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Postado em 12 de Março de 2021 às 17h42

Marfrig vê continuidade de forte demanda chinesa em 2021

EXPOMEAT 2027 - VI Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal A Marfrig já observa a retomada da demanda chinesa por carne bovina brasileira após o período do Ano Novo chinês, com...

A Marfrig já observa a retomada da demanda chinesa por carne bovina brasileira após o período do Ano Novo chinês, com patamares de preços mais elevados, disse o presidente das operações da empresa na América do Sul, Miguel Gularte, em teleconferência com analistas na terça-feira (09).

“A China, quando retornar após o Ano Novo chinês, retorna com preços melhores que no fechamento do ano. Estamos vendo isso na prática”, disse Gularte.

Segundo o executivo, as vendas da Marfrig para a China retomaram normalmente, sendo que o país asiático está com estoques relativamente baixos.

A Marfrig é a empresa com o maior número de plantas na América do Sul habilitadas a exportar carne bovina para a China, com 13 unidades das quais sete estão no Brasil.

Gularte disse que a Mafrig continuará direcionando produção para exportações em momentos de menor demanda no Brasil impactada pelos efeitos da pandemia de covid-19.

Em 2020, o segmento de food service brasileiro foi um dos mais afetados pelas medidas de distanciamento social relacionadas à contenção do coronavírus.

A Marfrig foi pouco impactada já que esse segmento representa apenas 7% de seu faturamento. A companhia também lançou no ano passado um programa para ampliar crédito para seus clientes do food service e prazos de vencimento de faturas de pequenos clientes.

No atacado, a empresa observou um aumento na demanda em 2020, em parte impulsionada pelo auxílio emergencial concedido à parte da população pelo governo.

Gularte disse que não é possível precisar o impacto que uma potencial retomada do auxílio emergencial possa ter no consumo neste ano, já que as condições econômicas em geral sofreram deterioração.

“A gente não espera grandes alterações no cenário, a menos que a vacinação aconteça de uma forma mais fluida e a economia retorne de uma forma mais intensa do que estamos vendo hoje.”

Fonte: CarneTec

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