EXPOMEAT
É ADIADA PARA 2022

Em breve divulgaremos a nova data que está sendo negociada junto ao Pavilhão de Exposições Anhembi

Notícias

Postado em 13 de Fevereiro de 2020 às 10h37

Santa Catarina cria campanha de proteção ao agronegócio

Notícias do Setor (652)
EXPOMEAT 2022 - lll Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal O setor produtivo e o governo de Santa Catarina se uniram para criar uma campanha de proteção e valorização do...

O setor produtivo e o governo de Santa Catarina se uniram para criar uma campanha de proteção e valorização do agronegócio do estado, informou a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural na terça-feira (11).

O objetivo é conscientizar a população sobre os riscos de entrada de pragas e doenças que podem ameaçar a saúde dos animais e lavouras. Estão previstas ações nos principais aeroportos, rodoviárias, portos e pedágios, além do reforço na fiscalização nas fronteiras do estado.

"Elaboramos um programa que visa orientar turistas e catarinenses para que não tragam alimentos, sementes e mudas de plantas que possam trazer qualquer tipo de doença para o estado. Nós temos um rebanho de animais extremamente suscetíveis a várias doenças, além de uma produção vegetal livre de pragas. Não podemos deixar que nada coloque em risco o agronegócio catarinense", disse Ricardo de Gouvêa, secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, em nota.

O agronegócio é o carro-chefe da economia catarinense, responsável por quase 70% de toda exportação e por mais de 30% do Produto Interno Bruto estadual. "A manutenção do status sanitário catarinense é de responsabilidade de todos, então devemos ter muita atenção quando chegarmos a Santa Catarina trazendo frutas, verduras, carnes, mel ou sementes", afirmou o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto.

A campanha surgiu da parceria entre o setor público e o privado. Segundo o gerente executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarne/SC), Jorge de Lima, a divulgação de placas em rodovias, rodoviárias, aeroportos e portos é também uma forma de manter o agronegócio catarinense em destaque.

"Essa é uma iniciativa de extrema importância para os catarinenses, uma vez que grande parte da arrecadação do estado vem da produção de suínos e aves, sendo este o maior gerador de empregos de Santa Catarina. A iniciativa privada é e sempre será parceira do setor público nessas ações", disse o dirigente na mesma nota.

Quem visitar Santa Catarina deve ficar atento às regras para transportar animais, vegetais, sementes e mudas, produtos de origem animal e vegetal. É proibida a entrada com miúdos bovinos in natura de qualquer região do país. Além disso, há restrição para a entrada de suínos e de produtos de origem suína de Alagoas, Amapá, parte do Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima – locais que ainda não são considerados livres de peste suína clássica.

Carnes, leite e derivados também podem trazer doenças erradicadas em Santa Catarina. Portanto, os produtos devem estar acondicionados em embalagem original de fabricação devidamente rotulada e lacrada, com selo do Serviço de Inspeção oficial. Caso encontradas irregularidades, os produtos poderão ser apreendidos e destruídos para evitar a contaminação de animais, estando os portadores sujeitos a penalidades.

Turistas ou catarinenses que vierem da Ásia, África e Europa também passarão por uma inspeção mais cuidadosa ao chegarem ao Aeroporto Internacional de Florianópolis-Hercílio Luz. Os três continentes passam por um surto de peste suína africana, doença que já levou ao abate de mais de 7 milhões de animais e pode ser facilmente transmitida por meio de alimentos contaminados, informou a secretaria.

A campanha é uma iniciativa do Sindicarne, da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Secretaria da Agricultura/SC e suas empresas vinculadas – Epagri, Cidasc e Ceasa.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina, que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários.

Ação inclui principais aeroportos, rodoviárias, portos e pedágios (Foto: Julio Cavalheiro/Secom)

Veja também

Minerva fortalece atuação no Oriente Médio e Ásia por meio da parceira Salic16/02 A Minerva Foods, líder em exportação de carne bovina na América do Sul, aprovou na quinta-feira (11) a celebração de contrato disciplinando venda, fornecimento e exportação de produtos produzidos e comercializados pela companhia à Salic (UK), disse a Minerva em comunicado ao mercado no mesmo dia. Com o suporte da Salic, o contrato de fornecimento......

Voltar para Notícias (pt)