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Postado em 26 de Junho às 17h11

Suíno vivo em valorização nos estados produtores

Notícias do Setor (220)
EXPOMEAT 2021 Os preços do suíno vivo seguem em alta nos estados produtores, conforme as bolsas regionais. A elevação do consumo interno e as exportações consistentes têm contribuído para a...

Os preços do suíno vivo seguem em alta nos estados produtores, conforme as bolsas regionais. A elevação do consumo interno e as exportações consistentes têm contribuído para a valorização do animal vivo. O maior preço pago pelo quilo do suíno vivo ocorre em Minas Gerais e Goiás, no valor de R$ 5,50.

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, as demandas interna e externa aquecidas têm elevado as cotações. No geral, a reabertura – ainda que parcial – do comércio doméstico e as aquecidas compras por parte da China impulsionam as vendas.

O preço pago pelo quilo do suíno segue subindo no Rio Grande do Sul. A pesquisa semanal da cotação do suíno realizada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs) registrou o preço médio de R$ 4,38. Aumento de quatro centavos em relação à semana anterior.

Não houve acordo durante a Bolsa de Suínos do Estado de Minas Gerais (BSEMG) realizada nesta quinta-feira (25/06) entre representantes dos suinocultores e dos frigoríficos. A Asemg SUGERE o valor de R$5,50 para a comercialização do quilo do suíno vivo em Minas Gerais, preço que se estende também a Goiás.

Em São Paulo, o valor do animal vivo agora está em R$ 4,80. Houve incremento desde o último levantamento da Suinocultura Industrial, feito no começo do mês, quando a cotação estava em R$ 4,69.

Houve valorização do suíno vivo ainda em Santa Catarina, o principal produtor do país, onde o quilo agora está custando R$ 4,65. No Paraná, o valor do animal chegou a R$ 4,20. Também com valorizações, o suíno vivo custa R$ 3,81 no Mato Grosso e R$ 5 no Distrito Federal.

Fonte: Suinocultura Industrial

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