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Postado em 14 de Fevereiro de 2022 às 09h48

IAPAR desenvolve ferramenta de reconhecimento facial em bovinos

EXPOMEAT 2027 - VI Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal Na busca pela constante evolução do setor produtivo, uma pesquisa iniciada em 2019, pelo então estudante de Engenharia da...

Na busca pela constante evolução do setor produtivo, uma pesquisa iniciada em 2019, pelo então estudante de Engenharia da Computação, Lucas Nolasco e seu orientador, o pesquisador João Ari Gualberto Hill, aponta nova forma de lidar com animais de produção, o projeto: “Reconhecimento Facial em Bovinos”. Ação ocorreu por meio do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR).
A iniciativa, com objetivo de melhorar a rastreabilidade, substitui outras técnicas de identificação, como os brincos e a marcação a ferro quente, proporcionando bem-estar.
“O reconhecimento de animais é feito com base no padrão biométrico do espelho nasal, na região central do nariz. A ideia é inspirada na identificação biométrica feita com a digital de seres humanos. O espelho nasal desses animais possui ranhuras que formam um padrão que permite a sua identificação”, explica Lucas Nolasco.
Aos produtores com loteamentos separados, essa tecnologia facilita o cotidiano de trabalho, já que, “isso permitiria uma rastreabilidade maior, uma vez que mesmo animais de diferentes fazendas poderiam ser identificados por este método”.
A ferramenta possibilita acompanhar a idade, histórico de vacinação, além de outros controles de prevenção de maneira individual, através de um único recurso.
Quando questionado sobre a importância e possibilidades com a pesquisa, Lucas conta que, em larga escala, talvez, possa ser expandida a outros animais. No entanto, requer mais pesquisas sobre o assunto.
“Assim como a ideia desse método surgiu da identificação biométrica, que já é feita com humanos – por meio das nossas digitais, adaptações desse método poderiam funcionar em diferentes animais. No entanto, isso dependerá diretamente de características físicas e, por conta disso, é algo que tem que ser analisado especificamente para cada espécie”, finaliza.
NOVAS ATUALIZAÇÕES
Em decorrência de mudanças e disponibilidade, o profissional, recém-formado, já não faz mais parte do projeto. Agora, a pesquisa segue sob os cuidados do orientador, João Ari Hill.
De acordo com Hill, contatado para a realização dessa matéria, o trabalho receberá novidades, mas até o momento não podem ser reveladas. “Temos algumas novidades no projeto, mas combinei com os professores colaboradores e bolsistas, que só faríamos mais matérias depois que tivermos uma versão beta do aplicativo”, afirma o pesquisador.
Fonte: Ana Catarina Veloso, de casa / feed e food

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