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Postado em 25 de Agosto de 2021 às 13h59

Setor de embalagem apresenta crescimento de 6,8% no segundo trimestre de 2021

Notícias do Setor (674)
EXPOMEAT 2024 - V Feira Internacional da Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal A produção física de embalagens cresceu 6,8% no segundo trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período...

A produção física de embalagens cresceu 6,8% no segundo trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano passado, com destaque para as embalagens de vidro que cresceram 23,7%, seguido de embalagens metálicas que avançaram 18,3%. Os dados são do Estudo ABRE Macroeconômico da Embalagem e Cadeia de Consumo no Brasil, sob a chancela do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV), que foi apresentado por Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas e Rodolpho Tobler, pesquisador, ambos membros do grupo de análise conjuntural do FGV IBRE. Os resultados do Estudo ABRE foram divulgados no dia 19 de agosto para todo o setor.

Em relação à indústria de bens de consumo, todos os setores selecionados apresentaram queda no acumulado de 2021, e os fatores que influenciaram esse desempenho foram o nível de confiança do consumidor na economia, a alta da inflação e a redução do valor do auxílio emergencial.

Em relação ao consumo das famílias, em segmentos usuários de embalagem, o crescimento foi de 1,2% no segundo trimestre de 2021, em comparação ao trimestre anterior.

De acordo com o Estudo ABRE, o cenário para 2021 e 2022 ainda é de crescimento, embora a expectativa é que 2022 seja um ano mais difícil. Os dados apontam que o PIB da indústria de embalagem fechará 2021 com taxa de crescimento de 4,8% em comparação a 2020 e a previsão para 2022 é que haja um crescimento mais tímido, em torno de 1,7%, quando comparado a 2021.

O Estudo ABRE trouxe ainda tendências importantes que devem ser observadas e que podem afetar o desempenho da economia brasileira, como por exemplo, o retorno parcial aos escritórios, algumas empresas ainda vão manter o home office ou vão incorporar um sistema híbrido, o avanço do e-commerce, que ganha cada vez mais espaço, a variante Delta da Covid-19 que atinge muitos países e pode provocar uma leve desaceleração no Brasil e o risco enérgico.

Em relação ao emprego, assim que que percepção sobre a pandemia se tornar mais favorável os serviços presenciais (turismo, serviços pessoais) responderão por uma parcela maior do emprego e do PIB.

Fonte: Avicultura Industrial
 

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