da BRF.

Fonte: Carnetec


Postado em 30 de Novembro de 2017 às 09h27

Filipinas reabre mercado para carnes do Brasil

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 O mercado das Filipinas foi aberto às carnes de frango, suína e bovina do Brasil na sexta-feira (24), segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As...

O mercado das Filipinas foi aberto às carnes de frango, suína e bovina do Brasil na sexta-feira (24), segundo informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As vendas de carnes do Brasil para as Filipinas estavam embargadas desde setembro deste ano, sendo que até então 35 mil toneladas de carne de frango e 2 mil toneladas de carne suína tinham sido embarcadas ao país asiático em 2017.

Já as vendas de carne bovina às Filipinas alcançaram 9,3 mil toneladas neste ano, segundo dados no site da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

“O Brasil recebeu há poucas semanas uma missão técnica do governo filipino, e mostrou que nossa estrutura está plenamente adequada para atender às suas exigências”, disse o presidente da ABPA, Francisco Turra, em comunicado.

“Esta é mais uma conquista para a cadeia produtiva de proteína animal brasileira, apontando para perspectivas otimistas sobre os embarques de aves e de suínos em 2018.”

Fonte: Carnetec


Postado em 27 de Novembro de 2017 às 15h40

Mercoagro 2018 - Inovações aguardam os visitantes da maior feira do setor da carne da América Latina

Notícias do Setor (181)

Com 95% dos espaços comercializados, a Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018, em Chapecó

Uma série de inovações está em planejamento para tornar mais rápida, útil, confortável e agradável a presença dos mais de 15 mil compradores que visitarão a 12ª edição da Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). Essas inovações estarão ancoradas em plataformas físicas e digitais e garantirão segurança e rapidez em inscrição e credenciamento, recepção, encaminhamento de informações, atendimento in loco, hospedagem etc.

Organizada pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), a Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó.

O presidente da ACIC Josias Mascarello ressalta que o sucesso da feira é representado pela sua comercialização. “Há nove meses da feira, estamos com 95% dos espaços comercializados e a expectativa é finalizar o ano com 100% das vendas concretizadas”, salientou.

O gerente do projeto Mercoagro Nadir José Cervelin destacou, entre as inovações para 2018, o sistema de confirmação de reservas de hotéis. As tarifas de cada hotel que serão praticadas em setembro de 2018, durante a feira, estão disponíveis no site da oficial (www.mercoagro.com.br). Dessa forma, os visitantes poderão antecipar a reserva de hospedagem e programar a viagem a Chapecó.

Outra inovação será o aplicativo – que está sendo desenvolvido - para baixar e usar em dispositivos móveis com as informações concentradas sobre a Mercoagro. A programação de atividades extra-feira para os visitantes também está em pauta. A Comissão Central mantém contatos com os restaurantes para criar um cardápio temático-gastronômico especial, compatível com os objetivos da Mercoagro que representa o universo da indústria de processamento de carne.

EVENTOS PARALELOS

A Mercoagro 2018 terá uma ampla programação paralela com diversas oportunidades de negócios. O principal evento adjunto será o 12º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, previsto para o dia 12 de setembro, no horário das 8 às 12h30, no auditório do campus da Unochapecó. Outros eventos previstos são a Rodada de Negócios (exclusiva para expositores), a Sessão de Negócios (uma por dia, aberta ao público externo) e os Painéis de Oportunidades (destinados às empresas participantes da Mercoagro 2018), todos sob coordenação do Sebrae/SC.

A programação paralela da Mercoagro 2018 contará, ainda, com o Salão de Inovação, a Clínica Tecnológica e o Laboratório Experimental, coordenados pelo Senai. Também faz parte da programação a Mercoshow, o Painel de Classificados Mercoagro, a Mercoagro On Business e o Painel Relacionamentos de Negócios. Todos os eventos serão gratuitos. O detalhamento de horários, dias e locais serão definidos pela Comissão Organizadora.

MERCOAGRO

Organizada pela ACIC, a Mercoagro 2018 está programada para o período de 11 a 14 de setembro de 2018 no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó. Terá 160 estandes com 250 marcas representadas. A previsão é de 15 mil visitantes/compradores e negócios da ordem de 160 milhões de dólares. Participarão da exposição empresas dos setores de refrigeração, automação industrial, ingredientes e aditivos, embalagens e tripas, transporte e armazenagem, equipamentos e acessórios, entre outros produtos e serviços para atender a indústria da carne.

A Mercoagro tem a Enterprise Feiras e Eventos no esforço de vendas e assessoramento técnico e apoio da Prefeitura de Chapecó, Facisc, ABIA, ABPA, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, Fiesc, Senai, Safetranding, Sebrae/SC, Sindicarne, Sihrbasc e Unochapecó.

Mais informações no site www.mercoagro.com.br
MARCOS A. BEDIN
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Postado em 23 de Novembro de 2017 às 12h34

BRF elege José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22). Drummond Jr....

O Conselho de Administração da BRF S.A. elegeu o engenheiro José Aurélio Drummond Jr. como novo CEO da companhia, no lugar de Pedro Faria, informou a empresa na quarta-feira (22).

Drummond Jr. já atuou como executivo nas empresas Whirpool, Alcoa e Eneva.

A saída de Faria do cargo CEO já era esperada e foi anunciada pela BRF em setembro. Pedro Faria continuara´ como CEO da BRF ate´ que Drummond Jr. tome posse.

A empresa tem realizado diversas mudanças na liderança da companhia e em seu modelo de gestão visando à melhoria nos resultados.

Em setembro, o ex-executivo da Votorantim Cimentos Lorival Nogueira Luz Jr. assumiu como diretor financeiro e de Relações com Investidores da BRF.

Fonte: Carnetec


Postado em 23 de Novembro de 2017 às 12h30

ABPA e Abiec dizem que carnes vendidas à Rússia não têm ractopamina

Notícias do Setor (181)
Expomeat 2017 A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) afirmaram na terça-feira (21) que as carnes suína e...

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) afirmaram na terça-feira (21) que as carnes suína e bovina embarcadas para a Rússia não utilizam a substância ractopamina, após a Rússia anunciar a suspensão temporária das importações.

“O setor está seguro sobre as características de seu produto, e garante que a produção de carne suína embarcada não utiliza ractopamina”, informou a ABPA em nota.

“A comercialização da ractopamina e outros betabloqueadores para bovinos está suspensa desde o final de 2012 pelo governo brasileiro. Portanto, esta substância tem o seu uso proibido para bovinos, não existindo a necessidade de segregação da produção para atendimento ao mercado russo”, informou a Abiec em nota separada.

Todas as importações de carne suína e bovina brasileiras foram suspensas temporariamente pela Rússia, segundo decisão anunciada nesta semana e válida a partir de 1º de dezembro. O órgão de segurança sanitária russo Rosselkhoznadzo atribui a suspensão à presença da substância ractopamina em alguns carregamentos vindos do Brasil.

A ABPA disse que recebe a notícia com “preocupação” e que a suinocultura brasileira trabalha seguindo os princípios de qualidade e sanitários exigidos pelos diversos países, incluindo Rússia e mais 70 mercados importadores do produto.

A Abiec informou que desde 2013 não há histórico de qualquer tipo de notificação pelas autoridades russas referentes ao uso de ractopamina em bovinos e que, caso necessário, a indústria está pronta para atender a novos critérios. “A Rússia é um grande parceiro do Brasil no setor de carne bovina, um tradicional comprador com o qual estabelecemos excelente interlocução técnica”, disse a entidade.

Fonte: Carnetec